INVERTENDO A IGUALDADE

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O documento The Global Gender Gap Report 2014, do Fórum Econômico Mundial, é mais um produto de órgãos internacionais que movimentam bilhões de dólares de instituições públicas e privadas para promover o Feminismo em todo o mundo.

Pretendendo demonstrar que em todo o planeta a desigualdade de gênero persiste e fomentar políticas para fechar a "lacuna entre os Gêneros", Gender Gap, o relatório, no entanto, nos fornece aquela que talvez seja a mais espetacular e sintética refutação da tese de que exista um Patriarcado Opressor de Mulheres e Privilegiador dos Homens dominando o mundo. E tudo isso num único, simples e muito eficiente gráfico, que adaptei aqui.


Como é explicado na página 12 (20 do PDF)*, essa figura mostra o Gender Gap global em quatro categorias, envolvendo 142 países onde a lacuna teria sido fechada em quase 96% em Saúde, envolvendo expectativa de vida, e 94% em Educação. Porém apenas 60% em Participação Econômica, acesso a empregos e produção, e meros 21% em Participação Política. * Infelizmente o relatório usa aquele sistema idiota de colocar paginação em algarismos romanos minúsculos na parte inicial do trabalho, e depois reiniciar a paginação com algarismos convencionais, o que confunde o PDF gerando uma paginação automática falha.

Evidentemente, a figura em azul representaria essa realidade, contrastada com o que seria a igualdade plena.

É preciso ter paciência com aqueles que não perceberem de imediato porque isso dá um golpe fatal na tese da Opressão das Mulheres e dos Privilégios Masculinos, visto que meio século de doutrinação feminista em praticamente todas as esferas públicas e privadas martelada pela quase totalidade dos governos democráticos, pela mídia, por fundações e fóruns e pela própria ONU, podem ter causado um dano profundo nas mais primárias capacidades de raciocínio.

Mas note que o gráfico tem a virtude de colocar na horizontal duas categorias que dizem respeito a benefícios, Saúde e Educação, que são fornecidos inclusive de forma gratuita e para as quais basta nascer para se ter direito, ao passo que na vertical estão atividades para as quais é preciso alguma qualificação, participação Política e Econômica, e são também deveres, trabalho, a ser exercido. Tanto empregos no setor público ou privado bem como cargos políticos pressupõem não apenas um direito e uma oportunidade, mas sobretudo uma responsabilidade muito mais ampla do que simplesmente ter acesso a Saúde e Educação.

A maioria das pessoas não quer saber de carreiras políticas, e também gostaria muito de não trabalhar se pudesse. Mas praticamente ninguém quer ficar sem Educação alguma e muitíssimo menos sem acesso a Saúde.

Em suma, mesmo tendo menor participação política e econômica, leia-se trabalhando bem menos, as mulheres, como um grupo, ainda assim tem acesso a benefícios praticamente no mesmo nível que o grupo dos homens. Ou seja, elas tem os mesmos direitos exercendo menos deveres! Que tipo de sistema social concede isso a um grupo "oprimido", ou considera privilegiado o grupo que tem que trabalhar bem mais para ter acesso ao mesmo montante?

E caso ainda não seja claro, e para se ter uma ideia do nível da lavagem cerebral feminista, basta se perguntar "E se fosse o contrário?" INSTANTANEAMENTE feministas diriam exatamente o que acabei de dizer, que o fato de ter que exercer mais funções políticas e econômicas para ter o mesmo acesso a saúde e educação é inequívoco sinal de opressão!

E isso porque o gráfico sequer incluiu na conta quem consome mais, visto ser sabido que mulheres gastam muito mais dinheiro consigo próprias do que os homens, dinheiro este que em larga quantidade foi ganho por eles, para majoritariamente ser gasto por elas!

IGUALDADE DE GÊNERO vs EMPODERAMENTO FEMININO

Apesar disso, o gráfico não é totalmente honesto. Se o fosse, teria que ampliar bem mais a figura na horizontal, visto ser notório que mulheres tem na verdade mais acesso a Educação e Saúde que homens. Mas o gráfico sugere o contrário, e se olharmos as tabelas que ordenam os países pelo ranking de igualdade, notaremos também de imediato uma coisa muitíssimo estranha.

Esse é o topo do ranking na página 8 (16 no PDF), onde podemos ver que em Educação a meta ideal, o valor 1, pareceu ter sido atingida, o que evidencia que a vantagem feminina nesta área não está sendo considerada. Ou seja, só é desigualdade se for em favor do homens! Mas é ainda mais estranho quando verificamos o a coluna Saúde e Sobrevivência, que está apontando uma desigualdade, pressupostamente em desfavor das mulheres, mesmo no país mais igualitário do mundo e mesmo quando sabemos que a expectativa de vida feminina é bem maior que a masculina, sendo os homens as vítimas de mais de 90% das mortes não naturais.

Na página 4 (12 no PDF) é explicado que um dos 3 conceitos estruturais do relatório é que ele valoriza a igualdade entre os gêneros, o quanto a lacuna está fechada, e não a superioridade feminina. Soaria simpático se fosse um objetivo a ser alcançado, e não um parâmetro de medição. Pois nas próprias palavra do relatório: "Nosso objetivo é focar onde a lacuna entre homens e mulheres nas variáveis escolhidas declinou, ao invés de onde mulheres estão "ganhando" a "batalha dos sexos". Assim, o Índice recompensa países que atingiram o ponto onde os resultados para mulheres se igualam aos para os homens, mas não recompensa nem penaliza casos onde mulheres estão superando homens em variáveis particulares em alguns países. Então um país, que tem mais meninas matriculadas no ensino médio que meninos, irá marcar igualmente a um país onde as matrículas de meninos e meninas são a mesma." (Grifo meu.)

É ISSO MESMO! Se em centenas de países as mulheres estiverem em larga vantagem sobre os homens, ISSO SERÁ COMPLETAMENTE INVISIBILIZADO! E mesmo que sejam poucos os países onde a situação se inverta, isso derrubará o índice de Igualdade!

Se pegarmos então os 14 primeiros países desse ranking, mesmo que na metade dos países elas estejam em vantagem colossal enquanto eles só estejam numa vantagem mínima na outra metade, ainda assim a média dará 0.9934, indicando desigualdade EM FAVOR DOS HOMENS!

Deixemos isso claro! Por tal metodologia, se num local, dos 2 milhões de diplomas de curso superior 99% sejam concedidos a mulheres, e noutro local de 1 milhão de diplomas os homens tenham 51%, O RELATÓRIO CONSIDERARIA DESIGUALDADE EM FAVOR DOS HOMENS! Mesmo que os números finais somados fossem 530 mil diplomas para homens e 2.47 MILHÕES para mulheres! Ou seja, praticamente 5 vezes mais mulheres que homens com curso superior ainda assim seria visto como Privilégio Masculino!

TROCANDO O CULTURAL PELO NATURAL

Se isso já não merece outro nome além de FRAUDE ESTATÍSTICA SÓRDIDA, é difícil achar um designador apropriado à atrocidade que é cometida na questão da Saúde. Na página 5 (13) temos. "Para todas as variáveis, exceto as duas de saúde, os parâmetros de igualdade são considerados como 1, significando números iguais para mulheres e homens. No caso da variável proporção por sexo no nascimento, a parâmetro de igualdade é ajustado para 0.944,1 e o parâmetro expectativa de vida saudável é ajustado para 1.06.2.

É preciso ler as notas, disponíveis apenas na página 46 (54 do PDF).

"1 Essa proporção é baseada no que se considera uma proporção "normal" de sexos ao nascimento: 1.06 meninos para cada menina nascida.

2 Essa proporção é baseada nos padrões usados no Índice de Desenvolvimento Relativo a Gênero das Nações Unidas, que usa 87.5 anos como idade máxima para mulheres e 82.5 anos como idade máxima para homens."

E para fornecer o elemento mais flagrante, voltemos um pouco na mesma página 5 (13). "A primeira variável é a razão por sexo ao nascimento, que pretende especificamente capturar o fenômeno das "mulheres perdidas" prevalente em muitos países com uma forte preferência por meninos. Segundo, nos usamos uma lacuna entre a expectativa de vida saudável de homens e mulheres. Essa medida prevê uma estimativa de número de anos em que homens e mulheres podem viver com boa saúde tendo em conta anos perdidos para violência, doença, má-nutrição ou outros fatores relevantes."

Mas volte ao gráfico acima e note que EM TODOS OS PAíSES, mesmo nos mais desenvolvidos, a Saúde e Expectativa de Vida estão medidos como sendo menores para mulheres! Mesmo sendo assumido que mulheres vivem 5 anos a mais! Como é possível isso?!

A única explicação é que pelos dados antes fornecidos deduz-se que se homens ultrapassam a expectativa de vida esperada para seu próprio gênero numa proporção maior do que mulheres o fazem, estarão VIVENDO MAIS MESMO QUE VIVAM MENOS!

Ou seja, se homens estão vivendo 84 anos, 1.5 acima dos 82.5, será considerado que estão vivendo mais que mulheres que estejam vivendo 88 anos, 0.5 acima da própria média! Se homens viverem na média os mesmos 87.5 anos da estimativa média das mulheres, 5 anos mais, e mulheres estiverem vivendo apenas 4.9 anos a mais que sua expectativa normal de vida, então a acrobacia estatística irá dizer que homens vivem mais mesmo que as médias com relação as mulheres sejam respectivamente 87.5 e 92.4! Lembrando, claro, que qualquer variação a favor delas é totalmente descartada! Portanto, se num país homens estiverem vivendo 87.5 e mulheres 200, isso será considerado PERFEITAMENTE IGUALITÁRIO! Mas se for somado com outro país onde tivermos 82.6 e 87.5, valerá a conclusão de que HOMENS VIVEM MAIS!

Para piorar tudo, note que houve uma nítida inversão entre fatores culturais e biológicos, pois a maior incidência de nascimentos de meninos, que é um fator claramente natural, foi atribuído a "cultura da preferência por meninos", mas ao mesmo tempo a maior expectativa de vida feminina, que como o próprio texto reconhece é de fato uma questão MAIS cultural, foi tomada como se fosse natural! Para eles, se as expectativas de vida para ambos os sexos fossem iguais, SERIA DESIGUALDADE! Ainda que não exista nenhum motivo biológico claro para que mulheres vivam mais que homens.

Para coroar o completo estelionato estatístico, vejamos na mesma página 5 (13) o seguinte. "O topo de escala escolhida determina se o Índice está recompensando o empoderamento feminino ou a igualdade de gêneros. 3 Para capturar a igualdade de gêneros, duas possíveis escalas foram consideradas. Uma foi a escala negativa-positiva capturando o tamanho e direção da lacuna de gênero. Essa escala penaliza tanto as vantagens dos homens sobre as mulheres quanto as vantagens das mulheres sobre os homens, e dá os maiores ponto para a igualdade absoluta. A segunda escolha foi a escala de um lado que mede o quão perto mulheres estão de atingir paridade com homens mas não recompensa nem penaliza países por terem uma lacuna de gênero na outra direção." (É necessária uma pausa para respirar aqui, pois logo em seguida temos.) "Nós consideramos a escala de um lado mais apropriada a nossos propósitos," (CLARO!) "visto que não recompensa países por terem excedido o parâmetro da paridade."

E também NÃO PENALIZA, NEM SEQUER REVELA, qualquer desigualdade em sentido oposto! Pois evidentemente, os propósitos em questão jamais tiveram nada a ver com honestidade!

Por fim a seguinte nota, mais uma vez, escondida na página 46 (54). "3 A primeira tentativa de calcular a lacuna e gênero foi feita pela Fórum Econômico Mundial em 2005; ver Lopez-Claros e Zahidi, Empoderamento Feminino: Mendindo a Lacuna de Gênero Global. O Índice de 2005, que tentou capturar o empoderamento feminino, usou uma escala "feminista" que recompensava a supremacia feminina sobre os homens (pontuações mais altas era assinaladas para países com maiores lacunas de gênero em favor de mulheres)."

Ou seja, o relatório de 2005 claramente considerava como mais igualitários países onde a lacuna de gênero já havia se invertido, mas provavelmente como isso já devia ter exposto demais e completa calhordice psicótica, e forçava a ver que a igualdade estava diminuindo invés de aumentar, decidiram esconder a evidência com um escala que distorce a realidade de uma forma muitíssimo mais covarde!

MOTIVOS ECONÔMICOS

Com tudo isso, sinta a profundidade da hipocrisia contida logo no início do relatório, página 'v' (7 do PDF). Alguns dos mais relevantes achados a respeito dos benefícios da igualdade de gêneros estão vindo das empresas. Por exemplo, empresas que incluem mais mulheres nos níveis mais altos da liderança tendem a superar aquelas que não o fazem. Com um numero crescente de talentos femininos saindo das escolas e universidades, e com maior poder de consumo nas mãos de mulheres, as empresas que falham em recrutar e manter mulheres - e assegura-lhes um caminho para posições de liderança - sabotam sua própria competitividade de longo prazo. E para aquelas que o fazem, os benefícios da diversidade são evidentes.

Mas esses benefícios vão além do fator econômico. Existe uma outra simples e poderosa razão de porque mulheres devem ser empoderadas: justiça. (fairness) Mulheres representam metade da população mundial - elas merecem igual acesso a saúde, educação, influência, poder de ganho e representação política. Suas visões e valores são críticas para assegurar um futuro comum mais próspero e inclusivo. O progresso coletivo da humanidade depende disso.

E é assim, em nome do justo e do correto, fairness, o relatório promove uma fraude asquerosa, inverte o próprio conceito de igualdade equivalendo-o a vantagem feminina ao mesmo tempo que tem a cara de pau de dizer que não o faz. Corrompe dados, falseia a realidade sem o menor pudor, e tudo isso para quê? PARA AUMENTAR A COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS! Certamente das mesmas empresas que financiam o Feminismo Global. Para ser mais exato, na página 381 (389):

O fórum econômico mundial gostaria de agradecer Aetna, Bank of America, Burda Media, the Coca-Cola Company, EY, Heidrick & Struggles, JLL, ManpowerGroup, McKinsey & Company, NYSE, The Olayan Group, Old Mutual, Omnilife-Angelissima Group, Ooredoo, PwC, Renault-Nissan Alliance, SABMiller, Takeda Pharmaceutical e Tupperware por seu inestimável suporte para o Programa de Paridade de Gênero e esse relatório. (E ainda temos que aguentar coxinhas que acham que o Feminismo quer implantar o Comunismo!)

O relatório em si tem quase 400 páginas. Mas a maior parte são detalhamentos dos dados de cada um dos 142 países listados. A parte teórica que revela o quão corrompida é tal visão de mundo ocupa menos de 50 páginas, grande parte delas repletas de tabelas e gráficos. Há muita coisa que devidamente lida é completamente chocante pelo grau de desfaçatez e hipocrisia, e renderiam vários outros textos, mas que sempre passam desapercebidos, pois a mídia só divulga os números finais sem qualquer preocupação em detalhar como eles são obtidos.

Mas notemos que nem mesmo o que é dito na introdução corresponde a realidade, e para evidenciar isto basta comparar com parte da conclusão, na página 46 (54). O relatório continua a enfatizar a forte correlação entre a lacuna de gênero de um país e sua performance econômica, e também sumariza algumas das mais recentes pesquisas nos campos econômico e social sobre a igualdade de gênero. Devido as mulheres serem metade do talento potencial de base de um pais, a competitividade de uma nação a longo prazo depende significativamente de se e como ela educa e utiliza suas mulheres. O relatório enfatiza a mensagem para produtores de políticas que, a fim de maximizar a competitividade e desenvolvimento potencial, cada país deve se esforçar pela igualdade de gênero, isto é, deve dar a mulheres os mesmos direitos, responsabilidade e oportunidades que a homens. (Omitindo o fato de que elas JÁ TEM mais direitos tendo menos responsabilidades.)

Interrompamos para observar o ranking do campeões em igualdade de gênero, Tabela 3 das páginas 8 e 9 (16 e 17), e procuremos qualquer lista dos campeões em crescimento econômico ou das maiores economias mundiais e o que vemos é algo totalmente diferente! Apenas Alemanha (12o), França (16o) e EUA (20o) estão entre os 20 primeiros da lista. Mas entre as maiores economias do mundo também temos China, Índia, Japão, Rússia, Brasil, Indonésia, todos estes na metade inferior do ranking. E se examinarmos rankings de crescimento econômico o resultado é ainda mais dissonante, com países como Filipinas, Tailândia, Hungria e outros. Um dos países que mais cresce atualmente é o Paquistão, que é o penúltimo da lista de igualdade de gênero.

Mas o pior, é que na realidade o tal relatório sabe muito bem disso! Tanto que ele próprio reconhece a completa ausência de relação entre a alegada igualdade e qualquer vantagem econômica, pois no mesmo parágrafo anterior, continua com o seguinte, que preferi separar em parágrafos para comentar com grifos.

Quatro grandes grupos de países são evidentes no Índice:

(1) países que em geral estão fechando lacunas educacionais E mostrando altos níveis de participação econômica feminina,

(2) países que em geral estão fechando lacunas educacionais MAS mostram baixos níveis de participação econômica feminina,

(3) países que tem grandes lacunas educacionais E grandes lacunas na participação econômica feminina,

(4) países que tem grandes lacunas educacionais MAS pequenas lacunas na participação econômica feminina.

INACREDITÁVEL! Como se vê, não há qualquer relação entre a lacuna educacional de gênero e a lacuna econômica, visto que dessas duas variáveis, as 4 combinações possíveis ocorrem, e se você examinar a tabela notará que os 4 grupos não são muito diferenciados em quantidade de exemplos. Diante disso, como considerar que os autores, referenciados nas páginas 379 e 380 (387 e 388), sejam outra coisa que não um bando de débeis mentais ou, mais provavelmente, um bando de patifes!?

E mais. Será que as tais empresas supracitadas, que são referenciadas com suas devidas logomarcas nas páginas 381 a 385 (389-393), gostam tanto assim de jogar dinheiro fora dando-os para incompetentes e farsantes? Será mesmo que eles levam a sério uma palhaçada dessas?

É óbvio que não! O poder econômico mundial, a elite do capitalismo global, financia o feminismo sabendo muito bem que não se trata de igualdade ou justiça, mas sim de interesses escusos que não podem ser confessados, entre eles a redução do custo da mão de obra pelo aumento da oferta, por isso quanto mais mulheres trabalhando melhor, e também por saberem que as únicas forças capazes de colocar freios na ganância corporativa desmedida sempre serão lideradas em sua maioria por homens das classes menos ricas, e por isso mesmo é interessante retirar poder desses homens diminuindo suas oportunidades de trabalho e estudo e chamando isso de igualdade de gênero, tranquilos pelo fato de que o aumento da quantidade de mulheres na produção, ao contrário do que pensavam os marxistas, faz é enfraquecer a capacidade de mobilização por melhores salários e condições de trabalho. Sem contar que todos os países na liderança econômica tem vastas populações, e que deter o crescimento populacional em países adversários é vital para barrar seu crescimento, e quanto mais mulheres na produção, menos na reprodução.

Mas isso é só um vislumbre da sujeira pervertida por trás do Feminismo Global, que jamais poderia ser esgotado em tão poucas palavras. O próprio relatório em questão esconde uma quantidade vastíssima de evidências diretas e indiretas que deixam tão claro o quão corrompidas estão as instituições econômicas, políticas, acadêmicas e outras, que somente os holofotes ofuscantes da mídia cúmplice, iluminando só o que lhes interessa, são capazes de obscurecer a verdade.


The Global Gender Gap Report 2014 www3.weforum.org/docs/GGGR14/GGGR_CompleteReport_2014.pdf

Marcus Valerio XR

18 de Dezembro de 2014

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