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4 de Janeiro, 14:28

Da série: "Você não faz ideia do quanto a mídia mentiu pra você!"


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4 de Janeiro, 12:42

Prevendo o futuro.

Gabriel Tênisson
2 de Janeiro de 2017


Reunião de cúpula da Marvel, ano 2057.

Do lado de fora do prédio, demonstrando ódio fofo, uma multidão de militantes protesta contra a falta de diversidade nas HQs da Casa de ideias.

Stan Lee, com a consciência armazenada num computador, reassume o cargo de editor chefe após a máquina ser iniciada.

Stan Lee: Mas o que está acontecendo? Eu criei personagens cegos, nerds, negros, usei analogias para lutar contra o preconceito racial nos anos 60. Sempre apoiei a diversidade numa época em que ninguém ganhava likes por isso. Por que têm cartazes lá fora me chamando de fascista?

Desenhista: os tempos mudaram, mestre Lee. Precisamos de mais pluraridade, mesmo que elimine toda a nossa cronologia. Pretendo reformular os Vingadores ainda hoje com o Brian Michael Bendis Neto.

Stan Lee: mas nós tínhamos um Homem Aranha gay, negro e latino. O Estrela Polar casou com seu namorado numa edição histórica. Na morte de Hércules, inclusive, deixamos claro que ele era bissexual e teve um caso com estrela Polar. Xavier é cadeirante. Pantera Negra e Ororo governam a nação mais avançada do planeta. O que fizemos de errado, qual motivo para tanta fúria?

Desenhista: Ah, senhor. As posições acrobáticas são irrealistas demais e acabaram ofendendo os leitores com problema de lordose que não se sentiam representados.

Stan Lee: Meu Deus, não quero nem imaginar o que fizeram com o Justiceiro!

Desenhista: Hoje Frank Castle é um pacifista que combate o crime organizado reabilitando mafiosos com aulas de artesanato e capoeira. Pensamos em colocá-lo como um hacker, mas lembramos que a Oráculo da DC foi censurada. Conhecimentos de informática e hacking podem ser interpretados como apologia ao roubo de nudes no computador alheio. Hoje, Barbara Gordon é uma personagem que escreve textões no Facebook, pedindo mais amor e mais empatia pelas pessoas insanas do Asilo Arkham.

Stan Lee: mas pq essa geração é tão sensível?

Desenhista: Em 2005, Houve um vazamento numa fábrica de alimentos infantis, senhor. Lençóis freáticos e rios que abasteciam as metrópoles foram contaminados com altos índices de papinha de bebê. Isso gerou a síndrome do mimimi, uma doença que faz o paciente acreditar que a órbita terrestre gira em torno do seu umbigo.

Stan Lee: parece ser grave... o que podemos fazer para aliviar essa doença?

Desenhista: Recriar todo o universo Marvel numa saga. Depois faremos o reboot e daremos um nome novo, o selo MMM

Stan Lee: MMM?

Desenhista: Melhore, Marvel, melhore.

Stan Lee: O que houve com o Hulk, Homem Aranha, Capitão América?

Desenhista: morreram nas Guerras Héteras. A nova equipe de Vingadores é composta por Transhulk, Capitão Cuba, Feminista de ferro, Aranha Vegana e Wolverinx. Ah, também vamos substituir o Thor por Alá.

Stan Lee: Mas a gente não pode desenhá-lo!

Desenhista: pode sim. A proibição é contra desenhar Maomé.

Stan Lee: Coloque o Dr. Estranho na equipe.

Desenhista: Olha, usar o adjetivo " estranho" para designar uma pessoa é extremamente ofensivo nessa época. Podemos rebatizá-lo de Dr. Diferentão.

Stan Lee: E quanto aos x-men e o Quarteto Fantástico? O que fizeram com eles?

Desenhista: Para não ofender pessoas de outros gêneros, os x-men passaram a se chamar X-mxn.

Stan Lee: como diabos se pronuncia isso?

Desenhista: usando o dialeto do Mussum.

Stan Lee: E o quarteto?

Desenhista: O quarteto se tornou uma família adepta do poliamor, formada por Sue, Reed Richards e Namor, que adotaram um garoto que sofre de combustão espontânea. Ah, também adotaram uma Pedra.

Stan Lee: uma pedra?

Desenhista: a pele rochosa do Coisa causou mal estar em pessoas que sofrem de dermatite crônica. Hoje ele é apenas uma pedra com um sorriso desenhado.

Stan Lee: tipo a bola Wilson do Tom Hanks?

Desenhista: exatamente

Qual será o Plot da nova primeira edição de Vingadores?

Desenhista: Galactus, o desconstrutor de Mundos, invade a Terra e mata todo mundo que assiste a FOX News. Os vingadores tentam intervir, mas acabam sendo desconstruídos também.

Editor: podemos colocá-los para lutar contra o Dr. Destino na segunda edição.

Desenhista: Olha, DR. Destino governa a Latvéria, uma nação oprimida pelo Ocidente. Pelo Novo Comic Code of defecation rules, os Vingadores não podem revidar. A violência do Dr. Destino é reação do oprimido, portanto, justificável.

Editor: E quanto ao Thanos?

Desenhista: Thanos está disposto a destruir o universo para agradar a Morte. É assédio sexual; as jóias do infinito não podem ficar na mão de um machista.

Stan Lee: Mandarim?

Desenhista: Mandarim é asiático. Vilões que se encaixam em minorias estão permanentemente proibidos. Se o senhor quiser, transformo o Mandarim num branco católico conservador.

Stan Lee: ainda existe liberdade criativa?

Desenhista: claro, senhor. Ela só precisa passar pela Comissão Federal de Empatia. Depois é enviada ao Supremo Conselho dos Cidadãos Ofendidos. Se for aprovado, aí podemos publicar.

Stan Lee: Pelo menos a instituição vingadores ainda existe, né?

Desenhista coçando a cabeça: olha, pra ser honesto, a palavra " Vingadores" é muito pesada, sugere vingança, como se o grupo apoiasse " Bandido Bom é bandido morto". Nós não queremos ser confundidos com a Image, que publicava o fascista e censurado The Authority.

Stan Lee: e qual será o novo nome?

Desenhista: os problematizadores.
4 de Janeiro, 12:33

OBS: Repostagem de 2010, que nunca havia sido publicada aqui, originalmente em inglês.

I'm always concern about womans rule on government. The most developed coutries, the Scandinavians, gets quotas about 40% on parlamients. Far above other coutries, specially the arabics. However, guess what the country with highest percent of woman deputies? Guess just the continent! Wrong! It's RWANDA! On central Africa, vithm 55% of woman's on Chamber of Deputies. Women Run the Show In a Recovering Rwanda

Tradução: Sempre me preocupei a respeito do papel das mulheres no governo. As nações mais desenvolvidas, os Escandinavos, tem cotas próximas de 40% nos parlamentos. Muto além de outros países, especialmente os árabes. No entanto, advinhe qual é o país com o maior percentual de mulheres deputadas? Advinhe apenas o continente? Errado! É RUANDA! Na África Central, com 55% de mulheres na Câmara dos Deuptados. Mulheres comandam o Show na Recuperação da Ruanda

3 de Janeiro

Um tema de alto simbolismo recorrente na ficção e nos mitos é que a perda de entes queridos causa grandes modificações nas pessoas, sendo que o rapaz que perde uma figura paterna (podendo ser também um tio ou irmão mais velho) e termina por se tornar um herói é algo trivial, mas nem tanto o homem que perde esposa e filhos (ou irmãos mais novos) e se torna um vilão ou um anti herói.

Mas para este também a lista é vasta, de Conde Drácula à Darth Vader, passando por clássicos do cinema como Dr. Phibes ou do universo de super heróis como Mr Freeze, ou mesmo por "heróis" questionáveis como Nicholas Marshal (Dark Justice) ou o próprio Frank Castle (The Punisher), e até releituras de super vilões clássicos, como o Coringa em "A Piada Mortal" ou Hannibal Rising, o trauma da perda da mulher amada e ou dos filhos, ou irmã mais nova, é o que desperta o demônio interior que teria ficado adormecido para sempre no homem comum. (Trato desses temas mais detalhamente em Heróis da Areia)

Portanto, simbolicamente, retirar do homem seu papel de provedor e protetor, em especial de forma brutal, é a melhor forma de transformá-lo num monstro.

Mas da mesma forma como dificilmente heróis surgem no mundo real pela morte trágica dos pais, e sim isso apenas simboliza a superação do complexo freudiano e evolução de menino para homem, também dificilmente vilões são criados pela mera morte trágica da família, e sim por sua destruição simbólica. Dessa forma, o processo de dissolução familiar promovido pela cultura contemporânea dos "casamentos temporários" e pelas varas de divórcio tem sido hábil em fazer aflorar horrores onde outrora pais de família promovem atrocidades chocantes.

Tradicionalmente os símbolos, valores e sensibilidades que edificam o 'bom homem', aquele que assume a responsabilidade de sua conduta sexual saindo do estágio de 'aventureiro' para o de 'homem de família', pavimentam uma via de acesso a um papel socialmente útil, moldando todo um sentido existencial que se realiza acima de tudo na paternidade responsável.

Quando isso é subitamente removido, em especial quando não há um motivo claro que o justifique, a destruição desse sentido frequentemente é insuportável para a psiques mais fracas, com resultados trágicos, visto que todo o fundamento sobre qual esse papel social é construído desaba, abrindo as portas do caos mental de onde pode sair qualquer coisa.

Portanto, há nítida correlação entre os índices de divórcio e sobretudo de alienação parental, e a ocorrência de tragédias que tem sido recorrentes há alguns anos, sempre servindo de propaganda contra os males do Patriarcado quando é justamente da destruição deste que eles advêm.

A maioria das pessoas não tem individualidade suficientemente forte para se manter íntegra (em todos os sentidos possíveis) à revelia da coletividade. É justamente por isso que a humanidade é fortemente gregária e pouquíssimas pessoas se isolam efetivamente. Somos portanto dependentes de sólidas instituições sociais que dão sentido e propósito às vidas de quase todos.

Há mais de meio século uma das mais fundamentais dessas instituições tem sido sistematicamente vilipendiada e atacada por todas as forças do poder financeiro, midiático, intelectual e político estabelecidos, e o horror que a destruição dos papéis tradicionais tem fomentado vai muito além de meras tragédias isoladas, que ainda são usadas para legitimar ainda mais os processos de Alienação Ideológica que os causaram.

Ao indivíduo psicologicamente fragilizado, incapaz de fazer frente à todo o aparato estatal e político cooptado para propósitos de manipuladores sem qualquer compromisso com o bem estar social que colocam sociopatas em discreta posição de poder, só resta se render ou em casos mais isolados explodir, ao pior estilo "Um Dia de Fúria"!

[OBS: 'Um Dia de Fúria' (Falling Down, EUA 1993) é um filme estrelado por Michael Douglas onde um cidadão atormentado pelo desemprego e pela alienação parental perde o controle e sai protagonizando uma série de atos extremos pelas ruas da cidade. Embora esteja longe de promover ações hediondas, estando até mais para heroicas ainda que com grande dose de aleatoriedade, o filme traz uma excelente imagem do drama do homem conservador contemporâneo pressionado pelas mais diversas e brutais forças psicossociais, traído pela corrupção dos ideais em que acredita, e usado e descartado pelo mesmo sistema que almeja proteger. Pode ser ver um bocado do filme no youtube, embora inteiro só em péssima qualidade.]

2 de Janeiro

E os liberalóides fogem desse assunto porque seu objetivo é servir aos mesmos beneficiários do sistema usurário, pondo a culpa toda no Estado e protegendo a verdadeira elite exploradora. AÇÃO AVANTE - Usura é roubo: os juros são o verdadeiro problema.

1 de Janeiro

Feliz 2017, ainda que estejamos no ano 5777 (para os judeus), 2073 (para os hindus) e 1438 (para os islâmicos).


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