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31 de Outubro, 18:58

Não é a toa que defendem todas as medidas que visam aproximar as relações de trabalho da escravidão.

Nova Resistência - Brasil
31 de Oubtubro
LIBERDADE Não é o que os liberais dizem que é!

Liberais agem como se tivessem monopólio sobre o conceito de "Liberdade". Para eles, só liberais são defensores da Liberdade, e quem não é liberal é inimigo da Liberdade.

Considerando que o liberalismo surge junto à modernidade, porém, isso significaria que, até este momento extremamente recente na história da humanidade, não havia defensores da Liberdade, tampouco homens livres. O absurdo inerente a essa posição escapa aos minúsculos cérebros dos liberais.

O fundamento do erro liberal está em sua concepção fundamentalmente anômica e anti-social de Liberdade, segundo a qual este conceito estaria ligado à ausência de restrições à ação individual. Inexistindo o Indivíduo, como já demonstramos anteriormente, o fundamento da Liberdade não pode ser a ação individual, nem pode residir especificamente sobre a esfera individual.

Nesse sentido, resta compreender a Liberdade nas duas dimensões realmente existentes da existência humana: a pessoal e a comunitária. Nisso, os antigos gregos ainda são professores exemplares e irrefutáveis. Se, para o liberalismo, o alcoólatra é livre se não houver impedimentos ou interferências externas que o impeçam de beber ou não beber segundo seus desejos, para os povos tradicionais têm sido consenso de que o alcoólatra é um escravo. Liberdade é autogoverno, não no sentido de isolamento em relação a impedimentos externos, mas no sentido de domínio dos desejos e pulsões humanas pelas faculdades superiores do homem.

Assim, contrariamente à compreensão liberal, a Liberdade depende da autoimposição de restrições, impedimentos e limitações.

E no que concerne à existência comunitária humana? Por analogia à cidade ou reino ou nação, a lógica é a mesma. A Liberdade comunitária depende de que todos estejam organizados e disciplinados para que cumpram suas funções, colaborem para a segurança, ordem e prosperidade geral e tenham suas prerrogativas e direitos respeitados. E, por analogia, a garantia da Liberdade comunitária tem por instrumento a coerção e a educação, dirigidas pela parte da comunidade designada a tutelar e coordenar os rumos da coletividade.

Qual é a conclusão? A conclusão não é apenas que os liberais não possuem monopólio sobre a ideia de Liberdade. Mais do que isso, a conclusão é a de que os liberais, enquanto defensores da ideia de "liberdade negativa", enquanto defensores da ideia de que liberdade é ausência de impedimentos externos, são verdadeiros apologistas da escravidão, da servidão. Não é contraditório, portanto, que os liberais, no âmbito coletivo, defendam todas as medidas e políticas públicas que tendam a sujeitar nações e aprisionar povos. Está tudo bastante consonante com a própria essência da sua filosofia.

Não há Liberdade desvinculada de Virtude e de Disciplina.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


31 de Outubro, 14:57

De 2015, mas só pra lembrar.

EXCLUSIVE: JP Morgan Chase Tells Employees
‘Wife’ Insults Gays and Transgenders

O MAIS RICO Banco privado de investimentos do mundo, cujos donos são duas das mais ricas dinastias existentes, "incentiva" todos os seus funcionários a apoiarem abertamente a causa LGBT, INCLUSIVE EM SUAS VIDAS PESSOAIS! Bem como reformularem sua linguagem evitando inclusive o use de termos como 'wife' e 'boyfriend', para versões mais inclusivas como 'partner'.

Portanto, sem sequer um juízo de valor, e considerando que isto é A REGRA das megacorps, grandes instituições financeiras, a elite do capitalismo global, FMI, Fórum Econômico Mundial etc etc...

Tire da cabeça essa ideia ridícula de que a causa arco íris e o combate ao sistema econômico tenham alguma coisa em comum, muito menos a esperança de implantar um socialismo via vontade popular. A elite do capitalismo global não estaria injetando bilhões de dólares e a própria imagem de suas empresas nisso (apesar de suas famílias continuarem perfeitamente patriarcais e conservadoras) se achassem que levaria à "abolição de sua propriedade privada" e "socialização de seus meios de produção."

31 de Outubro, 12:46

Brasil vinha crescendo com uma razoável parceria Setor Privado e Estado como qualquer país decente sempre fez, conquistando mercados internacionais e marcando presença em todo o mundo, gerando empregos, ampliando tecnologias e se especializando em vários setores de ponta.

EMPREITEIRAS ENCOLHERAM E PERDERAM
PROTAGONISMO NA ECONOMIA APÓS LAVA JATO

Abaladas pela operação que completa 3 anos e pela crise,
gigantes da construção demitiram, venderam ativos e ficaram
de fora das concessões; algumas pediram recuperação judicial.

Aí chega o "combate a corrupção" e em pouco mais de ano destrói tudo! Só na primeira tacada gerando mais de UM MILHÃO de desempregados (que no efeito cascata quadruplicou em dois anos e à essa altura já deve ter decuplicado), retração de 3,6% no PIB em menos de um biênio, queda de 45 bilhões em circulação na economia devido a perdas salariais, e 19 bi em perda de arrecadação tributária, corte de crédito, queda de avaliação e sobretudo perda de mercado para empreiteiras internacionais que por mais corruptas que também sejam, não tem em seus países um judiciário canalha que as destrói invés de apenas punir os responsáveis, até porque mantê-las lucrando seria a melhor forma de obrigá-las a compensar posteriormente o que teria sido desviado dos cofres públicos, e não quebrá-las de vez para não ter como recuperar o dinheiro.

E a cereja do bolo, como a própria reportagem da Globo admite, num desses casos que a realidade é escancarada demais para que se tenha a cara de pau de tentar escondê-la, é que não só perdemos mercado externo para concorrentes estrangeiros, como também perdemos o mercado interno, pois até o BNDES deixou de emprestar dinheiro para as empreiteiras brasileiras para emprestar para as estrangeiras! Inclusive para levarem de graça o nosso pré-sal emprestando também as tecnologias proprietárias da Petrobrás sem as quais as petroleiras estrangeiras não conseguiriam trabalhar!

O artigo até tenta ver o lado bom da desgraça, falando em aumento dos critérios éticos e da concorrência. Pena que se esquece que as grandes potências do mundo nunca respeitaram esses mesmos critérios e se estavam pouco à nossa frente, agora estão com vantagem escancarada. O fracionamento das grandes empreiteiras em subsidiárias menores, que no fundo serão todas do mesmo dono simulando pseudo concorrência, tornará ainda mais difícil a fiscalização e deixará o mercado ainda mais instável.

Tudo isso é o resultado de uma estratégia que tem sido chamada de Guerra de Quarta Geração, que implica em incitar convulsões políticas e sociais num país afim de destruir sua economia, sempre contanto com o apoio da corja de parasitas improdutivos do setor financeiro e midiático, hordas de psicopatos que falam em "ameaça comunista" e odeiam o próprio país ao mesmo tempo que vestem camisas amarelas, e uma "farsa-tarefa" de engravatados sem um pingo de escrúpulos para executar o serviço sujo.

30 de Outubro

Dissidência Política do DF
30 de Outubro

É compreensível a indignação popular com exposições artísticas de gosto duvidoso com o propósito deliberado de "desconstruir" os valores do povo. Assim como o receio de uma escalada de intolerância que pode resultar num governo ainda mais autoritário e que seguramente não viria em favor das reais necessidades da grande maioria da população.

Mas numa encruzilhada histórica como a que vivemos, tais eventos cumprem muito mais um propósito diversionista e manipulatório que qualquer preocupação real com valores ou liberdades civis. E o fato é que caminhamos novamente para mais uma "Escolha de Sofia".

Se houver eleições em 2018, é quase certo que o brasileiro terá que optar mais uma vez entre uma proposta que promete combater o Liberalismo Econômico mas abraça integralmente o Liberalismo Cultural, e outra que promete combater o Liberalismo Cultural mas abraça integralmente o Liberalismo Econômico.

Pode ser que num determinado momento um seja menos daninho que outro, mas saber qual é sempre difícil. O dano causado pelo Liberalismo Econômico é mais imediato, mas o causado pelo Liberalismo Cultural é mais profundo. E apesar da aparência que o nome trás, um é tão autoritário quanto o outro, fazendo o uso de toda coerção possível para impor suas "liberdades" à uma imensa maioria que não lhe tem o menor interesse.

E ainda cabe apontar que uma eventual vitória do governo há pouco deposto pode, como todos os indícios já deixam claro, ser recebida com um novo golpe militar.

O mais importante, porém, é notar que ambos servem aos mesmos mestres, as elites econômicas, a começar pelas globais, que os financiam para total prejuízo do povo, que em absoluta oposição sempre se manifesta como Progressista Econômico e Conservador Cultural, não tendo quem efetivamente o represente.

Compreender a essência dessa manipulação, que nosso sistema político partidário é um jogo de cartas marcadas que no máximo adia uns interesses elitistas enquanto adianta outros, e sobretudo que o verdadeiro poder não está no sistema político, e sim no econômico que o compra, tal como compra o judiciário e controla a mídia, é a coisa mais importante que há para se fazer.

www.facebook.com/DissidenciaPoliticaDF

dissidenciapoliticadf.blogspot.com.br


29 de Outubro

Excelente síntese do que há de mais importante atualmente. O caso Fátima Bernardes e a lógica dos traficantes.


27 de Outubro

Nova Resistência - Brasil
24 de Oubtubro
PERDÃO DE DÍVIDA? SÓ PARA O GRANDE CAPITAL.

Imagine se um terceiro pudesse perdoar as dívidas das quais você é credor, e ainda fizesse isso quando você está em momento de dificuldade financeira?

É isso que representa o REFIS que o governo Temer está impondo, como parte das negociatas espúrias por meio das quais ele se livrou da última tentativa de impeachment manejada contra ele.

O governo está agora perdoando bilhões em dívidas (por meio do corte de multas e juros) de grandes empresas nacionais e estrangeiras. Entre os empresários perdoados, estão vários deputados e senadores.

Esse dinheiro não é do governo. É nosso. É dinheiro que seria utilizado para investimentos públicos, para fortalecer o orçamento, para suprir dificuldades causadas pela crise e pelos baixos preços do petróleo.

O REFIS representa abrir mão de receita. Em alguns meses, o governo dirá que a receita caiu. Consequentemente, o governo aumentará impostos. Nós pagaremos DUAS VEZES por causa de uma típica manobra de "corrupção legal" do governo Temer.

A aplicação do REFIS a micro e pequenos empresários foi vetada pessoalmente pelo presidente Temer, sob a justificativa de que isso causaria impacto na arrecadação. Mas aplicar o REFIS às grandes empresas? Aparentemente, a mesma lógica não se aplica. São dois pesos e duas medidas.

Uma lei e um direito para os donos do capital. Se você é dono do capital, se você é um grande empresário, um banqueiro, um latifundiário, o governo neoliberal perdoará todas as suas dívidas.

Se você é micro ou pequeno empresário ou trabalhador assalariado, arque com as suas dívidas, pague-as ou arrisque perder tudo, falir, ir parar na rua.

Se isso não é luta de classes, então o que seria?

E se não destruirmos os inimigos do povo, então até quando teremos o que comer?

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


25 de Outubro, 22:35

Há um certo político que chegou a tatuar o nome de Temer no próprio corpo, e há várias pessoas que não só tem seu político, corrupto ou não, de estimação, mas tem até mesmo adoração por certas personalidades.

Mas há mais dignidade nisso do que no contrário, ter um objeto exclusivo de ódio. Ao menos o adorador, gosta, talvez até ame, alguma coisa. Mas aquele que se dedica exclusivamente a odiar, difamar, denegrir, e ainda por cima não se importa de mentir se for contra o seu desafeto particular, não exerce virtude alguma nesse comportamento.

Eu me recuso a odiar assim. Tenho duras críticas e aponto sem dó aquilo que considero erros ou perfídias, mas ainda assim eu não odeio. Ao menos tento fugir ao máximo desse sentimento. Por isso não vou torcer pela morte de Temer, nunca comemorei a condenação de Eduardo Cunha, mesmo considerando um completo patife, e não vou me regozijar com a derrocada moral de Aécio. Até porque a essa altura já duvido de algumas coisas.

É principalmente esse sentimento que me incomoda. Menos o conteúdo ou o objeto em si, mas a atitude. Já é suficientemente ruim odiar por si próprio, mas pior ainda quando se foi ensinado a fazê-lo, ainda mais a serviço dos interesses de outrem.

O odiento é fácil de ser manipulado, seque o princípio 'Diogo Mainardi' de acreditar em tudo de ruim que se diga do desafeto, e com isso é presa fácil dos aproveitadores que só precisam mentir para conduzí-lo para onde querem.

Sentimentos extremos dirigidos ao que não é devido são assim, vulnerabilidades expostas prontas a viabilizarem o controle por parte de terceiros. Com o agravante que o Amor ao menos é sempre em alguma medida agradável, ao passo que o ódio só trás sofrimento.

Desconfie de todos que lhe queiram fazer odiar algo.

25 de Outubro, 19:33

Há um gracejo que, parodiando as inapropriadas interpretações literais da Bíblia, mostra que o Céu seria mais quente que o Inferno, pois no primeiro o Sol seria 7 vezes mais brilhante (Isaías 30:26), e no segundo o enxofre teria que ser líquido (Apocalipse 21:8), o que segundo alguns cálculos não muito sérios, daria temperaturas aproximadas de 525°C para o primeiro e 445°C para o segundo. (O Paraíso é mais quente que o Inferno)

Além da utilidade em ridicularizar a abordagem literalista, o que é merecido visto que esta destrói toda a riqueza simbólica que é a verdadeiramente relevante, serve também para nos lembrar nossa insistência em associar o Bom e o Ruim a condições climáticas no mínimo controversas.

Aqui no DF, diz-se que está fazendo um "tempo bom" ou um "dia lindo". O que me soa estranho, visto estarmos vivendo um calor grotesco, hediondo, asqueroso, degradante, insidioso, aviltante, tétrico, deplorável, estrambólico, tépido, esquipático, sacripanta, ignominioso, vitupérico, exprobrante... AAARRRGGHHHH!!!

A secura desértica produz uma estranha névoa que macula até o azul do céu, que invés daquele ciano radiante e literalmente celestial, se torna um azulado cinzento desbotado, tal qual o de uma bandeira do Mato Grosso do Sul depois de lavada mil vezes com Qboa. E invés de uma luz vivificando o verde, apenas revela uma vegetação morta de sede, de um amarelo pálido doentio digno de um pato de borracha a ser descoberto por arqueólogos daqui a meio milênio.

As poucas nuvens, invés daquele branco angélico típico dos cumulonimbus quando acariciados pelo Sol, ou dos stratus aveludados pelo róseo Sol poente, resumem-se a tripas secas de estopa após encerar um fileira de Landaus, Dodge Darts, GM Galaxys e Simca Chambords, todos pretos. Um cinza tão patético que faz alienígenas greys parecerem bronzeados.

Tudo isso associado à pior crise hídrica da história que tem feito nossas barragens de abastecimento operarem no modo zumbi, visto estarem mais para o volume morto que para qualquer coisa que mereça o nome daquela operadora de telefonia do bonequinho.

E com tudo isso, alguém ainda tem a coragem de dizer que "o tempo está bom"?! Vão queimar no Céu de 525°C com desprotetor solar fator MENOS 500! POHA!

Nada agora seria mais lindo que uma apocalíptica tempestade! Oro a Ororo, minha deusa! Tomara que Chova (trinta e) Três Dias Sem Parar! Daí-me um novo dilúvio oh Elohim! Até a chuva fatídica da noite do meu casamento (19/08/05) que arruinou meus planos de cerimônia ao ar livre com tochas sob a Lua Cheia e ritual dançante de mastro de fitas, parece menos odiosa agora.

Após uma estiagem e um secura digna de Arrakis, dia lindo será o plúmbeo dia quando uma nuvem super carregada de água o torne noite, desabando a Ira de Zeus até que nossas ruas sejam trafegáveis somente por Jet Ski.

25 de Outubro, 00:49

Essa música, que descobri há uma semana, é uma das coisas mais ABSOLUTAMENTE LINDAS que já ouvi! Mas é difícil de achar e a maioria das gravações tem qualidade regular. Tive que achar uma versão melhor e fazer eu mesmo a legendagem e tradução para português, e subir num dos meus canais no Youtube (espero que não encrenquem), para que mais pessoas possam admirá-la.

É difícil não chorar com essa maravilha! Uma criação tão magnífica que abre os portões do céu!


24 de Outubro

Nova Resistência - Brasil
24 de Oubtubro
O IDENTITARISMO É O ANTÍDOTO PARA O RACISMO

Até agora, o fenômeno do racismo não foi devidamente compreendido em sua essência.

Ele não significa a preferência pelo que é similar a si. Ele não é o desejo de preservação racial ou o orgulho racial. Ele não é uma relação sociológica de poder. Todas essas explicações são extremamente parciais e superficiais e, usualmente, servem, não para compreender um fenômeno, mas já como "veículo" de uma opinião política específica.

O racismo é, fundamentalmente, o estabelecimento de uma "régua universal" por meio da qual se pretende julgar todos os povos, de modo que uns sejam avaliados como superiores, enquanto outros sejam avaliados como inferiores, atribuindo-se a esse juízo um valor absoluto e intrínseco.

Neste sentido, o racismo é fundamentalmente moderno, na medida em que está atrelado às tendências político-ideológicas universalistas e às relações sócio-econômicas que só passaram a surgir com o advento da modernidade. Do mesmo jeito, a modernidade e o universalismo são indissociáveis do racismo.

Se todos os homens são iguais pelo fato da possuírem uma "razão", e as diferenças entre eles são superficiais e irrelevantes, se essa "razão", enquanto dom universal, deve ser o guia das decisões humanas e, portanto, para todas as questões há apenas uma resposta certa dada por esta "razão", então o mundo está dividido, efetivamente, entre povos superiores e inferiores.

O que varia são os tipos de racismo e, por isso, mesmo a maioria esmagadora dos antirracistas são também, eles próprios, racistas. Onde há atitudes universalistas do tipo que enxergam alguns povos como "atrasados" ou "retrógrados", e outros como "evoluídos", temos tanto racismo quanto o que se vê no racismo biologicista.

Assim, todas as teorias políticas modernas, sem exceção, da primeira à terceira, são racistas em alguma medida. Muda-se apenas o tipo de racismo, mas não a factualidade do racismo, pelo simples fato de todas elas terem pretensões universalistas e partirem de pressupostos supostamente universais.

A realidade, porém, aponta para a impossibilidade do estabelecimento de uma única "régua universal" (a não ser que se queira recorrer a uma petição de princípio). Para que pudéssemos selecionar um único critério para julgar os feitos históricos de todos os povos do mundo, teríamos, necessariamente, que nos situar fora do mundo, fora da história e fora do pertencimento a qualquer povo.

Um mínimo de ceticismo, portanto, já refuta todas essas pretensões. Não existe "povo evoluído" porque simplesmente não há critério absoluto para avaliar os povos dessa forma. Há dezenas, centenas ou milhares de critérios diferentes, que situam povos diferentes em posições diferentes, pelo simples fato de que os diferentes povos possuem distintas preferências, interesses, aptidões, etc.

Assim, o identitarismo aparece, não como sendo algum tipo de "racismo light" ou qualquer coisa semelhante, mas sim como a única e possível antítese do racismo. Se o racismo é a consequência inevitável do universalismo, o identitarismo, com seu reconhecimento da essencialidade das diferenças humanas, e da impossibilidade de julgar os povos com um único critério universal, é o único antirracismo real.

Fora disso, não importa se o racismo se traveste de humanitarismo preocupado com direitos de mulheres em países islâmicos; se o racismo se traveste de preocupação com a situação das "forças produtivas" em países de terceiro mundo; se o racismo se traveste de "ativismo democrático", não muda a essência do fenômeno, que é o estabelecimento de um critério de pretensões universalistas que situa uns povos como superiores, evoluídos, iluminados e outros como inferiores, atrasados, ignorantes.

O identitarismo é, portanto, uma posição fundamentalmente realista perante o fenômeno da diversidade humana e o único antídoto possível para o racismo.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


23 de Outubro

O momento é de testosterona sim!

O mesmo hormônio que Maria Quitéria, Eleonor de Aquitânia, Joana D'arc, Khutulun, Tomoe Gozen, Boadicea, Nzinga e outras guerreiras precisaram para fazer o que fizeram. E não é preciso injetar um adicional no corpo, pois a produção da mesma pode ser incentivada pura e simplesmente por estados mentais e exercícios. Quando uma mulher "sobe nas tamancas", está tendo um pico de produção de testosterona.

O homens produzem espontaneamente muito mais testosterona sim, mas a maior parte dela é usada para características físicas típicas, com barba, pelos, voz grave, impulso sexual, musculatura etc. E embora seja sim isso que os torna mais propensos a ação e a tomar riscos, isso se verifica estatisticamente, sendo impossível prever com precisão, num caso pessoal específico, se um certo homem terá maior ou menos propensão a coragem ou agressividade que uma certa mulher.

Portanto quando feministas, tendo uma elevação de testosterona (embora nem perto da necessária para um combate físico) resolvem ostentar sua absoluta ignorância a respeito da natureza para transformar uma perfeita descrição do momento atual numa outra forma de vitimismo, o fazem porque o núcleo de sua ideologia pressupõe a negação da realidade. Qualquer referência a fatos biológicos lhes é escandalosa porque o Feminismo depende integralmente da falsificação do real, sendo exatamente essa distinção natural entre homens e mulheres que precisa ser negada para que a crença na Determinação Social do gênero (pilar da dita "Ideologia de Gênero") possa aparentar algum sentido.

Só que nesse caso a questão dessa produção hormonal espontânea maior no homem sequer é relevante, pois como dito, uma mulher em especial pode muito bem ter mais testosterona que um homem específico, ainda mais num contexto de enfrentamento, e a sobra de testosterona masculina em geral não é utilizada em contextos pacíficos, exceto justamente para esportes, videogame, brincadeiras etc.

Uma vez havendo um chamado para uma luta necessária, principalmente se não literalmente física, a reação de homens e mulheres não chega a ser significativamente diferente conquanto atendam ao chamado e se dediquem à luta. No máximo mais homens que mulheres tendem a atender.

Isso tudo só mostra que, como sempre, feministas não estão interessadas em combater o verdadeiro inimigo do povo, os exploradores da economia, os sabotadores do futuro, os ladrões de sonhos das futuras gerações. Aliás se dependesse delas nem haveria futuras gerações, sacrificadas no altar do "empoderamento" que nega a própria essência da feminilidade.

Enquanto guerreiras históricas lutaram lado a lado com homens pelas causas de seus povos, quer sejam as Amazonas de Daomé, as Bruxas da Noite soviéticas ou as guerrilheiras da YPJ, feministas mais se interessam em destruir as relações entre os gêneros, sabotar famílias, combater a heterossexualidade, e demais patifarias visando a uma absurda guerra entre homens e mulheres.

22 de Outubro
O voto 'BolsoLula': eleitores de Lula indicam Bolsonaro como segunda opção

Isso só impressiona quem, como os próprios globistas, insiste em falsificar a realidade ideológica descrevendo-a como a inútil linha Esquerda-Direita. Falsificação esta que é, quando não por ignorância bovina, como na grande maioria, maquiavelicamente deliberada com o objetivo de cegar o próprio povo para o fato de que este é, e sempre será, Esquerda na Economia e Direita na Cultura.

Há um motivo para que as elites econômicas tenham trabalhado arduamente para sistematicamente demolir qualquer opção política próxima dessa fusão, como o foi Enéas Carneiro, a começar por acusá-la de "fascista".

De qualquer modo o jogo está definido, não havendo um golpe militar, um golpe do parlamentarismo, e o golpe judiciário da Farsa-Tarefa da Leva-Jeton não conseguindo prosperar, estaremos submetidos quase certamente a essa escolha no segundo turno:

- Um candidato que promete trazer de volta a Esquerda Econômica mas terrivelmente onerado pela Esquerda Cultural (Liberal);

ou

- Outro candidato que promete defender a Direita Cultural mas terrivelmente cooptado pela Direita Econômica (Liberal).

E eu acredito que Bolsonaro é sim, pessoalmente, um conservador, e que se dependesse dele atenderia sim reivindicações populares na seara moral. Bem como Lula é sim um progressista econômico que atenderia sim reivindicações populares contra "deformas" que tem sido feitas pelo Temerário, se dependesse dele.

Só que dificilmente qualquer dos dois teria poder para isso, e no fim terminarão apenas sendo utilizados em favor do Liberalismo. Ainda que Lula tenha um pouco mais de chance de resistir.

21 de Outubro

Nova Resistência - Brasil
9 de Agosto

O Capital não tem Pátria e tende a se internacionalizar: essa poderia ser apenas uma máxima teórica abstrata, não fossem os fatos.

Vejamos caso da famigerada JBS, gigante "brasileira" no ramo do processamento de carne, mas que possui cerca 80% das suas operações no exterior e conta com 56 fábricas nos Estados Unidos (20 a mais que no próprio Brasil). Ou do bilionário Jorge Paulo Lemann, o "brasileiro" mais rico do mundo, que vive na Suíça desde os anos 90 ou de empresas de origem nacional como Fitesa, Intercement, Stefanini, Iochpe-Maxion, que já alcançaram índices de internacionalização que superam a marca dos 60%.

Os exemplos abundam e poderíamos citar muitos outros.

O caso é que somente um burguês poderia se dar ao luxo de pairar sobre o planeta dessa forma: sem pátria, sem solo, vivendo como um nômade em um mundo onde as fronteiras caem diante do poder financeiro da classe dominante global.

Do outro lado da equação, o proletariado segue enraizado em sua terra, em seu chão, em sua Pátria (salvo os casos onde os próprios burgueses fomentam e causam sua migração para terras longínquas).

Há muito tempo alguém disse que o trabalhador não tinha pátria: estava redondamente enganado. Se existe alguém mais interessado e cuja a vida mais seria categoricamente afetada (de maneira positiva) pela conquista da autêntica soberania nacional, esse alguém é o trabalhador brasileiro, principal vítima do processo de submissão semicolonial a que nossa Pátria, estruturalmente, é sujeitada há decênios. Para o burguês, pouco importa se o Brasil será soberano ou se será um país independente, industrializado e forte. Em qualquer mundo possível, se tudo ruir e for abaixo, basta que ele envie seus recursos em remessas diretamente para os EUA – o volume de recursos enviados por pessoas físicas do Brasil para pessoas físicas nos EUA, a propósito, cresceu 227% no primeiro semestre deste ano.

Como classe conformada em torno do Dinheiro, a burguesia visa única e exclusivamente os lucros – não a civilização. Essa, como já sinalizamos, é lapidada e construída pelo trabalhador: o martelo de aço que forjará o destino de nossa Pátria.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


20 de Outubro

Pessoal tem que largar dessa falsa afetação com a diferença de repercussão do atentado da Somália em relação aos ocorridos na Europa. Há uma questão séria aí sim, mas o fingimento pseudo humanitário em nada ajudará.

Faz parte da condição humana se chocar mais com tragédias ocorridas com aqueles que consideramos mais próximos, e além da influência de tradições européias ser evidentemente mais forte em nossa cultura, dificilmente algum brasileiro não conheça alguém que já esteve na Europa, ou mesmo more lá, ou mesmo já tenha estado lá.

Dá pra dizer coisa similar da Somália? Nem a língua deles a maioria de nós é capaz de distinguir!

A possibilidade de que um atentado em Paris, Londres ou Berlin afete direta ou indiretamente a nós ou conhecidos nossos é muitíssimo maior que um ocorrido na Somália, que dos países da África é justo um dos que menos tem qualquer relação com o Brasil, diferente de países como Angola, Moçambique ou Cabo Verde, que além de também falarem português tem intenso intercâmbio estudantil com o Brasil.

Sinceramente, fingir indignação com isso pode ser tão vil quanto ser totalmente insensível. É querer se aproveitar de uma tragédia para simular superioridade humanitária. Não adianta inventar uma preocupação de uma hora para outra. No Brasil, acompanhou-se intensamente as eleições na França, curte-se campeonatos europeus de futebol, fala-se adoidado da União Européia, acompanha-se a cotação do Euro, debate-se muito a questão dos imigrantes pedindo asilo na Alemanha, estuda-se a Segunda Guerra Mundial no front europeu etc.

Não faz sentido fingir que existe o mesmo interesse pela África! E ainda mais por um país que a grande maioria sequer saberia apontar no mapa.

Quanto a mim, este é um dos motivos porque jamais sigo modinhas de mudar foto de perfil ou fazer coisas do tipo "somos todos X", porque não gosto de selecionar causas.

Além daquelas que, de fato, estou direta e pessoalmente envolvido. Se não posso aderir a todas, por que aderir uma em especial?

Quase digo "bem feito" para todos os que foram cobrados agora por esse discurso tolo, se não hipócrita, da pseudo simetria entre os casos, que ao menos para isso pode ser útil.

18 de Outubro, 22:18

Elixir DÓRIA!

Engoliu um cabrito?!

NÃO TEMER!

(É sério! Um clássico da publicidade brasileira, que de repente se tornou atual!)




18 de Outubro, 18:13

"Os mais importantes Projetos Manhattan do futuro serão vastas pesquisas, sob patrocínio governamental, em torno do que os políticos e os cientistas participantes chamarão 'o problema da felicidade' - em outras palavras, o problema de fazer com que as pessoas amem sua servidão."

"À medida que diminui a liberdade política e econômica, a liberdade sexual tende a aumentar como compensação. E o ditador (...) agirá prudentemente estimulando essa liberdade. Em conjunção com a liberdade de sonhar sob a influência de drogas, do cinema e do rádio, ela ajudará a reconciliar os súditos (o povo) com a servidão que é o seu destino."

- Aldous Huxley, em 1946.

18 de Outubro, 14:30

Dissidência Política do DF
25 de Setembro

Num passado quase mítico, ainda fazia algum sentido que um banco que estocasse metais preciosos cobrasse alguma taxa de risco para emprestar uma riqueza que não era sua. Mas o simples desenvolvimento do sistema financeiro, e em especial o papel moeda impresso, tornariam essa cobrança menos justificável, visto que se os metais preciosos são raros, limitados e tem que ser extraídos da terra, as cédulas são totalmente produzidas pelo engenho humano, consumindo recursos naturais muitíssimo mais acessíveis e abundantes.

Ainda mais com o advento do padrão Dólar internacional, que ao substituir o ouro, permitiria aos maiores devedores do mundo, os EUA, aplicarem o maior calote da história da humanidade sobre um planeta inteiro, ficou ainda mais estranho que a mesma fonte que faça empréstimos a juros seja a mesma que imprima as cédulas e ainda por cima indexe os valores, controlando então todo o sistema financeiro mundial. (Isso é um dos principais fatores que torna os EUA o país mais rico do mundo, e não apenas uma simples "maravilhosa competência empreendedora.") Ou seja, a consequência de um empréstimo não quitado não seria exatamente a subtração real da uma aparente riqueza não devolvida, pois o Federal Reserve Bank simplesmente pode imprimir mais! Coisa que somente Alquimistas poderiam fazer com ouro.

Embora a questão seja um tanto mais complexa, principalmente devido ao custo e tempo para a produção de cédulas, viria a atingir uma simplicidade espantosa com o advento do dinheiro virtual, que sequer precisa de um processo ainda demorado e trabalhoso de impressão de notas. Valores digitais simplesmente adicionados magicamente ao sistema podem fazer bilhões aparecerem em qualquer lugar do mundo. Maravilhosa Alquimia Digital!

Isso significa, entre outras coisas, que a ideia de que os juros se justificam, quer seja como forma de compensar o risco de calote, ou porque o dinheiro no presente vale mais que o dinheiro no futuro (lindo mantran liberal) é uma completa fraude! Pois na realidade não há riqueza alguma ali! O dinheiro é simplesmente "Criado Ex Nihilo!"

O que ocorre é que vivemos num sistema financeiro baseado no crédito, e não no lastro, que se sustenta pelo endividamento, e não poupança, dos únicos que de fato produzem qualquer tipo de riqueza, que são os trabalhadores, os produtores primários! Os demais apenas administram, concentram, redistribuem ou usurpam. A ponto de chegarem até mesmo a fazer negócios não com dinheiro em lastro, mas com créditos a receber, negociarem até mesmo as dívidas das promessas de pagamento das dívidas, e acumularem juros sobre juros fazendo na prática uso de uma quantidade de valores imensamente superior a toda riqueza combinada do planeta!

Quando você recorre a um empréstimo bancário, a realidade não é que você subtraiu uma reserva dele, e sim que o sistema apenas autoriza que as outras partes da economia também concedam crédito a você e lhe forneçam os meios materiais necessários para você solucionar sua necessidade, e depois ter que devolver um adicional para, agora sim, enriquecer ainda mais o banco. Ou seja, você realizará suas transações com dinheiro virtual ou mesmo cédulas reais cujo valor é virtualmente determinado, mas no fundo, não há riqueza alguma em suas mãos além de "notas promissórias". A única criação de riqueza real virá de um excedente de trabalho adicional humano, que alguém terá que fazer em algum momento, para então ser apropriado pelo sistema bancário.

A nível coletivo, na macro economia dos países, essa dinâmica de exploração é exponenciada. Nossa economia não se baseia apenas num complexo jogo de forças de produção, comércio e circulação de riquezas e serviços, mas sim numa espiral de endividamento infinito, cujo fim está sempre num futuro cada vez mais distante, aumentando as taxas de juros e as dívidas que são devoradas num buraco negro insaciável e enviadas para um futuro inalcançável cujos únicos beneficiários reais são os controladores do sistema financeiro internacional.

Este não produz coisa alguma! E sim vive de fazer toda a população mundial pagar mil vezes o que realmente deve, por meio do mais tenebroso sistema de exploração usurário já concebido pela genialidade, e maliciosidade, humana.

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dissidenciapoliticadf.blogspot.com.br


18 de Outubro, 1:15

Enquanto provas contundentes, com áudios gravados com o próprio acusado proferindo até ameaças de morte, de nada servem, as "convicções" se espalham para os delatores e são atribuídas até aos alvos de denúncias premiadas. Previsível: Lava Jato vaza delação contra Lula no dia que salvam Aécio

Agora até Lula tem "convicções" da própria corrupção, segundo o delator. Lula tinha ‘pleno conhecimento das propinas do Mensalão’, diz Pedro Corrêa

É o que venho dizendo. Tudo isso serve a uma demonstração clara de poder pelas elites parasitárias que estão em total comando do país. O recado é em alto em bom som, para aqueles que estavam acima da patices e coxinhices: "OS NOSSOS PODEM COMETER CRIMES À VONTADE! Eles não serão punidos nem mesmo com provas cabais de seus crimes. Os de vocês não podem nem levantar suspeitas! Pois serão punidos pelas convicções que nossas campanhas midiáticas massivas criam no dia a dia por meio de nosso noticiário fraudulento, prontas para serem abraçadas pela nossa horda de patetas e psicopatas."

17 de Outubro, 10:30

Em 2007, Norte-AMERICANOS e Norte-COREANOS cooperaram por uma causa comum.

O navio cargueiro Dai Hong Dan estava na costa da Somália quando foi tomado por um grupo de 7 piratas, que disfarçados de guardas portuários, surpreenderam e tomaram como refém a tripulação de 22 marinheiros da RPDC, pretendendo extorsão.

No dia seguinte, porém, os norte coreanos reagiram, e conseguiram retomar o controle do navio após a morte de ao menos um pirata, e ao menos três feridos entre os capturados. Marinheiros norte coreanos, porém, também foram feridos no confronto.

Ao mesmo tempo o 'destroyer' James E. Williams, da marinha dos EUA, já estava no encalço dos piratas, e terminou prestando apoio em sua captura e atendendo medicamente os norte coreanos, o que resultou em raro momento de amistosidade entre os dois países com agradecimentos oficiais.

Quando, hoje, 10 anos depois, as duas nações se encontram numa escalada de tensões, bom lembrar esse incidente que poderia resultar num belo filme.

17 de Outubro, 09:51


16 de Outubro, 18:28

Nova Resistência - Brasil
9 de Outubro

Estreou nos cinemas aqui no Brasil, no Dia das Crianças (e da Padroeira do Brasil), um filme liberado para maiores de 14 anos e que tem por público alvo adolescentes, chamado "Como se Tornar o Pior Aluno da Escola". O filme, produzido e protagonizado pelo comediante Danilo Gentili, é baseado em livro do mesmo - livro esse que não é indicado a menores de 18 anos. Certamente, abaixar a classificação etária possibilita uma arrecadação maior ao filme, já que mais pessoas poderão assistir, se a idade mínima for mais baixa. De que se trata o filme?

Entre outras coisas, ele contém uma cena polêmica (supostamente "cômica") na qual um homem pede a meninos de colégio que eles o masturbem. Gentili, em entrevista, explicou porque acha a cena engraçada:

< DG: “Foi devagarinho, igual ele fez com as crianças (brincou). Primeiro que o Porchat é um ator, então, ele sabe que está fazendo um papel. É o mesmo que o cara que faz o Freddy Krueger falar ‘não, porque o Freddy Krueger é pedófilo e mata pessoas, não posso fazer, onde já se viu’. Tem uma cena de um filme chamado Uma Família do Bagulho que tem um policial, a principio o Porchat disse ‘put* mano, essa cena é meio pesada’ e eu falei ‘nada, cara, é divertido, olha aqui nesse filme’, e eu mandei, porque tem um policial que para um menino e também faz umas propostas assim. ‘É engraçado’ (disse o Porchat), então, disse, por que é engraçado lá e no nosso filme não pode ser?”>>

Esse tipo de lixo, copiado da indústria de entretenimento americana (que produz obras no estilo "American Pie" e outras "delicadezas" do gênero repletas de escatologia e perversão), é a grande "vanguarda" trazida por Gentili, esse artista incompreendido, que, infelizmente, não seria bem digerida por esquerdistas politicamente corretos...

O jornalista Diego Barbas, entrevistou Gentili e criticou seu filme na Folha de São Paulo - Criada por Danilo Gentili, comédia juvenil ri de bullying e pedofilia; por pressão do Gentili, que não gostou da crítica, e seus fãs, Diego Barbas foi demitido do jornal.

Nós já comentamos e criticamos a performance de arte moderna com nudez masculina feita na presença imprópria de uma criança, que interagiu com o artista nu, tocando em seu corpo. Naquela ocasião, boa parte da esquerda liberal absurdamente defendeu com unhas e dentes que não havia nada de errado no acontecido (!), enquanto a mesma performance era atacada de forma até histérica pela direita. O que vemos agora é a mesma direita liberal-"conservadora" apoiando Danilo Gentili e seu lixo cinematográfico contendo piadas com pedofilia, sob o argumento de combater o "politicamente correto".

Trata-se do mesmo Danilo Gentili que, em rede nacional, chamou uma mãe que doava seu leite materno a hospitais infantis de "vaca" e disse que ela dava mais leite que o "Kid Bengala" (famoso ator pornográfico), numa piada suja relacionando leite materno a sêmen. Por conta disso, a mulher, que passou a sofrer chacota nas ruas, teve de se mudar de cidade. -

Por conta disso, Gentili foi condenado pela justiça a indenizar a mãe, mas entrou com recurso. Certamente, ele conta com advogados e dispõe de recursos financeiros para levar adiante uma pequena batalha jurídica.

É o mesmo Gentili que em seu programa de humor, perguntou ao comediante Rafael Bastos se ele "comeria" a artista Wanessa Camargo que, à época, estava grávida - ao que Bastos respondeu que "comeria ela (sic) e o bebê". Esse incidente também ensejou condenação por danos morais (curiosamente, nos exemplos citados, o humor de Gentili e seus colegas consiste em associar a dimensão infantil ou materna-infantil à sexualidade). Gentili e seus fãs acham tudo isso muito engraçado.

Não são só "esquerdistas" e "politicamente corretos" que desprezam o tipo de lixo e de humor feito por pessoas como Gentili e se indignam moralmente. São pessoas saudáveis, normais e a maior parte do povo e dos trabalhadores brasileiros, das mães e dos pais.

Não queremos nem precisamos de mais danilos gentilis vendendo esse tipo de lixo e nem crianças sendo expostas a performances artísticas decadentes de artistas cosmopolitas pequeno-burgueses. Não queremos nem precisamos da Rede Globo de Televisão. Não queremos nem precisamos da direita vendida, pau-mandado dos EUA, da direita "zoeira", de youtubers afetados e comediantes escrotos e nem tampouco da esquerda lacradora, cirandeira, pró-drogas e anti-família, anti-religião e, em última instância, anti-povo.

São dois lados da mesma moeda que devem ser ridicularizados, repudiados e combatidos.

Viva a cultura erudita e viva a cultura popular!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


16 de Outubro, 14:10

Nigerianos mandando bem no 3D.

Estúdio locado em Lagos, na Nigéria. www.anthillproductions.org

13 de Outubro

Reconheço uma virtude em Bolsonaro: ele não está mentindo. Assumiu publicamente que é sim um capacho dos EUA, puxador de saco do sionismo (no que é irmão de alma de Jean Wyllys) e lambedor de botas do alto empresariado e setor financeiro estadunidense. Tenho um fraco pela sinceridade e por isso mesmo acho isso melhor do que sê-lo sem assumir, como aliás a totalidade do atual governo.

Há uma campanha pró-bolsonaro inteiramente independente, feita espontaneamente pelo seu próprio eleitorado e inteiramente baseada no "mito" que foi construído em torno dele. E veja só, nem foi ele exatamente que construiu o mito em torno de si. Desconfio até que quando sua campanha oficial iniciar, poderá entrar em choque com esse movimento popular.

A essa altura, não parece mais possível minimamente sustentar o mito nacionalista de Bolsonaro, esse tem sido mantido mais pelos seus detratores, que querem manchar a ideia de Nacionalismo em si, que pelos seus defensores. Mas ainda apega-se ao seu "mito" enquanto conservador, o que pessoalmente ele pode até ser mesmo, mas praticamente de modo teatral.

Pois só pode ser encenação alguém aparentar-se um defensor da moralidade tradicional, dos valores familiares, das religiosidade etc, e ir babar ovo da mesmíssima elite que ataca sistematicamente tudo isso. É lutar espetaculosamente contra os soldados ao mesmo tempo que se adula os generais que os enviam. E a essa altura não é mais possível ignorar isso nem mesmo apelando para a esquizofrenia patética da "ameaça comunista".

Em defesa dos que ainda tentam sustentar essa espantosa ilusão, destaco que uma característica indelével da natureza humana é dar mais importância à Forma que ao Conteúdo. Há no máximo uma bem intencionada, e normalmente ingênua, tentativa de valorizar o último acima da primeira, mas de modo geral a Aparência sempre levou a melhor sobre a Essência. E é apenas nesse sentido que o apoio popular a Bolsonaro, especialmente por parte daqueles capazes de redigir um período composto de orações coordenadas maior que um tweet, ainda tem algum sentido.

Na política isso é crucial. Lula sempre será considerado um líder populista mesmo que governe mais para o empresariado que para o povo, pois o mínimo fundo de verdade que exista para legitimar a Forma aparente sempre passará por cima do real Conteúdo. Não a toa o playboy Dória se esforçou tanto para construir uma das mais delirantes ficções da história recente, a de que ele teria alguma coisa em comum com quem trabalha. (Pegar numa vassoura vestido de Gari deva ter sido um esforço monumental!) Mas não teve jeito, a "forma" indelével dele continuará sendo a de bon vivant.

Assim, o que pretende o eleitor do "mito" é colocar na presidência alguém que simboliza a resistência contra o Liberalismo Cultural mesmo que na prática viabilize seu crescimento metastático, pois multiplicar a fortuna da mesma elite que financia Feminismo, Abortismo, pautas LGBT etc não pode ter outro resultado.

Já previ e acertei que a derrocada do Governo Dilma, assumidamente feminista (Feminismo é o carro chefe da neo esquerda pós-moderna) em nada afetaria o movimento, que na pior das hipótese receberia suporte ampliado do setor privado, como a Globo está fazendo questão de deixar bem claro. Na verdade piora, porque o poder de transformação cultural de um órgão estatal burocrático é ridículo comparado ao da mídia de massas. Não é a Dilma ou o PT que efetivamente conseguiriam destruir as bases da sociedade brasileira, pois estes podem ser facilmente descartados como ficou demonstrado.

Essa destruição é efetivamente promovida por quem tem poder para estar dentro dos lares, dos bares e dos ares quase 24 horas por dia sendo absorvida por todas as faixas etárias numa campanha que transcende em muito os mandatos dos governos, dos quais só os 22 anos de Malhação e seus mais de 5.555 episódios diretamente no cérebro da juventude já são comparáveis ao período do governo do PSDB em São Paulo. É a grande mídia e a indústria cultural, desde os EUA, que sob o controle de oligarquias dinásticas detém o verdadeiro poder de remodelar uma sociedade a longo prazo. Com a Globo estando no poder midiático supremo há 52 anos, mais que a era democrática, não é de se estranhar que a mesma população que em peso a odeia e garanta saber que é uma fábrica de mentira e manipulação, ainda assim a assista religiosamente todo santo dia!

A eleição de Bolsonaro serviria apenas a esse fôlego simbólico, um lembrete de que não gostamos do assédio ao qual estamos submetidos, mas que não só não estamos fazendo nada de efetivo contra ele como ainda o estamos fortalecendo. É o tal "Estou ferrado mesmo, não tem jeito, vou me ferrar ainda mais, mas juro que não gosto disso!" O que dá um outro verniz ao conceito de masoquismo, que talvez se aplique ao papelão que o "mito" foi fazer nos EUA.

12 de Outubro
Repostagem de um ano atrás

Dos tempos em que eu me considerava feminista, a ilusão que hoje mais me impressiona foi a que conseguia me cegar para um fato óbvio a respeito de um possível futuro desaparecimento de um dos gêneros.

Não apenas Valerie Solanas realmente acreditou que a automação e reprodução artificial permitiriam viabilizar o fim dos homens, como certos cientistas supuseram que a Partenogênese ou a mera clonagem de espermatozóides X possibilitaria repor a humanidade apenas com mulheres, bem como uma legião de escritores de Ficção Científica conceberam as mais diversas Ginotopias, das quais muitas envolvem mundos exclusivamente femininos.

Eu próprio escrevi, 5 anos atrás, um texto exatamente com o título GINOTOPIA / Hipergamia V onde declarava essa possibilidade, como mais provável que uma Androtopia, por já ser possível congelar espermatozóides e repor rapidamente a humanidade caso subitamente os homens desaparecessem, ao passo que o contrário seria mais difícil visto que precisaríamos de úteros artificiais e há muito menor disponibilidade de óvulos.

Até hoje muitos se perguntam para que servem homens, e ainda se pode ver regozijos feministas de que eles poderiam ser facilmente descartados no futuro com vindouros métodos de reprodução artificial.

Com tanta fantasia, mesmo os mais perspicazes parecem ter perdido de vista que a implementação de uma reprodução artificial nos moldes de feministas visionárias como Sally Miller Gearhart, Shulamith Firestone ou Donna Haraway teria como consequência justo o completo oposto.

Seria o sexo feminino que desapareceria, e é verdadeiramente impressionante que em um século de Ficção Científica tão poucos se deram conta disso. No Brasil, o escritor Daniel I. Dutra é uma honrosa, ainda que parcial, exceção, concebendo um futuro sem mulheres em seu livro A Eva Mecânica.

Na verdade, são essas mesmas feministas que terminam acrescentando o elemento que tornaria isso não apenas provável, mas praticamente infalível uma vez criado um sistema de reprodução artificial suficientemente sofisticado para dispensar a natural.

Superada a dificuldade de prescindir de óvulos, que uma recente descoberta já antecipou, mulheres não seriam mais necessárias para engravidar, gestar e amamentar, eliminando com isso a única coisa que somente elas podem fazer e o motivo primordial porque toda a humanidade sempre se organizou em termos de papéis de gênero. A simples maior valorização da vida feminina que resulta de uma necessidade natural, por serem incomensuravelmente mais valiosas em termos reprodutivos, perderia o sentido, não mais havendo necessidade de custosas políticas de Saúde Reprodutiva (no sentido real, não no sentido feminista igual a 'aborto'), visto ser mais fácil eliminar o sistema reprodutivo feminino em si pondo fim a ciclos menstruais, problema cervicais, câncer de mama etc.

Mas a eliminação da principal função social feminina, a Reprodução, em nada diminuiria a necessidade da Produção, que embora sempre possa empregar mulheres, é em vários setores esmagadora ou mesmo totalmente masculina, principalmente por fatores fisiológicos, pois o corpo masculino é mais adequado à maioria das funções, especialmente as mais pesadas. E mesmo a progressiva automação não afetaria isso, visto que produção, operação, manutenção etc, de equipamentos robóticos e tecnológicos, em todos os níveis também é amplamente masculina.

Se a reprodução fosse então artificial, considerando que a humanidade sempre se adapta a suas necessidades produtivas, então seria muito mais prático produzir apenas homens, eliminando os custos envolvidos com o sistema reprodutor feminino. Faz nenhum sentido produzir corpos com características femininas como seios, quadris mais largos, maior progesterona e menos testosterona que implicam em musculatura mais fraca etc, se eles não teriam utilidade prática.

Ainda haveria um motivo crucial para a produção de mulheres que seria o simples impulso sexual masculino, que é extremamente atraído por elas, e então uma certa demanda masculina pela mera existência de mulheres para objetivos românticos, afetivos e sexuais, se tornaria praticamente o único motivo pela manutenção de sua existência, mesmo que nesse futuro já houvesse sofisticadas ginóides capazes de replicar perfeitamente a aparência feminina, e ainda superá-las pela engenharia estética de corpos artificiais perfeitos como já foi, isso sim, largamente antecipado pela Ficção Científica.

Em termos feministas: Objetificação Suprema das mulheres.

Mas com tal tecnologia seria mais plausível suprimir o impulso sexual masculino. Algo já parcialmente possível pelo uso de drogas, mas jamais cogitado para além da aplicação de castradores químicos em criminosos sexuais. Neste futuro tal "castração" total do impulso sexual masculino será altamente desejável, eliminando toda uma cadeia de custos e problemas que a manutenção de tal impulso causaria.

Nesse futuro nada implausível, os prazeres da vida poderiam dar as costas à sexualidade, se concentrando tanto nos mais primitivos, como a degustação ou o entorpecimento, quanto nos mais sofisticados, como as artes, ou mesmo nos transcendentais.

A Reprodução Artificial, hoje mais próxima do que nos tempos áureos do Feminismo Radical dos 1970, aliada a supressão da sexualidade, teriam como resultado inevitável não o fim do homens, o que bem visto não faria o menor sentido, mas isso foi quase totalmente invisível não só para tais feministas como para a maioria dos ficcionistas.

Talvez isso destruísse a humanidade por algum tipo de dano psicológico causado a uma espécie que existe há ao menos meio milhão de anos totalmente construída biologicamente em cima da reprodução natural. Aliás, TODA A VIDA É UM FENÔMENO REPRODUTIVO! Seres vivos são, essencialmente, entidades capazes de se auto replicar. Eliminar a necessidade disso pode ter um impacto impossível de dimensionar.

Mas se possível, o resultado certo seria o fim das mulheres, ou no mínimo o surgimento de um gênero único que para todos os efeitos práticos e estéticos seria essencialmente masculino, ainda que um pênis capaz de ter ereção seria também dispensável.

O Feminismo atual, ainda que tenha omitido seus discursos mais radicias, continua sendo completamente anti-reprodutivo, atacando todos os aspectos possíveis da reprodução humana que vão desde o contemplamento da beleza feminina pelos homens (objetificação), flerte de iniciativa esmagadoramente masculina (assédio sexual), relação sexual (estupro), até a gravidez que é atacada por meio do Abortismo.

Em especial, continua insistindo numa hipotética igualdade que só pode ser plenamente atingida com a masculinização e o fim da função reprodutiva feminina. Com as possibilidades de reprodução artificial aumentando a cada dia, o Feminismo termina empurrando a humanidade para o fim do gênero feminino.

9 de Outubro

Nova Resistência - Brasil
9 de Outubro

A Rede Globo é a maior inimiga do povo, do trabalhador, da pátria e da família brasileira.

Sua ideologia oficial é tão somente o liberalismo, em todas as suas variantes: do liberalismo econômico privatista radical ao liberalismo-libertário moral e cultural.

E nisso ela consegue se colocar ao público de maneira transversal, dando tapinhas nas costas, agradando ora a direita e ora a esquerda e, assim, mantendo sua hegemonia como monopólio de imprensa – fazendo seus ideais torpes penetrarem no tecido social sem qualquer oposição.

Representando o Brasil burguês, a #Globo zomba dos valores do povo: todos viram a reação de escárnio da "esclarecida e superior" Andreia Horta e cia diante dos questionamentos da Dona Regina a respeito da performance criminosa no MAM – questionamentos que representam 100% as classes populares brasileiras.

Representando o alto escalão do empresariado e das oligarquias podres, ontem e hoje, atua no sentido de favorecer seus interesses de classe: é nesse espírito que ela apoiou o golpe militar anti-patriótico de 64 e, hoje, segue apoiando radicalmente as reformas criminosas operadas pela Junta #Temer contra o povo brasileiro.

Quando o Brasil e seu povo serão verdadeiramente livres?

Quando a grande mídia for enquadrada. Quando a Globo, esta rede de televisão suspeita de crimes contra a ordem fiscal nacional, for devidamente colocada contra a parede. Quando removermos este câncer e expurgarmos definitivamente este braço do imperialismo e do globalismo em nossa terra.

Só assim poderemos avançar livremente rumo à realização histórica de nossa civilização.

DIGA NÃO A GRANDE MÍDIA!

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


8 de Outubro, 23:39

Talvez não haja coisa mais patética do que as pretensões contidas em títulos de vídeos no Youtube com afirmações do tipo:

- Fulano HUMILHA siclano em debate!
- Beltrana ARRASA com fulana em evento!
- Siclana CALA A BOCA de "fulanistas" em entrevista na TV!
- Fulana DESTRÓI movimento beltranista em...

Não raro encontramos um vídeo onde "João" MASSACROU "Maria" ao lado de outro onde a mesmíssima "Maria" TRUCIDOU o mesmíssimo "João". Por vezes até ocorre de um vídeo selecionar um trecho diferente do outro, mas não é raro mostrarem a mesmíssima coisa com percepções absolutamente opostas.

O motivo é simples. A grande maioria desses pessoas não tem a menor capacidade de avaliar um argumento isolado, quanto menos um diálogo minimamente complexo. Não sabe distinguir uma conclusão válida de uma falácia grosseira, e não faria a menor ideia da distinção entre retórica e lógica.

Se estivéssemos no âmbito físico, alguém poderia até ver uma surra homérica dada de A em B e ainda assim dizer que foi o contrário, mas é difícil convencer muita gente quando se nota que um está mais detonado que personagem derrotado de Mortal Kombat e o outro está ileso como tendo ganho de Flawless Victory.

Somente nas lutas reais onde os oponentes não conseguem se superar há lugar para dúvida, como por exemplo no boxe ou MMA quando não há nocaute ou finalização e os juízes devem decidir por pontos. E é mais ou menos assim que sempre são os debates reais.

Por estarem no âmbito quase abstrato da comunicação e informação, muito mais virtual e volátil, somente um devido treinamento em argumentação permite efetivamente saber quem foi superior, tal qual os olhos treinados de juízes que percebem, numa luta esportiva, a validade de um golpe que a maioria das pessoas sequer vê.

Mas num mundo onde muita gente é capaz de ver uma argumentação impecável refutar sistematicamente todas as afirmações do oponente, mas mesmo assim achar que este venceu apenas porque xingou mais ou gritou mais alto, o resultado só pode ser este que se vê por aí.

Na realidade são raras as vitórias incontestes e humilhantes em debates, e quase sempre se dão mais pelos ornamentos que pelos argumentos em si, e estou para ver um único destes vídeos efetivamente conter o que promete.

Os europeus medievais exigiam o estudo do Trivium: Lógica, Gramática e Retórica, como formação básica dos intelectuais, que correspondem aos domínios do pensamento abstrato, domínio da linguagem e da oratória e dinâmica do convencimento, onde há lugar para o uso das emoções e da poética.

Nas redes sociais bastam a ofensa perversa, a trollagem e os memes estúpidos. Que permitem a qualquer retardado mental se achar a sapiência encarnada e ainda fazer pouco caso até de quem domina amplamente o campo da intelecção.

8 de Outubro, 19:40

Ação Avante
6 de Outubro
LIBERALISMO É ANTI-CRISTIANISMO

"Conservadorismo liberal" é um axioma, uma contradição plena. Tudo aquilo que se considera como resultado do "Marxismo Cultural" não é nada mais do que fruto do próprio Liberalismo.

Isso fica bem evidente nas palavras do próprio Mises, maior expoente da ideologia liberal: "O liberalismo é superior ao Cristianismo e tem restaurado a humanidade por meio da destruição da Igreja, motivo pelo qual a Igreja o odeia. Historicamente, é fácil entender a aversão que a Igreja tem mostrado pela liberdade econômica e pelo liberalismo político sob qualquer forma. O liberalismo é a flor daquele iluminismo racional que desferiu o sopro da morte no regime da antiga Igreja e do qual brotou a crítica histórica moderna. Foi o liberalismo que solapou o poder das classes que por séculos estiveram intimamente ligadas à Igreja. Ele transformou o mundo mais do que o Cristianismo sempre fez. Ele devolveu a humanidade ao mundo e à vida. Ele despertou as forças que sacudiram as fundações do tradicionalismo inerte sobre o qual a Igreja cria estar repousada. A nova perspectiva provocou na igreja um enorme mal-estar, e ela ainda não se ajustou até mesmo às camadas mais exteriores da época moderna." - Ludwig von Mises, Socialismo, capítulo 29.

O conservador aponta corretamente o aspecto anti-conservador e anticristão do marxismo, mas ignora os mesmos elementos no liberalismo. E isso não é algo presente exclusivamente no pensamento de Mises, ou apenas no trecho postado acima. É um efeito colateral visível, uma consequência observável quando se adota as premissas liberais.

O liberalismo é anti-conservador, anticristão e anti-tradicionalista em essência. Está exatamente irmanado ao Iluminismo e à Revolução Francesa e seu genocídio anticristão.

Pode haver liberais "cristãos" e "conservadores", mas a essência dessa ideologia é totalmente oposta aos ideais religiosos e conservadores. Não adianta apontar apenas a fonte antirreligiosa do marxismo e ignorar seu equivalente liberal.


8 de Outubro, 18:47

Esta notícia de mais de um ano e meio atrás exige uma melhor explicação do que a fornecida para explicar o simbolismo das "luvas brancas."

Maçons fazem ato na Câmara aos gritos de ‘masmorras ao comunismo’
Protesto contra corrupção contou com
deputados da oposição e reuniu 250 pessoas

Na realidade significa proteger as mãos de serem marcadas pelo serviço sujo de, em nome do "combate a corrupção", ajudar a por no poder a quadrilha mais corrupta e pervertida de todos os tempos e depois silenciar por completo quando ela ultrapassa todas as escalas concebíveis de patifaria.

8 de Outubro, 15:09

Por Gustavo Castañon

'O FIM DO ESTADO

A Psicologia da felicidade revela um aspecto muito obscuro de nossa natureza, conhecido como princípio da privação relativa. Segundo ele, nosso nível de bem-estar subjetivo é comparativo, depende do nível de bem-estar atribuído a nossos semelhantes.

E a maioria dos trabalhadores privados brasileiros, esmagados por um cotidiano brutal e uma exploração sem limites, imagina no servidor público um marajá que ganha fortunas para não trabalhar e não sofrer da angústia do desemprego.

Intimamente, esses brasileiros experimentarão uma grande satisfação em ver essa angústia e essa perseguição política e moral, que eles conhecem tão bem no mercado, bater à porta dos servidores públicos.

E como todo comportamento movido pela inveja e o ódio, a destruição virá como resposta de médio prazo. A completa extinção dos serviços de educação e saúde dos quais eles e seus filhos dependem vitalmente.

Pior para eles, como os funcionários públicos geralmente o são por mérito, resultado de concursos extremamente difíceis, uma vez que desistam do Estado tendem a tomar os melhores empregos dos que hoje torcem por suas demissões.

Mas não está disponível a nós servidores o prêmio de consolação mórbido de escarnecer dos colegas traidores que apoiaram o golpe de estado. Porque eles estão, de forma geral, felizes, pelo mesmo princípio.

Geralmente estão entre eles os piores elementos do funcionalismo, gente que se alia a qualquer administração corrupta, que burla o requisito de dedicação exclusiva ou o horário de trabalho em negócios particulares, que se submete a qualquer governo.

Eles esperam ardentemente ver o resto do funcionalismo se tornar como eles.

E é claro, toda essa destruição moral e administrativa está sendo feita somente para pagar a conta da política econômica mais criminosa do mundo, que esse ano fará o governo federal gastar com juros o equivalente a 24% (R$339,1 previstos para 2017) de tudo o que arrecada em impostos e contribuições. Situação semelhante se repete por estados e municípios.

Enquanto isso, os gastos com pessoal, alvo do ressentimento que em parte motiva o apoio a esse projeto, chegarão no máximo a 306,86 bilhões, nisso incluído inativos, pensionistas da União e os supersalários inconstitucionais do judiciário.

E o país assim se destrói pelo ódio e ressentimento sem fim, cada um saboreando, debaixo dos escombros de sua antiga vida, um momento de felicidade torpe com a ruína de seu adversário político ou do primo que inveja profundamente.

Não chegamos ainda ao fundo do poço, na verdade, não existe fundo do poço para uma nação que não só destrói seu Estado, mas que perdeu, há muito, a condição moral de sobrevivência."

7 de Outubro, 23:13

Por mais zoado que seja esse fake trailer, temo que haja algo de profético nele. Do jeito que as coisas vão na Alemanha duvido nada que no futuro o exército alemão termine ficando desse jeito aí mesmo.


7 de Outubro, 13:49

A ideia de "Chame-os do que você é, acuse-os do que você faz." é tão antiga quanto a própria humanidade. É essencial na manutenção da mentira por exemplo, onde o mentiroso acusará justo disso aquele que lhe contradiz com a verdade.

Aliás, a estratégia de se adiantar e acusar o outro primeiro do que se fez sempre teve a eficiência de inverter as aparências. Tomar a iniciativa de acusar alguém costuma funcionar até como forma de tentar forjar um álibi, pois existe a ingênua crença de que o verdadeiro culpado sempre prefere jamais tocar no assunto.

Por isso, acusar Lênin, ou qualquer outra figura histórica, de ter "inventado" isso, ou as demais noções de seu inexistente e delirante "decálogo", nada mais é do que um exemplo da própria aplicação desta frase em si.

O mesmo digo da tal "uma mentira mil vezes torna-se verdade", atribuída aos nazistas. Esta é uma regularidade fundacional da cultura humana, da qual nascem as lendas, mitos, superstições e mesmo a base de muitas civilizações.

6 de Outubro, 21:34

Há três problemas básicos inter relacionados que afligem nossa espécie na civilização contemporânea, no que se refere a nossa herança evolutiva.

1 - Evoluímos para lidar com grupos pequenos de pessoas. Embora as grandes cidades já tenham por volta de 5 mil anos, nossa espécie tem pelo menos 10 mil vezes isso, portanto continuamos funcionando como membros de uma comunidade restrita, capaz de realmente se relacionar bem com no máximo umas 100 pessoas, sabendo não apenas seus nomes, mas coisas sobre elas a ponto de termos alguma intimidade, e sendo capazes de reconhecer visualmente no máximo umas poucas milhares. Mas vivendo em cidades com milhões de habitantes, estamos todos os dias submetidos a uma exposição constante de semelhantes com a qual nunca conseguimos desenvolver afinidade. Serão sempre estranhos, e instintivamente, potenciais ameaças. Há um custo psicológico para isso, um estresse sutil que cada um vivencia de modo diferenciado. Mas isso se torna realmente pior pelo terceiro ponto.

2 - Somos bombardeados diariamente por informações que vem de um planeta inteiro, com eventos que só são possíveis de ocorrer quantitativamente num mundo com bilhões de habitantes, mas processamos essas informações com nosso cérebro adaptado para comunidades pequenas. Isso nos faz ter a impressão que o mundo é muito mais perigoso do que realmente é, como se todas as desgraças que são diluídas numa amostragem colossal de pessoas fossem ameaças concretas ao nosso pequeno grupo. Isso associado ao fato anterior, multiplica o estresse imensamente, mas até aqui ainda seria pouco se não fosse pelo seguinte.

3 - É o terceiro ponto que realmente nos aflige, pois nosso bem estar depende de laços sociais fortes. Em comunidades pequenas ainda é possível ter esses laços e possuir alguma intimidade com praticamente todas as pessoas à sua volta, mas no caos urbano é quase impossível, pois aqueles poucos que temos ou escolhemos para ser a "nossa comunidade pessoal" estão na maior parte do tempo afastados. Ou seja, até a família na qual nascemos costuma estar longe por grande parte do tempo enquanto convivemos com estranhos, e destes, os que tomamos como amigos só nos acompanham em geral por menos tempo ainda, e quase nunca em conjunto com nossa família. Basta lembrar o quanto ficamos satisfeitos quando conseguimos reunir um grupo de pessoas com as quais realmente temos afinidade, em especial quando esse grupo se relaciona bem com nossa família.

Ou seja, somos afligidos pelos problemas 1 e 2 sem poder saná-los devidamente por conta do problema 3.

Só não enlouquecemos todos porque a civilização dá uma substancial contra partida, que é o conforto que também somos evolutivamente adaptados para desejar. A maioria de nós, mesmo reconhecendo esses problemas, não está disposta a se arriscar nem mesmo numa cidade desconhecida na qual é certo que terá uma comunidade pequena para se relacionar, quanto menos num mundo sem a infraestrutura que somente a civilização pode dar.

6 de Outubro, 12:45

De Rafael Scovino. Com correções.*

"A esquerda perde no Brasil por dois motivos fundamentais.

O primeiro e mais imediato é que não representa, combate e enoja a identidade e os valores de nosso povo, se pautam por idéias estrangeiras, cosmopolitas, vindas das grandes metrópoles do Ocidente liberal, é uma esquerda colonizada e colonialista.

A segunda e mais profunda, interligada a primeira, é que pela composição, identidade e valores, o Brasil não comporta, não é compatível com os modelos comunistas seja soviético, cubano ou chinês.

A via a esquerda para o Brasil é um socialismo de base nacionalista, voltado aos valores de nosso povo, com uma burguesia incluída mas condicionada aos interesses das maiorias, algo como ocorreu em nações àrabes como a Síria e a Líbia, um nacionalismo popular.

Algo como o trabalhismo varguista e o peronismo buscaram fazer e que as esquerdas erroneamente taxam de "populismo".

Em certo sentido, o bolivarianismo tenta fórmula similar.

O Bolivarianismo porém tem força e sentido para os póvos andinos, para os frutos da epopéia de Símon Bolívar.

O Brasil é grande e diferente demais para tal linguagem, precisa de um modelo próprio.

Não a toa mesmo aliados, em Cuba se dirige o Martianismo e na Nicarágua o Sandinismo ligados a dinâmicas de seus próprios póvos, ali não se fala em Bolivarianismo por motivos óbvios.

No Brasil não haverá "uma ditatura do proletariado", por mais que nossa direita obtusa matando o povo de fome acabe por forçar a este encaminhamento.

Tão pouco temos vocação de ser uma cópia das esquerdas cosmopolitas presentes nos EUA e na Europa.

Ou a esquerda será nacionalista e popular, ou não será nada.

Nisso podem se unir trabalhistas, nacionalistas de esquerda, desenvolvimentistas e mesmo comunistas se esquecerem a via marxista e trabalharem com ela orientada a via nacionalista e popular.

A dissidência política tem papel fundamental, a começar por retirar os dogmas obtusos como "a repulsa ao populismo" das esquerdas e por fim fazer um encontro, baseado nos interesses e valores nacionais e populares com setores a direita, que as esquerdas erroneamente taxam de "fascistas".

O "anti-fascismo" das esquerdas hoje é sua escolha pelo liberalismo, cosmopolitismo e idéias estrangeiras.

Chamar de início os populistas, seguindo aos nacionalistas de fato, conservadores clássicos, hispânicos, tradicionalistas... a se encontrarem com uma esquerda lúcida imbuída dos mesmos valores essenciais - nação e povo."

* Para ser mais exato, Uma única correção. O Rafael Scovino é brilhante. Mas tem a terrível mania de trocar 'MAS' por 'Mais'!

6 de Outubro, 01:51

Sobre o Queermuseu e o MAM-SP, com a palavra, o meu Anti-Mestre.

"A linguagem da propaganda política é toda feita de slogans e chavões que não se destinam a descrever estados de coisas, mas a gerar efeitos emocionais diretos, quase que por reflexos condicionados, sem passar pela percepção do estado de coisas.

Numa situação normal, essa linguagem é contrabalançada pela da análise política, que quebra o feitiço das palavras e tenta mostrar o que, por trás delas, está em jogo. Infelizmente, no Brasil, os jornalistas e intelectuais, em massa, se adaptaram gostosamente à missão de "agentes de transformação social", na qual a análise objetiva só pode atrapalhar e tudo o que interessa é levar a plateia a identificar-se emocionalmente com este ou aquele grupo, amar e odiar, desejar e temer, aplaudir e apedrejar.

A propaganda, em suma, tornou-se a única atividade intelectual concebível.

O primeiro e mais óbvio resultado é que ninguém, nessa atmosfera, consegue distinguir entre os símbolos verbais e as forças sociais reais que eles em parte designam, em parte encobrem.

Os episódios do Santander Cultural e do MAM-SP, por exemplo, opõem os adeptos dos "direitos das minorias" aos defensores da "família". Nessa luta de slogans, os membros da primeira facção nem de longe percebem que a sua política "multicultural" só pode produzir, como resultado objetivo, a destruição de todas as resistências morais e culturais ao poder avassalador dos grupos bilionários que promovem a "transformação social" e desembocar no império absoluto do grande capital, que, como "esquerdistas" que imaginam ser, odeiam da boca para fora.

Já os apóstolos da "família" apegam-se à defesa desse símbolo verbal, sem notar que quem está sendo ameaçado não é "a família" enquanto valor genérico, e sim algumas famílias, as da massa trabalhadora, enquanto as famílias dinásticas que promovem a destruição das primeiras se consolidam no patriarcalismo hierárquico estrito que é a raiz e fundamento do seu poder.

A sociedade que o "multiculturalismo" anuncia não é a gandaia geral que o moralismo conservador tanto abomina e teme, mas uma sociedade de tipo romano em que só os ricos e poderosos têm o privilégio de possuir uma família estruturada, enquanto o povão se esfarela numa poeira de átomos soltos, sem pais nem mães, nem tradição, nem passado, nem referência – a massa de manobra ideal para os engenheiros sociais a soldo da elite bilionária.

A guerra dos símbolos, assim, encobre a disputa entre forças sociais que permanecem invisíveis a ambas as facções militantes, ambas a serviço de objetivos que não são os delas e que transcendem seu horizonte de consciência.

Um detalhe significativo, nos dois casos em questão, foi a dupla e complementar cegueira das facções em luta. A primeira incapaz de perguntar que interesse, afinal, os grandes bancos patrocinadores poderiam ter na sexualização prematura da criançada; a segunda ignorando solenemente a diferença entre a prática da pedofilia, ou a sua promoção ostensiva, e uma operação complexa e sutil de progressiva dessensibilização social, quase impossível de enquadrar criminalmente mas até mais perversa e maligna do que a pedofilia.

O pedófilo, afinal, como o assassino de crianças no clássico de Fritz Lang "M, o Vampiro de Düsseldorf", pode sempre alegar-se vítima de impulso incontrolável, ao passo que o engenheiro social, ao criar a campanha dessensibilizadora e atrair a massa de moralistas e conservadores para uma batalha judicial antecipadamente perdida, confere à premeditação requintes de astúcia demoníaca."

Olavo de Carvalho
04/10/2017

6 de Outubro, 01:41

Pronto! É exatamente isso que eu estava prestes a dizer! O MBL NÃO DÁ A MÍNIMA para moralidade ou combate a pedofilia, não passam de farsantes usando uma estratégia calculista para angariar apoio político de uma população conservadora para no final ser canalizada para pautas liberais econômicas completamente alheias ao interesse dessa mesma população.

O povo é, E SEMPRE SERÁ, tendente a Esquerda ECONÔMICA e a Direita CULTURAL, o MBL é apenas instrumento das elites financeiras para aplicar pautas neoliberais, e por isso quer fazer uso da velha tática de conquistar o eleitorado pelo via conservadora cultural para depois trair seus reais interesses. Isso vem sendo feito há décadas com enorme sucesso, e também pela Esquerda Cultural, que por outro lado conquista o eleitorado pela via econômica para depois traí-lo e empurrar Abortismo, Feminismo, descriminalização de drogas etc.


4 de Outubro, 13:47

Desde que comecei a estudar Kabbalah este é o texto mais sintético que já encontrei, combinando numa explanação única tanto o Sephiroth quanto o Qliphoth.

QLIPHOTH


4 de Outubro, 8:24

"The Shape of Things to Come."

Só acrescento uma terceira explicação para o maior crime em política macroeconômica de todos os tempos: Destruição impiedosa do país.

David Deccache
3 de Outubro

A PRÉVIA DO ORÇAMENTO DE 2018 E A LUTA DE CLASSES.

É assustador olhar o impacto da PEC do fim do mundo (PEC 241, agora EC 95) na prévia do orçamento de 2018. No próximo ano sentiremos na pele a loucura que é o teto dos gastos no primeiro ano em que ele “funcionará para valer”, revelando sua face mais cruel. Digo isso porque em 2017, apesar do ajuste fiscal ter sido enorme e com efeitos perversos sobre a dinâmica econômica, houve elevação de 7,2% (IPCA acumulado até junho de 2016) das despesas primárias em um ano em que a inflação fechará abaixo de 3%, ou seja, tivemos uma pequena expansão real dos gastos primários. Mesmo assim, em 2017, a pequena elevação das despesas primárias não foi suficiente para acomodar a elevação das despesas obrigatórias e acabou por esmagar os gastos discricionários, basicamente investimentos públicos.

Acontece que em 2018 será ainda pior, já que as despesas serão corrigidas em 3% em um ano com inflação prevista de 4,2%, ou seja, haverá um corte real nas despesas primárias. Não é congelamento, é corte! Com despesas obrigatórias crescendo e orçamento encolhendo, a conta não fecha e as despesas discricionárias serão esmagadas: apenas 5% da receita da União (65,0 bilhões) será destinada às despesas discricionárias, aí incluídos os gastos com a manutenção do Governo Federal e custeio das Políticas Públicas. Falando em despesas discricionárias, é bom frisar que 100% das despesas em áreas como habitação e saneamento básico (duas áreas extremamente carentes de investimentos públicos) são discricionárias. Para termos uma ideia da importância de investimentos nessas áreas, é bom lembrarmos que metade dos brasileiros não tem esgoto coletado em suas casas e 35 milhões de pessoas nem sequer têm acesso a água tratada no País.

No Projeto de Lei Orçamentária de 2018, relativamente aos valores autorizados em 2017, destacam-se a redução, em termos nominais, de 82,8% nos investimentos. O esmagamento nas despesas discricionárias que recaem, principalmente, sobre investimentos públicos, tem impacto extremamente negativo no crescimento econômico e na geração de emprego: segundo Manoel Pires, economista da FGV, a cada R$1 gasto, o PIB aumenta R$ 1,60. E se há corte, o efeito é o oposto: a cada corte de 1 Real, o PIB recua R$ 1,60.

Em um momento de grande incerteza e com fraca demanda por conta da queda da renda e do elevado nível de desemprego, o setor privado não tem nenhum estímulo a voltar a investir, preferindo alocar seus recursos, por exemplo, em títulos públicos remunerados às mais altas taxas de juros do mundo. Nesse cenário, sem investimento público, haverá uma grande depressão no investimento agregado da economia. Para agravar a situação, o BNDES, que poderia ser uma alternativa para a indução do investimento, terá uma forte restrição para atuar nesse sentido, já que, a partir de janeiro de 2018, por conta da MP 777, não poderá mais oferecer empréstimos com base na TJLP - uma taxa de juros competitiva que amenizava dois problemas crônicos da economia brasileira: o alto custo do crédito no Brasil e a ausência de um sistema de crédito de longo prazo.

Outras pautas afetadas pelo teto foram as ações da assistência social financiadas pelo Fundo de Assistência Social, que caíram de R$ 2,3 bilhões para apenas R$ 2,8 milhões. Serviços de Proteção Social Básica, por exemplo, caíram de R$ 1.272.023.105 para R$ 800 mil, uma queda de 99%. Até o Bolsa Família, programa comprovadamente eficiente e referência mundial em termos de política social pública, sofrerá um corte de 11%, o que retirará o benefício de 2 milhões de famílias, de R$ 29.825.065.509 a R$ 26.504.517.226.

A lista de cortes é extensa, mas dentre todos os ataques, vale destacar que as universidades públicas, que já estão sendo esmagadas pelo ajuste fiscal em curso desde 2015, sofrerão um ataque ainda mais duro em 2018. Para termos ideia do tamanho do impacto da proposta orçamentária enviada pelo governo, é bom pontuar que em 2015 o orçamento previsto para as Universidades foi de R$ 15 bi, este ano foi para R$ 8 bi e, no próximo, será de apenas R$ 5 bi.

E qual seria a explicação para toda essa aparente loucura orçamentária? Basicamente há duas motivações chaves para a criação de uma situação fiscal tão crítica: a primeira e mais explícita é forçar uma ampla reforma da previdência, a segunda e menos explícita é a total desestruturação da capacidade do Estado em financiar o seu funcionamento básico, gerando-se uma insustentabilidade e precarização que fará avançar os argumento em prol de amplos projetos de privatizações, onde se abrirá, no meio de uma enorme crise, oportunidades de ganhos extraordinários para o grande capital.

Enfim, o orçamento de 2018 é um ” prelúdio ” daquilo que ainda está por vir e do tamanho da luta que teremos pela frente. É uma questão que vai muito além da disputa pelo orçamento público: é a pura e velha luta de classes, onde o grande capital busca se reestruturar capitaneando o Estado e esmagando o trabalhador.


3 de Outubro

Em matéria da Folha de São Paulo de hoje que me recuso a linkar, assim disse Terry Boyland refletindo a frustração dos investidores dos EUA sobre a reforma trabalhista: "Então quer dizer que ainda não vamos poder reduzir salários? Isso é a coisa mais anticapitalista que existe"

Não contesto. Deixo essa concepção de capitalismo para quem, como CEO de uma empresa que trabalha para os grandes bancos (CPQi), deve entender do assunto. Depois ele continua:"E se perdermos dinheiro? Vamos também dividir os prejuízos?"

Aí sim sentir-me-ia obrigado a ensinar o básico para quem simula tamanha ignorância, respondendo: YES! Stupid boy! Vão dividir os prejuízos COMO SEMPRE FIZERAM!!! E ainda por cima de forma brutalmente desigual, não raro passando TODO O PREJUÍZO para quem trabalha!

Aliás que raio seria a Reforma Trabalhista se não uma forma de maximizar ainda mais isso?! Está claro na própria declaração anterior sobre redução de salários ser a essência do capitalismo!

Explicando: O objetivo da atividade capitalista é o lucro; Lucro é montante obtido na venda final dos bens ou serviços subtraindo-se os custos de produção. Portanto quanto mais alto o primeiro e mais baixo o segundo, maior o lucro!

Só que o preço das vendas é contido pela concorrência, e dos custos de produção, muitos também são bens e serviços vendidos por outras empresas ou matéria primas que não aceitam negociação. Assim, o mais fácil de cortar sempre foram os salários. O mesmo Terry Boyland que simula ignorância na segunda pergunta, demonstra perfeito conhecimento desse fato na afirmação posterior à primeira.

Por fim, a acusação do Brasil não ser capitalista é claramente falsa. O que ele não é, nunca foi e provavelmente jamais será é Liberal.

1 de Outubro

Já pararam pra pensar que a dificultação do Financiamento Privado de Campanha possa ser uma das maiores forças motrizes do Golpe? Nesse artigo pode-se verificar o quão profunda é essa promíscua tradição de compra de poder político pelo poder econômico, deixando claro porque nossa democracia, e a da maioria dos países, é uma fraude. OPOSIÇÃO RECEBEU MENOS DE 2% DE DOAÇÕES DA ODEBRECHT PARA ELEIÇÕES NACIONAIS NOS ANOS 1990

SETEMBRO 2017








































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