Os Titereiros do Capital e suas Marionetes de Esquerda
24/08/2016
A Guerra Contra a Reprodução
03/08/2016
A Família em Desconstrução Linguística
22/07/2016
Muita Sandice numa Burrice Só
18/07/2016
As Águas Sujas da Privatização
30/06/2016
Do Pré-Sal ao Impeachment
O Maravilhoso Mundo das Coincidências Fabulosas

28/06/2016
OBLIVION
Obra-Prima da FC

18/06/2016
O Estupro Coletivo da Consciência Social
14/06/2016
Os 300 da Suécia
26/05/2016
À Espera de
Um Milagre
(econômico)

21/05/2016
5 Bobagens Planetárias da FC
26/11/2015
Sensual Kombat
08/11/15
TELLUS
X
THALASSA

15/07/15
QUARTO Esboço de uma FILOSOFIA DO CAOS
28/06/15
A Verdade Sobre Margareth Sanger
Ela NÃO Era Abortista!

28/06/15
A Dignidade Humana Entre A Esquerda e A Direita
19/06/15
Pode o Feminismo Não Ser Misândrico?
09/06/15
Mad Max
Fury Feminist?

28/05/15
Batalhas Espaciais II
26/04/15 ABORTISMO
05/03/15
Aborto à Francesa
05/03/15
A Queda da Lua
23/02/15
Histórico de Textos Publicados

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25 de Agosto

Mal havia Maurício Macri assumido a presidência da Argentina no final do ano passado, começou a babação de ovo liberal elogiando suas maravilhosas políticas de austeridade que haviam acabado de ser anunciadas, como sempre, como uma nova e bela esperança contra os "male do peronismo".

Na época pensei: "aproveitem enquanto podem porque o deslumbre não vai durar muito." Mas juro que achava que a ilusão demoraria pelo menos um ano!

Hoje, quem se der ao trabalho de pesquisar sobre Macri e a economia argentina vai ter uma incrível dificuldade em achar uma boa notícia. Em português ainda se pode ver liberais brasileiros fazendo seu ridículo papel pago de fingir que a superioridade do privatismo e da austeridade ainda é defensável, mas coloque as notícias em inglês, onde não há militância latino americana de capachos de Lady Columbia, e o estrago chega a ser constrangedor.

Surpreendente não é. A não ser para quem não tem a menor noção da história econômica argentina, onde o neoliberalismo começou com força durante a ditadura militar, tendo resultados tão ruins que até arranjaram uma guerra para disfarçar. Por sinal contra outro país que também tinha interesse no conflito como cortina de fumaça para o próprio privatismo.

A liberalice continuou no governo civil, incluindo as políticas "Cavallares" de Carlos Menem. Mas a Argentina só entrou nos eixos mesmo com Nestor Kirchner, trazendo de vota o peronismo típico do povo argentino em benefício do próprio país.

Mas como a esperteza manipulatória das elites globalistas acaba levando a melhor devido a estupidez da neoesquerda, a sucessora Cristina Kirchner achou por bem aplicar políticas feministas e ter posições pró neoesquerismo na contramão da maioria esmagadora da população, o que, da mesma forma como está ocorrendo agora no Brasil, ajudou largamente a acensão da Direita Liberal que também é mestra em fingir ser Direita Cultural.

E nisso vamos seguindo. Assim que a Direita Liberal desmantelar a economia, o povo revoltado elege a Esquerda Populista para corrigir o estrago, até que esta, devidamente cooptada, começa a insultar o povo com suas políticas de Esquerda Liberal Cultural, até enervar a população de novo ao ponto de eleger novamente um governo que se finge de Conservador Cultural para implantar políticas liberais e reiniciar o ciclo.

Enquanto isso as elites financeiras assistem de camarote o circo de otários de esquerda que acreditam que Liberalismo Cultural tem algo a ver com Luta de Classes, e de otários de direita que acreditam que Liberalismo Econômico tem algo a ver com defesa das tradições populares.

24 de Agosto

OS TITEREIROS DO CAPITAL E SUAS MARIONETES DE ESQUERDA

23 de Agosto

Quem tem medo do povo?

Todos aqueles que acham que tem uma visão privilegiada e superior da realidade, e acham que devem eles decidir por todos os outros e liderar a sociedade.

Nova Resistência
22 de Agosto

Quem tem medo do "populismo"?

Existe termo político mais vazio do que "populismo"? Pode ser usado para qualquer tipo de ideologia. O indivíduo ou movimento pode ser de direita, de esquerda, de terceira via, de quarta via, e pode vir a ser categorizado como "populista". Podem ser indivíduos e movimentos radicalmente diferentes entre si. De fato, há pontos em comum entre grupos de todos os enquadramentos teóricos. Mas pode não ser o caso e todos serem chamados de "populistas".

A primeira coisa que notamos no uso desse termo é que ele é pejorativo. Dizer que alguém é populista ou que um movimento é populista é atribuir a ele uma pecha negativa que deve nos levar a tratar o objeto em questão de forma cínica, sem levá-lo a sério.

A segunda coisa que notamos é que está implícito neste termo uma espécie de elitismo profundamente classista. Aparentemente, se formos atentar para tudo que é chamado de "populista", ser "populista" é basicamente atentar para as demandas de largas margens da população de um país.

"Populista" é, para quem usa esse termos, basicamente o "filho da puta" e "desgraçado" que resolve prestar atenção nas demandas das massas de seu país e tenta, de alguma forma, oferecer uma resposta que corresponda a desejos majoritários.

Na nossa época, aparentemente, não há pecado maior. O bom governante, tudo indica, é aquele que ou governa em prol de ideais universalistas absolutamente abstratos ou o que governa tendo em vista um "bem" que só ele e uma pequena elite global conseguem entender e que não cabe à "ralé" discutir.

Pior ainda é se o governante em questão for carismático. Carisma é irracional. É algo que, para essa gente, deve ser banido da política, onde a racionalidade pura deve imperar, seguindo as regras da economia. Bom governante é o burocrata tecnocrático. O carimbador de papeis. O leitor de discursos escritos por um gerador de lero-lero.

A elite tem medo do povo. A elite globalista tem medo dos povos preocupados com a própria identidade, cansados do neoliberalismo e desejosos por terem suas vozes ouvidas pelos seus governos.

Usualmente, só se ouvia esse termo ser usado pela direita neoliberal contra líderes do passado ou do presente que visavam ampliar a participação política do povo e reduzir desigualdades. Contra Vargas, Perón, Gaddafi, Nasser, Assad.

Mas a esquerda, com um pouco de atraso, agora resolveu fazer uso do termo também. Lendo um artigo do mês passado da Carta Capital sobre a "ameaça" da "extrema-direita" e do "populismo" (com direito a todo tipo de besteirol, inclusive reprodução do mito atlantista de uma invasão russa da Crimeia) no Hemisfério Norte, vemos que, para a esquerda, quando as demandas populares são antiliberais do ponto de vista cultural e moral, aí, aparentemente, o mesmo povo que luta por melhores condições de trabalho não deve ser ouvido.

Dissonância cognitiva? Ou revelação da irmandade entre direita e esquerda no liberalismo, que é quem possui a hegemonia político-cultural em nossa era.

Não vamos nem entrar no mérito do uso extremamente superficial do termo "extrema-direita" para juntar em uma mesma categoria, novamente, movimentos radicalmente diferentes e que, às vezes, no máximo defendem uma redução razoável da imigração e a saída da UE e da OTAN.

A esquerda e a direita, aparentemente, tem os seus aspectos favoritos do liberalismo. "Livre-mercado absoluto? Aí não...ah mas fronteiras abertas sim!" ou "Legalização das drogas? É melhor não...ah mas estamos precisando de uma relativização desses direitos trabalhistas aí..."

Liberalismo. Por todos os lados. Em todos os lugares.

É isso (entre outras coisas) que, por exemplo, unifica maconhistas adeptos das bizarrices da ideologia do gênero com bilionários do complexo militar-industrial nos EUA. Medo de que o Trump inclua no jogo político ideias "retrógradas" de um mundo anterior ao da hegemonia liberal.

Este é um novo mundo. Todos os liberais, de todos os tipo, estão com medo do que vem por aí. Parece que o Povo vai voltar a ser ouvido.

É isso que queremos para o Brasil. Queremos ouvir a voz do Povo e queremos que a voz do Povo seja refletida na política, na economia, na cultura, em todos os níveis e principalmente onde mais importa, nas vizinhanças, bairros e municípios. A voz do Povo deve ser ouvida. Se tivermos que ser chamados de "populistas", que assim seja. Para nós será elogio.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


22 de Agosto


20 de Agosto

Em pleno Século XXI, continua muito popular uma noção pura e simplesmente ERRADA das Cores Primárias, que ainda são ensinadas, principalmente para crianças, como sendo os clássicos Vermelho, Amarelo e Azul.

De fato, com tintas nessas cores é possível sim obter uma grande variedade de outras tonalidades, mas mesmo uma paleta básica costuma usar outras cores, o que pode parecer a princípio apenas um facilitador, mas que acaba se tornando crucial para obtenção de um mais vasto e preciso espectro de tonalidades. Em especial o preto, sem o qual a misturas dessas 3 supostamente primárias gera apenas um marrom, e ainda mais estranho, o branco, única forma de obter misturas claras mesmo que se trabalhe numa tela branca.

Mas quem observar os modernos sistemas de impressão, inclusive nas impressoras coloridas caseiras, notará que usamos o famoso sistema CMY-K, que são Cian, Magenta, Yellow - BlacK, ou seja, CIANO, MAGENTA, AMARELO e Preto.

Assim, as verdadeiras primárias da pigmentação são Amarelo, Magenta (um rosa mais intenso e escuro) e Ciano, que é o que chamamos comumente de Azul Claro ou Azul Celeste. Com essas 3 primárias pode-se de fato obter todas as tonalidades concebíveis sem recorrer a nenhuma outra cor pronta. Até mesmo o preto pode ser obtido pelas 3, no entanto, costuma-se usar a tinta preta adicional porque ela é mais barata que as coloridas, e como em geral imprime-se muito mais em preto não faria sentido gastar as tintas caras para isso.

O motivo pelo qual por muito tempo de fato acreditou-se na primárias como Vermelho, Amarelo e Azul é nada menos que a deficiência e impureza dos pigmentos utilizados como materiais de pintura, que com o advento da tecnologia viria a receber versões mais precisas e sofisticadas, até o grau de pureza que possuímos hoje, embora nem mesmo os melhores sistemas tenham eliminado totalmente algumas deficiências mesmo nos mais modernos sistemas de impressão.

Tais deficiências não existem quando falamos das VERDADEIRAS CORES PRIMÁRIAS DA LUZ. Isto é, não as tintas para impressão que dependem de pigmentos materiais e suas complexidades químicas. Mas sim daquelas que sabemos ser usadas desde o advento da Televisão a Cores, o famoso sistema RGB, Red, Green, Blue. VERMELHO, VERDE e AZUL.

Note que não apenas elas são diferentes, como são complementares às primárias da pigmentação. Ou seja, usa-se a mistura de duas do sistema CMY para o obtenção de uma do sistema RGB e vice versa. [E antes que reclamem, abrevio as cores sempre em inglês porque em português nos nomes mais comuns há muita repetição de iniciais, compare por exemplos as cores do espectro com a iniciais em inglês (Red, Orange, Yellow, Green, Cyan, Blue, Violet), com as em português, (Vermelho, Alaranjado, Amarelo, Verde, Azul, Anil, Violeta). Por sinal, o K de blacK é justamente para não confundir com o B de Blue.]

Mas por que então, quando usamos Cor-Luz temos VERMELHO, VERDE e AZUL, e quando usamos de Cor-Pigmento temos AMARELO, CIANO e MAGENTA?

Simples. Porque o primeiro sistema é ADITIVO, e o segundo é SUBTRATIVO.

Você só conseguirá compor luzes coloridas ADICIONANDO mais luzes. Jamais obterá amarelo simplesmente colocando um vidro vermelho contra um verde de frente para uma luz branca, porque isso está subtraindo a luminosidade por filtros que vão escurecendo o resultado final. Mas junte duas fontes de luz Vermelha e Verde autônomas, como dois LASERs, ou duas lâmpadas LED, e notará o amarelo surgindo da soma das duas. Adicionando-se além delas uma fonte de luz Azul, obtém-se o Branco. É assim que funciona nosso sistema de TVs, Monitores de Vídeo e Telas de dispositivos móveis coloridos.

Já quando você adiciona uma tinta Ciana com uma Amarela para obter a mistura Verde, você está SUBTRAINDO a luz, por meio de pigmentos que a absorvem em frequências variadas. Assim você já pode entender porque sempre ouviu falar que o Branco é a mistura de todas as cores, mas só conseguia tons mais e mais escuros ao misturar tintas. Pois o Branco, enquanto Luz, pode ser decomposto em outras cores, como no espectro, das quais a primárias são Vermelho, Verde e Azul.

Em suma, as cores primárias da Luz são o VERMELHO, o VERDE e o AZUL, a soma de luzes das duas primeiras resultará em Amarelo, das duas últimas em Ciano, da primeira e da última em Magenta. Isso em perfeita simetria inversa em relação as primárias da pigmentação, AMARELO, CIANO e MAGENTA, cuja mistura subtrativa das duas primeiras resulta Verde, das últimas em Azul, e da primeira e última em Vermelho.

E as mistura aditiva das 3 cores luz em Branco, e a subtrativa das 3 cores pigmentação em Preto.

(Obs: Mais algumas reflexões sobre cores em Filosofia Elemental.)

18 de Agosto, 21:43

Respondendo a um CANALHA!, que disse: "Após 89 dias de uma greve marcada por agressões, sabotagens e até poluição proposital do lago Paranoá, funcionários da estatal de águas Caesb, de Brasília, ganharam aumento de 9,8% e abono das faltas, em uma decisão TRT que deixou a população em estado de choque."

Não seu farsante! Após 89 dias de uma greve marcada por DENÚNCIAS FALSAS da própria Presidência da Empresa e trombeteadas por uma mídia corrupta e mentirosa TODAS JÁ DESCARTADAS pela própria polícia e justiça, os servidores da CAESB ganharam REPOSIÇÃO SALARIAL INFERIOR À INFLAÇÃO de 10,67% (índice IPCA) e abono de METADE dos dias parados em greve legal, em uma decisão UNÂNIME do TRT em consonância com a recomendação do MPT que não assustou ninguém exceto patifes como você que trabalham para a corja liberal que visa dilapidar o patrimônio público e servem aos interesses de criminosos de colarinho branco!

18 de Agosto, 21:16

Sintam a pancada! (Mas até agora não sei se essa citação é do Andre Levy ou de um tal de Neo Baudrillard.)

"O “liberal” brasileiro é aquele que defende o “livre mercado” para as grandes corporações, mas adora ver um camelô sendo roubado pela guarda municipal. Eu nunca ví na vida um desses neo gurus da direita defender “livre mercado” para camelô, muito menos questionar o fato do governo bancar a grande mídia no Brasil. Já divulguei em vários posts aqui do Mídia Coletiva, aquilo que precisa ser lembrado a todo momento, que a Rede Globo nos 12 anos de governo petista embolsou R$ 6, 2 Bilhões em publicidade. Se embolsou isso no governo do PT, imagine antes. É um valor tão absurdo que as pessoas abstraem, não conseguem codificar no cérebro o que isso significa. Eu costumo usar como exemplo as Casas Bahia. Esse é o mesmo valor que Samuel Klein, depois de trabalhar mais de 50 anos e abrir quase 550 lojas por todo o Brasil conseguiu acumular de capital com as operações das Casas Bahia. E foi também o mesmo valor do lucro do BNDES em 2015. Você pode aqui ver o que é possível fazer com R$ 6 bilhões e aqui a notícia deste gasto do governo com a Globo. Ou seja, a grande mídia no Brasil é bancada pelo Estado e eu nunca ví e você também nunca verá uns desses neocons “liberais” questionar isso.

Não tenho dúvida, que se existe algo que uma empresa como a Globo realmente precisa é de livre mercado, ou seja: vá se virar sem mamar nas tetas do governo. Só este exemplo que é a regra do capitalismo de compadres do Brasil já desmonta todo o discurso barato de Kim Kataguiri e sua tropa, que adora repetir frases decoradas de Milton Friedman, mas que faz vistas grossas para essa realidade. Por que isso ocorre? Porque a agenda dos Kataguiris da Paulista e sua turma não é desenvolver livre mercado e empreendedorismo para levá-lo aos que realmente precisam de livre mercado como os camelôs e outros pequenos e médios empreendedores que são esmagados pelas grandes empresas e pelo estado. A agenda por trás do MBL é o Livre Mercado exclusivo para os bilionários americanos comprarem com ajuda da Globo o que restou da indústria brasileira. É o livre mercado para privatizar os recursos naturais do país. Esse é o livre mercado do MBL e de todos estes novos representantes da velha direita brasileira." Sobre os “Kim Kataguiris” e a agenda “liberal” para vender o Brasil

18 de Agosto, 10:31

Para quem quiser compreender melhor a questão dos atletas militares brasileiros, dois textos muito bons que explicam o fato.

O primeiro de David Deccache pode causar um baque no ufanismo militar principalmente por mostrar quem foi o verdadeiro responsável por essa parceria, além de fazer um bom retrospecto dos Jogos Mundiais Militares.

O segundo, mais conciliador e mostrando que se trata sim de uma parceria mutuamente benéfica e até justifica as continências, é de Alexandre Versignassi, explicando melhor a questão da infraestrutura.

É bom se informar antes de tomar partido de um lado da questão.

18 de Agosto, 08:56

Gravado em 12/04/16 mas perfeitamente atual.



17 de Agosto

Sempre faço questão de distinguir os Esquerdistas ECONÔMICOS, de tradição mais antiga e focados principalmente nas questões trabalhistas, dos mais recentes NeoEsquerdistas CULTURAIS com sua agenda de cor, raça, crença, gênero, sexo, espécie, etc que apenas finge, e mal, estar preocupada com os trabalhadores.

Infelizmente a maioria deles ainda faz questão de acreditar que seguem pautas harmônicas, quando para qualquer entendedor já está bem claro que a Neoesquerda tem como principal objetivo, por parte de quem a financia, justamente sabotar a pauta trabalhista. O que tem sido feito com monumental sucesso.

Entre inúmeras outras evidências, achei particularmente interessante um texto do cineasta norte americano Michael Moore, um dos grandes defensores dessa ilusão, no país onde o abandono da pauta esquerdista originária já está há muito consumado em prol da New Left. Em 5 REASONS WHY TRUMP WILL WIN (5 razões porque Trump vencerá) ele diz: "A esquerda venceu as guerras culturais. Gays e lésbicas podem se casar. A maioria dos americanos agora toma posições liberais em quase todas as pesquisas apresentadas a eles: Pagamento igual para mulheres - OK. Aborto deve ser legal - OK. Leis ambientais mais rígidas - OK. Maior controle sobre armas - OK. Legalização da maconha - OK. Houve uma grande mudança" (The left has won the cultural wars. Gays and lesbians can get married. A majority of Americans now take the liberal position on just about every polling question posed to them: Equal pay for women – check. Abortion should be legal – check. Stronger environmental laws – check. More gun control – check. Legalize marijuana – check. A huge shift has taken place)

Mas ao longo do mesmo texto ele também deixa claro o grau do abandono da classe trabalhadora ao explicar porque tudo indica que Donald Trump irá ganhar as eleições. "Quando Trump esteve numa fábrica da Ford Motor durante a primária do Michigan, ele ameaçou a corporação que se eles de fato fossem adiante em seu plano de fechar a fábrica e movê-la para o México, ele iria meter-lhes 35% de imposto sobre qualquer carro fabricado no México enviado de volta para os EUA. Isso foi doce, doce música nos ouvidos da classe trabalhadora do Michigan, e quando ele ameaçou a Apple de que a forçaria a parar de fazer iPhones na China a construí-los ali na America, bem, os corações palpitaram e Trump saiu com uma grande vitória" (When Trump stood in the shadow of a Ford Motor factory during the Michigan primary, he threatened the corporation that if they did indeed go ahead with their planned closure of that factory and move it to Mexico, he would slap a 35% tariff on any Mexican-built cars shipped back to the United States. It was sweet, sweet music to the ears of the working class of Michigan, and when he tossed in his threat to Apple that he would force them to stop making their iPhones in China and build them here in America, well, hearts swooned and Trump walked away with a big victory)

E depois segue falando do estrago causado na classe média, nos trabalhadores e desempregados, que foram enganados pela mentira liberal, introduzida por Reagan, de que multiplicar a fortuna dos mais ricos iria também melhorar a vida dos mais pobres. E que sobretudo, foram abandonados pelos Democratas, a "esquerda" dos EUA, e que não será diferente com Hillary Clinton, que por sinal é hoje a verdadeira Senhora da Guerra e do Imperialismo predatório que visa subjugar o planeta inteiro para satisfazer a ganância infinita das oligarquias que tem financiado os Clinton a fim de transformá-los numa nova oligarquia.

Enfim. Moore é um exemplo de quem se preocupou com a pauta econômica legítima da esquerda, como se pode ver em vários de seus filmes como 'Roger e Eu' (que fala exatamente sobre o fechamento da fábrica da GM que foi movida para o México), 'Sicko' (que critica os mau sistema de saúde pública dos EUA) ou 'Capitalismo - Uma História de Amor'. No entanto, mesmo ele foi completamente cooptado pela fraude de que tais pautas são harmônicas com as pautas da New Left ainda que as evidências lhe mostrem o exato contrário.

E como estou dizendo há anos, se aqueles que realmente defendem os direitos dos trabalhadores não estiverem cientes disso, a vitória total dos Liberais será inevitável.

16 de Agosto, 19:53

APÓS ABORTO ESPONTÂNEO, MÃE POSTA IMAGEM DO FETO E COMOVE INTERNAUTAS.

“Essa mão é minha. Segurando meu doce bebê, Ezekiel. Eu o pari em 20 de janeiro. O coração dele parou com 11 semanas e 2 dias. Ele tinha batimento. Um doce som. Ele tinha vida! Ele não era uma bolha. Ele não era um amontoado de células. Ele era formado. Perfeito. Olhem os detalhes. Os lindos dedinhos. Dedos dos pés. Eu sou abençoada por ser mãe dele. Ele viveu para mostrar vida aos outros! Por favor, sinta-se à vontade para mostrar a VIDA dele aos outros. Ele é meu doce e pequeno missionário”.

16 de Agosto, 12:08
Alexandre Borges
25 de Janeiro de 2015

[Mensagem do Exílio 014]

No post sobre o texto Me deixem ser pai da minha filha, mostrei os problemas diretamente relacionados à ausência paterna na criação de filhos e, das poucas objeções nos comentários, destaco duas: exemplos de mães que criaram bem seus filhos sem pai e a idéia de que os números apresentados são resultado da pobreza e não da ausência paterna. Vamos esclarecer as duas.

Em primeiro lugar, um erro comum nesse tipo de discussão é achar que ciências sociais são exatas. Quando se diz que um fator contribui para um determinado resultado não quer dizer que toda vez acontecerá dessa forma, apenas que há uma tendência e é essa tendência que está sendo medida.

Sempre haverá um "ah, eu conheço o fulano que foi diferente", o que não invalida em nada as conclusões gerais ou os números apresentados. Uma pesquisa que mostre que crianças que usam drogas têm problemas escolares, por exemplo, não é invalidada porque alguém diz "ah, mas eu conheço um menino que cheirou cocaína e passou de ano". O importante em sociologia e nesse tipo de levantamento é entender a tendência geral do comportamento em uma determinada situação e não a busca de regras gerais que sejam aplicáveis a 100% dos casos.

Sobre os números e a pobreza, há uma mistura de ignorância e preconceito em relação aos pobres, como se pobreza e sexo livre fossem sinônimos. No gráfico do post você vai ver que em 1963, um ano antes de Lyndon Johnson lançar seu pacote de medidas assistencialistas batizado de "Great Society", 93% das crianças americanas nasciam em lares de pais casados contra apenas 40% hoje. Houve uma radical mudança cultural no país e não econômica. Repare também que na década de 30, período da Grande Depressão, praticamente não houve alteração do índice.

A queda vertiginosa do número de crianças nascidas em lares de pais casados em 50 anos nos EUA não tem nada a ver com a variação dos níveis de pobreza mas com as idéias disseminadas pela elite cultural ocidental a partir dos anos 60, que foram particularmente impactantes nas faixas de renda mais baixas da população. O aumento do índice de crianças geradas por mães solteiras não foi causado pela pobreza, pelo contrário, foi a pobreza, a falta de informação e uma tendência a mimetizar o comportamento das celebridades e elites que se mostraram um terreno fértil para a assimilação dessas idéias. É como o nome de crianças de celebridades e de pais ricos que, em cinco a dez anos, viram moda para o resto da população, como mostrado por Levitt e Dubner em "Freakonomics".

Existe uma relação entre casamento e padrão de vida, claro, o que já foi medido em diversas pesquisas. Crianças nascidas de mães solteiras nos EUA são pobres em 36,5% dos casos, enquanto apenas 6,4% das crianças criadas por pais casados são pobres, e é por isso que muitos defendem que o casamento é a maior arma contra a pobreza no país.

A educação é outro fator importante nessa tendência. Das mães que não completaram o ensino médio, 67,4% tiveram filhos sem estar casadas, enquanto apenas 8,1% das mães com curso superior completo tiveram o filho solteiras.

Outro dado que deve ser mencionado é que 71,2% das famílias pobres com crianças nos EUA são comandados por solteiros, um número que despenca para 26% entre os lares fora da linha da pobreza.

Quando se junta os dados de educação e estado civil, os números ficam ainda mais gritantes. Lares com crianças em que o responsável pela casa é casado e tem curso superior estão na pobreza em apenas 1,5% dos casos, ou seja, se você tem curso superior completo e é casado com filhos nos EUA, sua chance de ser pobre é próxima de zero. Já se o responsável pelo lar é solteiro, não completou o ensino médio e tem filhos, sua chance de ser pobre é de 47%.

É claro que números como esses levam a uma leitura apressada de alguns que saem gritando "tá vendo? é a pobreza!" por não se darem ao trabalho de olhar as séries históricas e também checar dados de outros países do mundo não tão influenciados pelas idéias e valores da geração porralouca dos anos 60, que foi a Woodstock fazer filhos se drogando na lama e que hoje está no poder nos EUA.

Há também a questão racial. Enquanto a média nacional de crianças nascidas de pais não casados hoje é de 40% nos EUA, o número de crianças brancas nascidas assim é de 28,6% contra 52,5% dos hispânicos e 72,3% dos negros do país. Mas nem sempre foi assim.

Voltando à época de Lyndon Johnson, em 1964 o número de crianças negras nascidas de pais solteiros era de apenas 24,5%, pulando para 50,3% em 1976, chegando a 70,7% em 1994. Em apenas 30 anos, de 1 em cada 4 crianças negras que nasciam em lares com pais não-casados o número dispara para quase 3 em cada 4. Não há qualquer relação entre esses números e o nível sócio-econômico da população, mas tudo a ver com a mudança cultural do país com reflexos diretos nessa população.

Negros conservadores americanos, como Thomas Sowell, Larry Elder, Jason Riley, entre outros, estão cada vez mais batendo na tecla da cultura pop consumida pelos negros do país que, segundo eles, incentiva e aplaude todo tipo de comportamento socialmente repreensível com consequências sociais desastrosas, como o gangsta rap. Thomas Sowell culpa a “destruição da família negra americana” à criação do que chama de uma “subcultura” com todo tipo de comportamento sexualmente irresponsável sendo glorificado, inclusive pelas elites culturais do país, além da queda do padrão educacional. Veja Sowell comentando esse tema aqui.

Outro argumento em favor da idéia de que é a cultura que influencia o comportamento sexual e não o nível de renda é olhar estes números em outros países do mundo. No Japão, apenas 2% das crianças que nascem são filhas de mães solteiras. Dados dos anos 90 falam em 3% para Israel e 5% para China. Na América Latina, diretamente influenciada pela cultura americana, os números são ainda maiores do que nos EUA: México 55%, Argentina 58%, Brasil 66%, Paraguai 70% e Colômbia 74%. A média na Europa é de 39%, variando de apenas 7,6% na Grécia, 15,4% na Croácia e 28% na Itália até 47,6% na Grã-Bretanha e Portugal, 54,5% na Suécia, 57,1% na França e 66% na Islândia.

A grande variedade desses números mostra que é a cultura específica de cada país que mais influencia o índice de crianças nascidas e criadas em lares de pais solteiros e não a pobreza como alguns ainda acham. Se a pobreza levasse a mais nascimentos de crianças sem pais casados, por que a Grécia (renda per capita de US$ 21 mil) tem menos de 8% da crianças nessa situação enquanto a Islândia (US$ 45 mil de renda per capita) tem 66%? Por que a Croácia (US$ 13,5 mil de renda per capita) tem 15,4% de crianças nascidas de mães solteiras contra os 57,1% da França (US$ 46 mil de renda per capita)? O Japão tem a terceira maior economia do mundo e quase todas as crianças nascem em lares de pais casados. O Brasil tem a sétima economia do planeta e 2 em cada 3 crianças nascem de mães solteiras.

O assunto é explosivo, politicamente incorreto e envolto em muito preconceito. Mesmo que muita gente não goste, é perfeitamente possível mostrar que o estado civil dos pais e a presença do pai na educação dos filhos tem uma influência no futuro da criança tão ou mais importante do que apenas seu nível de renda.

Marriage: America’s Greatest Weapon Against Child Poverty


16 de Agosto, 00:41

Sempre que é Dia dos Pais, feministas inundam a web com notícias de homens estupradores, pedófilos e pais abusivos. Segundo adeptos dessa ideologia, são esses, os representantes de uma minoria, que devem ser lembrados, e não a maioria de homens comuns que trabalham por suas famílias e amam seus filhos.

Na melhor das hipótese fazem "homenagens" hipócritas chamando os pais atenciosos de raros, lembrando das mães que criam filhos sozinhas ou insistindo na necessidade de desconstruir o "machismo" e o Patriarcado.

E se fosse o contrário? E se no Dia das Mães as redes sociais se vissem repletas de caso de mulheres abusivas, pedófilas, mães que torturam ou matam os próprios filhos e toda uma infinidade de casos que podem ser facilmente localizados e compilados? (Lembrando que a maioria dos infanticídios são cometidos por mulheres.)

Evidentemente isso seria detestável. O Dia das Mães é o dia para se homenagear as boas mães, lembrar da maioria, e não da minoria desviante e desprezível.

Mas o Feminismo é a Luta contra o Patriarcado, e o Patriarcado é nada menos que a própria Paternidade socialmente instituída, sendo exatamente isso que feministas pretendem destruir

Por isso, quando fazem essas campanhas misândricas e anti paternais no Dia dos Pais, nada mais fazem do que expressar com perfeição a essência de seu movimento de ódio a todo o gênero masculino, à família tradicional (que é a base do Patriarcado) e à toda a sociedade.

15 de Agosto, 14:33

Disseram que não ia ter Copa...

Teve Copa!

Disseram que não ia ter Golpe...

Teve Golpe!

Disseram que não vai haver Intervenção Militar...

Mas pelo menos nas Olimpíadas a "Intervenção Militar" está indo muito bem, sendo responsável por mais da metade das medalhas até agora, conquistadas por atletas do Exército e da Marinha.

E justo em modalidades típicas das Forças Armadas: Tiro e Luta, com belos "golpes" de Judô.

10 de Agosto

Algo a ser estudado. Skyscrapers — but no sewage system. Meet a city run by private industry

9 de Agosto, 21:40

Francisco Costa
8 de Agosto

PORQUE TANTO ÓDIO DO MORO À ODEBRECHT?

Se observarmos a lista de empreiteiras doadoras de campanhas eleitorais, veremos que a Odebrecht aparece em sétimo lugar e assim mesmo doando fração do que doaram as demais (OAS, UTC, ECOVIX, QUEIROZ GALVÂO, TOYO SETAL e ANDRADE GUTIERREZ, pela ordem, sendo que a OAS sozinha doou mais que todas as demais, juntas, a partir do sétimo lugar).

O que justificaria então essa fome de destruir a Odebrecht, de Washington e Moro?

A Odebrecht é hoje uma das maiores e mais importantes empreiteiras do mundo, tocando obras em todos os continentes, em concorrência direta com as empreiteiras norte-americanas e européias.

Quando os Estados Unidos covardemente invadiu o Iraque, matando mais de 100 000 civis e destruindo o país, justificando-se nas calúnias de que Sadhan Houssein estava fabricando armas atômicas, químicas e biológicas (não encontraram sequer indícios disso) a Odebrecht era praticamente empreiteira única no Iraque, construindo gasodutos, refinarias de petróleo, estradas, conjuntos habitacionais... Dando emprego à mão de obra brasileira, levada para lá, para ter salários em petrodólares, e trazendo divisas para cá.

Destruído o país, com a Odebrecht fora, todas as obras da empreiteira brasileira foram herdadas pela empreiteira da família Bush, que está “reconstruindo o país”, recebendo em petróleo.

Se este é um bom motivo para os norte-americanos desejarem o fim da Odebrecht, há outro, muito maior, o know how da empresa, o seu acervo de conhecimentos científicos e tecnológicos.

Em qualquer país do mundo em que se fale na construção de refinarias de petróleo a Odebrecht é imediatamente lembrada, não só como empreiteira, executora das obras, mas como planejadora.

Grande parte dos conhecimentos de prospecção e extração de petróleo em águas profundas, além da Petrobrás, está nas mãos da Odebrecht.

A Odebrecht é praticamente a única empresa não estatal, no mundo, que tem o domínio do ciclo completo do Urânio, desde a sua mineração, no subsolo, purificação, enriquecimento e uso, seja para fins pacíficos ou bélicos (é a Odebrecht que está construindo a Usina Nuclear de Angra III, é a Odebrecht que está construindo, junto com os franceses, o nosso primeiro submarino atômico, estando em condições de construir a bomba atômica, bastando o governo dar o sinal verde).

Destruir a Odebrecht é questão estratégica para os Estados Unidos.

O Juiz Sérgio Fernando Moro, da primeira instância, em Curitiba, o responsável pela chamada Operação Lava Jato, esteve na Câmara dos Deputados, ocasião em que repetiu Estados Unidos 38 vezes, colocando este país como modelo político, jurídico e constitucional para o Brasil.

Do outro lado, em delação premiada, Marcelo Odebrecht afirmou que deu vinte e três milhões de reais ao Ministro do Exterior, José Serra, dez milhões de reais ao Presidente interino, Michel Temer, e cinco milhões ao Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, em espécie, dinheiro vivo.

Mais disse, que José Serra lidera uma quadrilha internacional que age contra os interesses brasileiros, o que era desnecessário dizer, basta ler o livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Júnior, contendo reprodução de documentos capazes de colocar Serra na cadeia por algumas décadas, por alta traição ao país.

A acusação de Marcelo bate com outras, principalmente a feita por Fernando Baiano, lobista do PMDB, de que todo o dinheiro saído da Petrobras passou por Madrid, sob a coordenação do marido de uma cunhada de Serra, segundo Baiano, um testa de Ferro de Serra.

Aliás, este é o país dos Fernandos: Collor, Henrique Cardoso, Baiano, Beira Mar e Moro.

É sintomático que a Lava Jato não se debruce sobre o mercado financeiro, fonte de corrupção maior que a da Petrobras; sobre a mídia, corrupta, corruptora e sonegadora, ficando na Petrobras e nas Usinas Atômicas, anunciando que avançará sobre o setor elétrico, limitada ao setor energético, a espinha dorsal de qualquer país.

Na Câmara dos Deputados, recebido de pé e sob aplausos, pelos corruptos que tem isentado na Lava Jato, Moro, depois de cantar loas aos Estados Unidos, diante da pergunta do deputado Paulo Pimenta, do que aconteceria nos Estados Unidos se um juiz de primeira instância, sem ordem judicial, gravasse conversa telefônica entre o ex presidente Bill Clinton e o presidente Barak Obama, como aqui foi feito em telefonema entre o ex presidente Lula e a presidente Dilma, o farsante pediu licença, avisou que o tempo estava esgotado, e como rato diante de gato, fugiu, abandonando o recinto.

Isto explica o poder que ele, junto com Gilmar Mendes, têm sobre o STF.

A Lava Jato é um posto avançado dos Estados Unidos e Moro o seu comandante, fiel aos princípios e interesses dos seus chefes.

Quanto às propinas pagas a Serra, Temer e Padilha, entre outros, isso não vem ao caso, não considerar faz parte da doutrina jurídica praticada por Moro, e que será o mote do próximo artigo.

Francisco Costa

Rio, 08/08/2016.


9 de Agosto, 16:30

Nova Resistência
9 de Agosto

O Trabalhismo é uma doutrina originariamente nacional, germinada em solo nacional e elaborada para dar conta de uma corolário de problemas gerados no interior do Estado brasileiro em seu processo de desenvolvimento histórico.

Remonta aos feitos de Vargas na concreção dos direitos trabalhistas e na exploração política da representação técnico-sindical (corporativa) no seio do Estado (em contraposição à representação liberal-parlamentar); passa pelos projetos de reforma estrutural elaborados por Jango (reforma agrária, nacionalização dos setores estratégicos da indústria, contenção dos lucros remessados ao exterior) e se consolida no espírito caudilhista e socialista patriótico de Brizola.

Em suas diversas manifestações históricas, no entanto, seu fundamento não poderia ser outro: o Trabalhador.

O ideal Trabalhista se resume à ampliação progressiva da participação e da colaboração do Trabalhador no destino histórico da Pátria e no consequente sufocamento das instituições burguesas: do parlamento burguês, dos direitos políticos burgueses, das liberdades burguesas e da democracia burguesa.

Ser Trabalhista hoje é defender a soberania nacional como via para a soberania popular.

Ser Trabalhista hoje é denunciar o processo leso de entrega do patrimônio público para as oligarquias estrangeiras (as "Perdas Internacionais" de que falava Brizola).

Ser Trabalhista hoje é defender o monopólio nacional do petróleo (riqueza eminentemente brasileira).

Ser Trabalhista hoje é olhar para o passado com orgulho, mas também com extrema agudez crítica: é ser capaz de transcender toda forma de saudosismo pueril e de

rejeitar os erros daqueles que já jazem em tumbas, não com o objetivo de desmerecer seus feitos ou suas memórias, mas visando a superação de tais erros.

Ser Trabalhista hoje é lutar veementemente contra a corja de nômades parasitas que governa o país: é apontar o dedo para projeto de desmonte da nação atualmente em curso, seja na arena internacional (o projeto de subserviência pró-atlantista de José Serra), seja no âmbito nacional (o massacre legislativo operado por Temer em cima dos trabalhadores e aposentados).

Ser Trabalhista hoje é defender a reforma agária e a soberania política do pequeno agricultor.

Ser Trabalhista hoje é rechaçar toda forma de terceirização como uma das facetas da política neoliberal de hiperexploração do trabalho.

Ser Trabalhista hoje é compreender o Brasil como um Estado de mil Nações: é defender a soberania popular em seus múltiplos níveis regionais, em suas variadas ramificações culturais, fazendo oposição a toda forma de nacionalismo burguês (que visa sempre homogeneizar e nivelar os povos que compõem o país em torno de uma identidade unitária artificial).

Ser Trabalhista hoje é militar para que os valores e as tradições do Povo não sejam subjugados pelas elites cultural-financeiras que, diariamente, através das mídias, tentam impor verticalmente um padrão primeiro-mundista, ocidental e liberal de moralidade e de ética para este mesmo Povo. Ser Trabalhista hoje, portanto, é defender os valores da LIBERDADE (para os povos), da JUSTIÇA (para o Trabalhador) e da REVOLUÇÃO (anticapitalista, antiburguesa e antiliberal).

Sejamos, pois, Trabalhistas!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


8 de Agosto, 11:54

Governo cortou R$ 206 milhões em publicidade da TV Globo em 2015

No geral a notícia é até boa, mas o quadro que revela é tão espantoso que chega a ser difícil acreditar. A que ponto chega a promiscuidade entre o Estado e a Mídia e o quanto a Mídia televisiva consegue, ou conseguia, levar vantagem mesmo em relações onde deveria estar praticamente submissa.

Afinal que sentido tem uma mídia que depende de concessão pública cobrar tão caro para que o verdadeiro proprietário anuncie nela?!

8 de Agosto, 08:42

Um bom resumo introdutório sobre a Quarta Teoria Política. Arthur Lima - A Quarta Ideologia

7 de Agosto, 21:14

Nada como um estorinha que desmantela toda uma ideologia.

Obs: PNA significa "Princípio de Não Agressão."

Joel Pinheiro da Fonseca
19 de Janeiro

Era uma vez um rei que governava seus domínios com mãos de ferro. Cobrava altos impostos, impunha leis draconianas, bania e até matava súditos que desobedecessem. Mantinha o trono pelo terror.

Uma bela noite, contudo, um dos seus ministros leu Rothbard e Hoppe e se tornou, em segredo, defensor do PNA. O direito de propriedade (sobre si e sobre objetos) era inviolável. O rei era um criminoso. Os impostos, a proibição da livre iniciativa, a violência contra pessoas que nada fizeram de errado; uma longa lista de crimes intoleráveis.

A consciência do ministro o acusava: ele fazia parte desse sistema. Rolava na cama, incapaz de dormir. Enquanto ocupasse o cargo, suas mãos estariam sujas de sangue. Deveria simplesmente se demitir? Liderar uma revolução? Assassinar o monarca?

A angústia seguia insuportável até que um dia, conversando com o historiador da corte, fez uma descoberta. Mil anos antes, um antepassado do rei comprara aquelas terras de donos legítimos. A terra do reino fora passada de pai para filho até chegar ao rei atual. O amigo lhe mostrou inclusive o antigo pergaminho do título de propriedade original.

A revelação mudava tudo. O reino era propriedade privada do rei. Os cidadãos eram inquilinos. As restrições ao movimento e à atividade econômica não eram imposições violentas, eram prerrogativas do proprietário. Os reais agressores eram aqueles que, ocupando o território, se recusavam a segui-las. E os impostos, por fim, não eram impostos; eram aluguéis.

Aliviado, o ministro voltou a dormir na mais serena paz, tendo conciliado suas exigentes convicções morais com a posição que ocupava no reino.


7 de Agosto, 11:28

O que torna o último filme de Stanley Kubrick tão estranhamente bizarro? O próprio título, que na versão em português foi simplificado para 'De Olhos Bem Fechados', é originalmente EYES WIDE SHUT, o que literalmente significaria "Olhos Arregaladamente Fechados", visto que a expressão comum em inglês é 'eyes wide open', sendo então, o título do filme, literalmente uma espécie de paradoxo que significa um esforço intenso para não ver.

Por mais que o diretor já fosse reconhecido por filmes herméticos e controversos, suas excentricidades quase sempre podiam ser associadas a algum elemento facilmente justificável.

As viagens surreais em 2001 - Uma Odisséia no Espaço podem ser justificadas pelo contato com inteligências alienígenas incompreensíveis; os sadismos delirantes de Laranja Mecânica se passam numa sociedade futura alternativa além de envolverem estranhas drogas misturadas ao leite; e os comportamentos perturbados de Full Metal Jacket ("Nascido Para Matar") se dão no estressante contexto da guerra do Vietnam.

Mas 'Eyes Wide Shut' nada tem disso. Trata-se da vida de pessoas normais, no mundo normal, na mais manjada de todas as cidades, Nova York, em nossa época contemporânea. E mesmo assim talvez seja o filme mais estranho, perturbador e repleto de significados do famoso diretor.

Em especial, o filme toca num tema tabu relacionado a sociedades secretas e elites riquíssimas que estão acima até mesmo da quase totalidade das pessoas ricas, como é o caso do casal retratado no filme. Como eu sempre digo, por mais ilusões que se tenha, o fato é que mesmo a maioria dos integrantes dos 1% mais ricos da humanidade ainda estão mais próximos dos mais pobres do que estão dos 0,000001% mais ricos. A elite bilionária, ou quase, composta de uns poucos milhares de indivíduos num mundo de 7 bilhões de habitantes.

Por tudo isso, recomendo então este texto, tradução de boa qualidade de uma versão original em inglês, que esmiúça detalhadamente o filme revelando todo o seu complexo simbolismo e as implicações conspiratórias que ele aponta, indo a níveis que variam do perfeitamente crível ao absolutamente perturbador.

As Mensagens Ocultas (e não tão ocultas) no "De Olhos Bem Fechados" de Stanley Kubrik

Dizem os mais afoitos que Kubrick se atreveu a desafiar forças com as quais não deveria ter se indisposto, sendo um dos poucos a tocar nesse assunto tão hermético. (Dan Brown também o faz, especialmente em "O Código Da Vinci" e "O Símbolo Perdido" mas de forma bem mais sutil.) Assunto este que colocaria em risco a vida daqueles que se atrevem a sondá-lo.

Mas deve ser só coincidência que Kubrick tenha morrido alguns dias depois de apresentar publicamente a versão preliminar do filme e nunca o tenha visto em sua edição final.

5 de Agosto, 14:17

Nova Resistência
4 de Agosto

As chamadas Parcerias Público-Privadas (PPPs) são uma modalidade sutil de privatização, e de avanço da agenda neoliberal sobre os governos e Estados, que tem crescido exponencialmente nos últimos anos com os megaeventos.

Resumidamente, uma PPP é uma espécie de concessão de determinados serviços públicos à entidades privadas (empreiteiras e consórcios) que ocorre a partir de contratos administrativos: abre-se um processo de licitação e, em seguida, destina-se uma parcela específica de recursos públicos (oriundos dos municípios, dos estados e da União) para que a entidade privada vencedora do processo realize certas obras ou administre certos serviços que pertencem ao arco de responsabilidades do Estado.

O problema é que o setor público e o setor privado operam a partir de lógicas distintas: a finalidade do Estado é socializar/coletivizar bens e serviços essenciais ao bem-estar da população, enquanto que a finalidade do setor privado é de apenas maximizar seus lucros.

No caso do megaevento olímpico, todas as obras de infraestrutura foram realizadas pelo consórcio Rio Mais, composto por Odebrecht (investigada pela PF por inúmeros crimes), Andrade Gutierrez (idem) e Carvalho Hosken (uma das financiadoras da campanha do atual prefeito do Rio, Eduardo Paes).

Em meio a todos os processos de remoção e desocupação que atingiram inúmeras famílias ao longo da realização das obras e sem levar em conta os muitos impactos socioambientais gerados pelas mesmas (além, é claro, das irregularidades contratuais, contravenções, lavagem de dinheiro e pagamentos de propina que certamente virão a tona em breve), fiquemos apenas com o caso da construção da Linha 4 do Metrô, inaugurada recentemente sob o festejo da mídia burguesa e que liga a Barra da Tijuca à Zona Sul da cidade:

- O aporte financeiro estimado para a realização da obra foi de 5 bilhões.

- O valor agregado ao final da obra: 9,7 BILHÕES!

9,7 bilhões em recursos públicos usados para remunerar uma obra que é substancialmente de interesse público (já que diz respeito à mobilidade urbana), mas que foi edificada em sua totalidade por um conglomerado de empresas privadas, a partir de mão de obra terceirizada e baseada na lógica empresarial da "superioridade técnica do setor privado".

Uma verdadeira PARCERIA PARA PRIVATIZAÇÃO e um verdadeiro avanço da agenda neoliberal para cima da propriedade pública. (O superfaturamento é uma das faces da super-exploração capitalista de que nos falava Ruy Mauro Marini). E enquanto isso, a população segue inebriada pelo circo e pelo Espetáculo olímpico forjado pela mídia burguesa hegemônica (Grupo Globo).

CRIAR UM TERRITÓRIO DE CONTRA-HEGEMONIA É NECESSÁRIO! NÃO à agenda privatizante!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


5 de Agosto, 10:35

A princípio, e por princípio, eu seria contra CPIs, por achar que investigações não deviam ser da alçada do Legislativo. Mas vendo a letargia dos órgãos responsáveis e o aparelhamento político do judiciário restou somente essa opção de teor diretamente democrático. Protocolado pedido de CPI da Caesb com mais de 25 mil assinaturas

5 de Agosto, 09:43

Nova Resistência
3 de Agosto

A claque parasitária que tomou o poder em Brasília declarou GUERRA ao trabalhador!

Querem aumentar horas de trabalho, reduzir tempo de almoço, congelar salários, terceirizar atividades-fim, dificultar a aposentadoria, equiparar hora de trabalho noturna a hora diurna, reduzir prazo prescricional para ajuizar ações trabalhistas para semanas, enfim, derrubar todo o edifício de conquistas do trabalhador brasileiro.

Querem se aproveitar da crise, uma crise causada pelo rentismo, pela especulação e pela dependência econômica da exportação de commodities, para desmontar a legislação trabalhista brasileira, como se isso fosse ajudar o país a sair da crise.

Nossa crise foi causada por eles e agora eles querem que nós paguemos. Nossa crise foi causada porque eles se recusam a rejeitar o dogma das vantagens comparativas, porque eles se recusam a industrializar o país, porque eles se recusam a auditar a dívida pública, porque eles se recusam a impor limites à especulação financeira, porque eles se recusam a impor limites à atividade bancária.

Não há conexão entre a crise e a legislação trabalhista! A verdade é que a classe parasitária sempre se ressentiu das concessões que os Estados impuseram sobre ela para tentar apaziguar os trabalhadores. Por isso, desde os anos 70, os parasitas internacionais vem tentando desmontar os Estados e seus instrumentos mínimos de bem-estar.

Não pagaremos pela crise! Não sustentaremos parasitas! Lutaremos!

DEFENDER OS DIREITOS DO TRABALHADOR!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


5 de Agosto, 09:39

Faz tempo que eu não leio um artigo jornalístico "Não insano" sobre esse assunto. Russia's Baby Boom. Fertility Rate Far Higher Than in EU, Rising Quickly

4 de Agosto

Minha fala na audiência sobre a greve da CAESB - DF na Câmara dos Deputados.



3 de Agosto

Em A GUERRA CONTRA A REPRODUÇÃO trago um texto que venho desenvolvendo desde o ano passado e que tem como foco principalmente os antifeministas que parecem ainda não ter se dado conta de uma das características mais determinantes e fundamentais do movimento ao qual se opõem , que é o fato de ser 100%, SEM EXCEÇÃO, Anti Reprodutivo.


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