HEROÍSMO

O Outro Lado da Masculinidade

3.587 Caracteres

Faz sentido dizer que a meia-verdade é a pior mentira, pois é a que tem maior chance de se passar como verdade plena, e porque mais insidiosa que a pura falsidade é apontar aspectos verdadeiros mas covardemente parciais de algo, destacando unicamente seu lado negativo, omitindo sistematicamente tudo o que este tem de bom, o que poderia mostrar uma realidade totalmente diferente.

É exatamente o que a campanha do Feminismo Misândrico tem feito em larga escala há décadas, recheando a mídia, em especial a internet, de insistentes apontamentos sobre a participação majoritariamente masculina na guerra e no crime, em geral destacando as mulheres como vítimas.

Como o objetivo desta iniciativa jamais foi outro do que estimular o ódio e distorcer a realidade, só nos resta reagir tanto pela desconstrução sistemática de seus discursos fraudulentos e por mostrar o lado oposto da realidade. O fato de que homens muito MAIS SALVAM do que matam.

Seque abaixo uma breve amostragem do Heroísmo. Atos corajosos de pessoas que arriscam ou sacrificam a própria vida para salvar a de outras, frequentemente de forma totalmente voluntária e gratuita, em benefício de desconhecidos ou mesmo de animais.

E é claro, nesse caso a maioria esmagadora, a quase totalidade, é protagonizada por homens, numa proporção muito maior do que os 90% de participação em crimes ou guerras.

Essa amostragem inicial tem como especificidade homens e meninos que, para salvar outras pessoas, põem a própria vida em risco sem qualquer obrigação. Eles poderiam se omitir e não seriam repreendidos por isso. Poderiam dar as costas e se salvar ou se manter a salvo, e mesmo assim decidem se arriscar em favor do próximo. Também não há um único caso em que o perigo tenha se dado por alguma ação masculina, o que costuma ser usado como forma de invalidar o heroísmo do homem devido ao fato deste ter sido necessário pela vilania de um outro.

Carro cai em córrego e família é
salva por gari e entregador de jornais.


Lutador de UFC japonês arrisca vida para salvar
homem que caiu em linha do metro de Tóquio.


Estudante de 16 anos arrisca a vida entrando
em casa em chamas para salvar bebê de 2 meses.


Jovem de 17 anos arrisca a vida para salvar uma desconhecida.

Homem arrisca vida para salvar bebê de incêndio.


O heroísmo masculino também se estende em benefício dos animais.

Menino arrisca a vida para salvar cachorro.

Homem arrisca a vida para salvar animais

Menino arrisca a vida pra salvar animal silvestre.


Já os seguinte vídeos são compilações que envolvem profissionais como bombeiros e policiais. Há muitos casos de acidentes em metrô.

Real Life Heroes [ Good people ] part 1
Neste há também uma honrosa exceção de uma mulher heroica [03:13]. E nota-se com muita frequência que ante o perigo, as mulheres imediatamente chamam por ajuda masculina, numa reação instintiva que obedece uma dinâmica social ancestral. A exemplo da sequência iniciada aos 4:00, que é um tanto "hilária".

Real Life Heroes [ Good people ] part 2

Real Life Heroes [ Good people ] part 3
Este é um pouco diferente. A primeira sequência é um pouso de emergência, e há também o resgate de um animal no gelo. Já a sequência final do bombeiro salvando o gatinho é comovente.

Unknown Heroes in real life (Part2) – Arabic Version
Destaca o heroismo masculino em países islâmicos.


E a estes, o heroísmo custou caro.

Homem arrisca a própria vida salvando
amigo e perde os dois braços.


Jovem de 15 anos morre ao impedir ataque terrorista.

Menino de 8 anos morre salvando pessoas em incêndio.
O heroísmo é tão intrínseco à natureza masculina que não tem idade.


E não devemos esquecer a tragédia da boate Kiss, onde muitos homens entraram no local em chamas para salvar outras pessoas. Alguns não retornaram. O que ajuda a explicar porque, mesmo sendo mais ágeis e rápidos, homens com frequência morrem em maior quantidade que mulheres em tragédias deste tipo. Mesmo estando elas muitas vezes em vestidos colados, minissaias e de salto alto.

Porque eles morrem para salvá-las!

É preciso mostrar isso, pois só assim podemos fazer alguma oposição perante discursos covardes como O Macho, arma de destruição em massa, na página de um instituto que só em 2013 recebeu U$300.000 de recursos apenas de uma instituição norte americana. O preconceito misândrico tem farto financiamento.

Marcus Valerio XR

6 de Fevereiro de 2014



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