Nossa ex-querda está tão desesperadamente feminista, que nem se empolga com a possibilidade de Joice Hasselmann ter sido vítima de milícias bolsonaristas, o que lhe daria mais munição contra o governo. Invés disso, prefere desde já acusar o marido dela!
Pois é... em pleno dia de manifestação contra o sociopata genocida, os patifes me fazem uma palhaçada dessas! Ou seriam P2 disfarçados para desviar o foco das atenções?
Deveriam atear fogo nas estátuas que replicam a Estátua da Liberdade.
Mas estão preocupados em destruir a estátua do Borba Gato em SP.
Vandalismo sem apoio das massas não gera nada além de indignação das próprias massas.
Os bandeirantes foram homens do seu tempo, no século XVIII os colonos, desbravadores e aventureiros, todos eles, de todos os impérios, eram homens impiedosos, semi-bicho, movidos apenas pela ganância. Não adianta remoer isso e querer cobrar com a mentalidade de hoje em dia.
Como dito anteriormente, se for para destruir algum símbolo que sejam os símbolos do império bélico-genocida yankee.
Mas a ex-querda pró Disneylândia não fará isso... Essa é a esquerda que a direita gosta!
Aos interessados, trata-se da animação GANDAHAR, de 1987. Uma produção francesa que contou com participação artística da Coréia do Norte, e está disponível livremente no YouTube.
Este meme é o retrato perfeito do anticomunismo! A representação máxima da realidade de que o anticomunista prefere ACREDITAR NA SOMBRA DO QUE CONSIDERAR A REALIDADE! Taí o meme que eu gostaria de ter inventado, mesmo sabendo que muitos não são capazes de se dar conta da sutileza. Me resta saber se isso foi criado por um Anti-Anticomunista genial como uma espécie de teste semiótico de inteligência, ou se é mesmo fruto da demência incorrigível do próprio anticomunismo e sua prisão mental na caverna platônica.
E o que a corja bolsonarista, incluindo o alto comando militar, fez para defender o Almirante Othon? Nada! Fez foi elevar o juiz psicopata calhorda de Curitiba ao cargo de ministro!
Todo grande projeto e todo grande avanço envolve esforços de vários seres humanos. Raras vezes algo é fruto de apenas uma única mente e, mesmo quando é, na verdade é a superação dos caminhos anteriores que outros trilharam.
Na década de 1940, o cientista soviético Igor Kurchatov, junto de outras célebres mentes daquele país, como Georgy Flyorov, se tornou o "pai do programa nuclear da URSS". O título veio após o cientista dedicar toda sua vida ao estudo da Física nuclear e conseguir, em 1949, construir com sucesso o primeiro dispositivo nuclear de guerra da União Soviética, chamado de "Primeiro Relâmpago".
Após dotar a URSS de poderio nuclear de guerra, Kurchatov se dedicou ao uso pacífico da energia do átomo, trabalhando no programa energético da URSS e na construção da primeira usina nuclear de energia do mundo, em Obninsk. Ele foi honrado pelo governo soviético com vários prêmios e medalhas, alcançando o incrível feito de ter sido 3 vezes premiado com o título de Herói do Trabalho Socialista e 5 Ordens de Lenin, as mais altas honrarias estatais. Ele transformou a URSS num país nuclearmente avançado e capaz de se defender da chantagem bélica dos EUA.
O Brasil, por incrível que pareça, também tem nomes como o de Igor Kurchatov, talvez com uma aura ainda mais especial.
O nosso Kurchatov se chama Othon Luiz Pinheiro da Silva, Almirante da Marinha do Brasil. Ele é considerado o "pai do programa nuclear brasileiro" e dedicou toda sua vida à nossa Pátria e ao desenvolvimento científico autônomo do Brasil.
Com um longo e exemplar histórico na Marinha, Othon estudou no exterior e, quando voltou, foi perguntado sobre se o Brasil teria a capacidade de desenvolver uma indústria nuclear. Othon apresentou aos seus superiores na Marinha um relatório que fascinou o alto comando, que deu para ele a tarefa de desenvolver essa área. Na época, o Brasil havia assinado acordos com a Alemanha Ocidental para a construção de usinas nucleares no Rio de Janeiro (as famosas usinas de Angra).
Othon, mesmo assim, estava interessado não apenas em participar da construção das usinas e a implementação de métodos estrangeiros limitados. Ele juntou uma pequena equipe e desenvolveu uma técnica totalmente nova, autônoma e nacional para o enriquecimento de urânio chamado ultracentrifugação isotópica, capaz de fazer o urânio se tornar rico o suficiente para ser operado em usinas nucleares para gerar energia elétrica. A mesma técnica pode ser usada para a produção de armas nucleares e para a propulsão nuclear de submarinos, por exemplo; o Brasil desenvolve há anos um submarino nuclear com base nos estudos do Almirante, projeto esse que continuamente segue sendo boicotado ou atrasado.
O currículo acadêmico e profissional do Almirante Othon é gigantesco demais para ser comentado em poucas palavras, mas inclui esforços legítimos de um cientista brasileiro com mente brasileira, um exemplo raro de militar patriota que, segundo suas próprias palavras, abomina o pensamento subserviente às potências estrangeiras.
Em 2005, o Almirante Othon escreveu um importantíssimo estudo que poderia ser considerado um divisor de águas em nossa história enérgica, no qual analisa os horizontes da geração hidrelétrica do Brasil até 2035 e atesta que não temos capacidade de seguir dependentes dessa matriz. Pouco tempo depois, convidado por Lula, ele assumiu o posto da Eletronuclear e também coordenou os esforços para a retomada da construção de Angra 3, que representaria um importante incremento da nossa capacidade de produção de energia.
Por várias vezes, Othon desbaratou as forças da Agência Internacional de Energia Atômica, que se desesperou com o desenvolvimento nuclear do Brasil e tentou interferir no processo. Ele também escondeu diversas vezes nossos projetos da Embaixada dos EUA, que insistiu que seus funcionários fizessem inspeções em nossas usinas. O Almirante Othon chegou a trocar os equipamentos de Angra pelos alemães adquiridos na década de 1970 durante uma visita de autoridades estrangeiras e, em outra ocasião, tampou nossos reatores nucleares com lonas para manter o segredo.
O estudo de 2005, infelizmente, foi depois considerado pela Lava Jato como uma desculpa fraudulenta para a retomada das obras da Usina Nuclear Angra 3, nas quais supostamente haveria ocorrido corrupção. A Lava Jato, nitidamente operando os interesses dos EUA no Brasil, prendeu e condenou o Almirante Othon a 43 anos de prisão, a maior pena de todos os tempos da operação. Na prisão, o Almirante, deprimido, tentou suicídio, felizmente sem sucesso. Ele foi liberado para a prisão domiciliar, mas foi completamente humilhado e desonrado por pessoas que sequer eram competentes para tal (o delegado que o prendeu foi posteriormente condenado por corrupção).
O Almirante Othon hoje tem 82 anos de idade e vive sob constante ameaça de novas prisões. Segundo ele, sua prisão serviu para tirar o Brasil do seu caminho de autonomia, uma vez que o domínio do ciclo de produção e enriquecimento de urânio "dá medo às grandes potências". Ele também acusa os seus carrascos de serem submissos aos Estados Unidos e detestarem a visão de um Brasil forte e autônomo. Em uma entrevista, perguntado se nós poderíamos produzir uma bomba nuclear, ele pediu o tempo de 4 meses para apresentar ao mundo um dispositivo nuclear 100% nacional.
Ele é um herói brasileiro sem igual que deve ser defendido por todos aqueles que lutam por um projeto de um Brasil novo e independente.
Parece que os produtores cinematográficos descobriram um jeito de continuar atendendo ao interesse do público em geral, e ao mesmo tempo satisfazer as obsessões feministas de desconstrução de gênero, da sensualidade e de qualquer senso de realidade. Basta realizar o filme segundo as mais consagradas fórmulas perante o público, colocar um ou outro Click Bait, e então inventar uma narrativa, fora do filme, com uma pegada feminista atribuindo-a a algo que não se vê no próprio filme.
Como por essência o Feminismo é a falsificação da própria percepção de realidade em prol da narrativa, feministas simplesmente a abraçarão e, caso vejam o filme, jurarão que essa narrativa realmente está lá!
No muito bom filme solo da Viúva Negra, tudo o que sempre caracterizou a personagem está praticamente intacto, com direito às roupas sensuais, belos cabelos soltos e completamente não funcionais, golpes com as pernas contra os quais homem algum seria capaz de resistir, e generosos closes delongados nas nádegas das protagonistas num nível que até supera os dos filmes anteriores.
Mas bastou a diretora e a atriz principal inventarem, numa entrevista, que há uma "crítica" subjacente à sensualização dos filmes anteriores, quando uma das protagonistas ironiza uma pose que a personagem ocasionalmente fazia, para gerar um incrível entusiasmo com uma inexistente "reflexão" sobre a objetificação feminina.
Enquanto isso, a pose, que sequer é sensual, lembrando mais o Homem Aranha (afinal Viúva Negra também remete a aranha), continua acontecendo, inclusive sendo imitada pela personagem que a critica!
Claro que, seguindo a atual marca "Disney" que mataria Walt de desgosto, o filme tem lá sua lacração básica, mas nada que sequer chegue perto de Thor Ragnarok ou Capitã Marvel. É basicamente uma trama cuja temática é justamente sobre uma unidade de elite de espiãs treinadas como arma secreta que justo por serem mulheres, podem se infiltrar, ludibriar, e cumprir missões que homens dificilmente poderiam, intitulada "As Viúvas". Daí, natural que as mulheres dominem praticamente toda a ação.
O que há de mais verdadeiramente feminista é justo aquilo que feministas são incapazes de perceber, a ridicularização do único personagem masculino, o Guardião Vermelho, que seria o "Capitão América" russo, embora longe da humilhação sofrida por Nick Fury ou Phil Colson em Capitã Marvel. Mas ao menos assim que veste o uniforme, ele é completamente inútil a não ser como alívio cômico. No entanto, acaba sendo tão carismático que isso incomoda pouco, além de iniciar o filme, à paisana, fazendo uma espetacular papel de pai que protege a família, literalmente, à bala.
E o mais curioso é que o filme termina sendo justo um libelo pró-família! Onde mesmo uma família inicialmente falsa de espiões infiltrados termina desenvolvendo um laço além de sua profissão, que subverte justo seu treinamento e seu compromisso com uma ordem secreta de assassinos que deveriam ser frios e insensíveis.
Em suma, a vitória de uma família nuclear tradicional, pai, mãe e filhas, contra a organização criminosa que desumaniza mulheres para torná-las máquinas assassinas, e que termina sendo derrotada pela remoção das programações mentais das viúvas, devolvendo sua humanidade, sensibilidade, e como a própria Yelena, irmã de Natasha, evidencia, sua feminilidade!
Quem não estava em Asgard, em Wakanda ou no Mundo Quântico durante "Vingadores - Era de Ultron", deve se lembrar que feministas ficaram revoltadas com o fato da Viúva Negra lamentar que sua capacidade de engravidar lhe foi arbitrariamente retirada por essa mesma organização criminosa. Afinal, "meu corpo minhas regras" é só pra justificar aborto, mas sofrer uma completa histerectomia que remove útero, ovários e trompas, como é explicado neste último filme, contra a própria vontade, não causou revolta alguma! E sim o fato de Natasha ter vagamente sugerido que preferia ainda ter sua capacidade de ser mãe, tendo demonstrado evidentes impulsos maternais.
O mesmo impulso maternal, e familiar, que neste filme impulsiona as heroínas a destruir uma organização literalmente genocida que sequestra meninas pobres, lhes faz lavagem cerebral a as controla como máquinas, fato que, mais uma vez, não parece ter causado comoção alguma perante as mesmas lacradoras que não suportam qualquer menção ao fato de super heroínas ainda serem mulheres com sua feminilidade preservada.
O Hexágono - poder científico e geoestratégica brasileira que dá medo ao Pentágono americano
Muitos não sabem, mas temos um "rival" do Pentágono no Brasil: o Hexágono.
O Hexágono é o nome informal do complexo de prédios do Instituto de Estudos Avançados da Força Aérea, o IEAv, localizado em São José dos Campos, São Paulo, e responsável pela condução de projetos secretos nas áreas militares do nosso País.
As vias que ligam os prédios formam justamente a figura de um hexágono, por isso o apelido, que é demonstrado inclusive no brasão da instituição.
Recentemente, foi descoberto que, nos anos 1980, os Estados Unidos espionaram pesadamente o Hexágono, desesperados com alguns projetos que o Brasil vinha desenvolvendo secretamente na época, como o de criação de armas nucleares e foguetes espaciais.
Curiosamente, nosso projeto de foguete de lançamento de satélites explodiu "acidentalmente" na base horas antes da sua ignição e o programa nuclear brasileiro foi debilitado e desmantelado ao máximo por conta de cortes de verbas e investigações judiciais suspeitas que perseguiram sistematicamente os responsáveis por esses projetos.
Acrescento dados: comparemos o IDH de Cuba com seus países mais próximos e com população aproximada, deixando de fora os minúsculos protetorados que servem para lavagem de dinheiro ou de colônias de férias de países ricos:
País: IDH (população)
Cuba: 0,783 (11,3)
República Dominicana: 0,756 (10,7)
El Salvador: 0,673 (6,4)
Guatemala: 0,663 (16,6)
Honduras: 0,634 (9,7)
Haiti: 0,510 (11,2)
Todos os demais são países capitalistas que seguem o liberalismo econômico, e somente Cuba sofre um embargo econômico severo que já dura 60 anos. Os demais exportam migrantes pobres, Cuba exporta profissionais de saúde formados numa das melhores medicinas do mundo.
Cuba tem a menor mortalidade infantil (5,1 por mil nascidos), o segundo melhor é El Salvador (13,3), o pior, Haiti, por sinal o mais próximo de Cuba, tem 68 mortes por mil nascidos. A taxa de homicídio em Cuba é de 5 por 100 mil habitantes, o resto... dá até pena. São muito piores que o Brasil, que é de 27,3. (Possível exceção do Haiti cujos dados são disputados.)
Analfabetismo em Cuba é praticamente zero.
Todos esses dados podem ser facilmente encontrados na Wikipedia que, para isto, é perfeitamente confiável sim, basta seguir as referências linkadas para conferir. Menosprezar a Wikipedia é coisa de imbecil incapaz de fazer uma pesquisa e que se informa por patifaria fake que recebe no WhatsApp.
Agora pergunte para liberotários e boçalminions: qual é mesmo o sistema que "não dá certo?"
A guerra híbrida contra Cuba já se intensificou sob a gerência de plantão do império, chamada pelos seus servos brasileiros de "administração" Biden.
Essa campanha para uma revolução colorida em Cuba conta, como sempre, com o apoio de vassalos brasileiros empregados na grande mídia burguesa.
A maior parte da dita "oposição" em Cuba recebe muita grana de Miami para desestabilizar o país, e, inclusive, apoiar o bloqueio econômico brutal imposto pelos Estados Unidos para sufocar a economia cubana.
Em geral os brasileiros, infelizmente, não conhecem absolutamente nada de América Latina, para deslegitimar a Revolução Cubana querem comparar Cuba com os países capitalistas da Europa ou com os Estados Unidos.
Ora, Cuba é uma pequena ilha do Caribe desprovida de recursos naturais. A única comparação cabível é com seus vizinhos da América Central: comparem Cuba com Haiti, El Salvador, República Dominicana.
Todos os vizinhos de Cuba são países capitalistas, que seguem as receitas macabras do tal liberalismo econômico tão aclamado pela hipócrita mídia brasileira.
Pois bem, são todos países de famélicos, de analfabetos, devastados pelo capitalismo submisso ao império estadunidense. Comparem o IDH de Cuba com seus vizinhos.
E não se esqueçam: nenhum país vizinho de Cuba enfrenta um bloqueio econômico brutal há mais de 60 anos. Esses países exportam migrantes miseráveis, Cuba com todos seus problemas exporta médicos.
Toda solidariedade e vida longa à Revolução Cubana, que seja permanente!
Há quem ilustre a dicotomia entre o Conservadorismo e o Progressismo, considerando versões menos estereotipadas, como entre "Os Mortos Governarem os Vivos", por meio das tradições consolidadas historicamente, e "Os Vivos Governarem a si Próprios", por meio de inovações e consensos que surgem especialmente na juventude e meia idade.
É uma analogia problemática, talvez pouco adequada, no entanto, tem algo de sedutora e permite interpretações intrigantes.
O que noto é que quando "Os Mortos Governam os Vivos", a vida, apesar de percalços, inegavelmente floresce mais. Foi assim que populações pequenas se tornaram grandes trazendo consigo tradições milenares. Apesar dos problemas, os maiores obstáculos à vida eram os que foram sendo vencidos, paradoxalmente, pelo progresso material, ainda que conservando tradições culturais e instituições sociais longevas.
Por outro lado, quando "Os Vivos Governam os Vivos" (e em geral são governados por outros "vivos"), a pulsão vital definha, com uma série de tendências e "progressos sociais" que visam desconstruir o tradicional e maximizar tendências antes reprimidas ou ao menos contidas. O hedonismo aumenta, a formação de famílias reprodutivas despenca, assim como as taxas reprodutivas, ao ponto de nos casos mais graves, de países mais materialmente desenvolvidos, a única forma de evitar o colapso demográfico e econômico é "importar" populações jovens de outros países mais vitalistas. E curiosamente, parecendo priorizar culturas mais exógenas que não só substituem geneticamente a população hospedeira, mas também contribuem para o apagamento de seu passado.
Como dito, a analogia tem suas deficiências, mas adoro levar metáforas às suas últimas consequências, portanto:
É como se os mortos, ao governarem os vivos, quisessem viver mais, impulsionando seus descendentes à maximização vital (embora nem sempre existencial), tentando abrir espaço no futuro para, quem sabe, retornarem de um mundo dos mortos que já conhecem.
Mas estranhamente, os vivos governando a si mesmos, parecem se esforçar para maximizar a "morte", ou ao menos a não vida, no sentido não só reprodutivo, mas também psíquico, aumentando índices de depressão, solidão e vazio existencial. Talvez, inconscientemente rumando para um mundo dos mortos que não conhecem, e portanto lhes desperta curiosidade.
E não me tome por um mero crítico do progressismo e defensor do conservadorismo. Na verdade, sempre procurei me manter num meio termo. Se vivesse numa sociedade muito mais conservadora, de certo eu seria muito mais progressista. Mas percebendo que o progressismo hoje é a regra hegemônica e dominante, só me resta ser mais conservador.
Quatro vermes rastejantes, que mesmo com as mais altas patentes das forças armadas, beijam os pés de um chefe de quadrilha de baixíssimo nível, corrupto, sociopata e genocida responsável pelas mortes de, no mínimo, 100 mil brasileiros, devido a, em plena maior ameaça à segurança nacional em quase um século, estar unicamente interessado em perversões ideológicas, destruição do patrimônio e soberania nacionais, e manutenção de esquemas de desvio de dinheiro público, em absoluto desprezo pela saúde da população.
Esse calhordas asquerosos, de nomes: Walter Souza Braga Netto (General de Exército), Carlos de Almeida Baptista Junior (Tenente-Brigadeiro do Ar), Almir Garnier Santos (Almirante de Esquadra) e
Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira (General de Exército), se manifestaram publicamente em favor de criminosos que vem sendo desmascarados em seus golpes abjetos, uma vez que fizeram questão de deixar claro que as críticas que foram dirigidas exclusivamente a esses péssimos elementos, deveriam ser tomadas como críticas às próprias Forças Armadas, o que só pode significar que fazem parte do mesmíssimo esquema criminoso.
Como os calhordas mais desprezíveis, fingem ostentar virtudes inexistentes contra inimigos imaginários, na tentativa de disfarçar a podridão moral e cognitiva na qual estão submersos.
E dever de todo cidadão minimamente decente repudiar esses facínoras, e os criminosos à quem se ajoelham, especialmente o sociopata genocida que defeca em cima de toda sociedade diariamente, e não dia sim dia não como outrora apregoou.
Análise detalhada da evolução da esquerda, suas vertente e contraposições, desde a Revolução Francesa até a atualidade. Impressionante conseguir dizer tanto em tão pouco texto. OBRIGATÓRIO para qualquer um que queria compreender não somente o que ainda se considera esquerda, mas todo o espectro político.
Ciro Gomes lista alguns dos crimes de Bolsonaro já sabidos muito antes de se ouvir falar em escândalos de vacinas, e além da questão das rachadinhas:
1. "Venda" de R$ 3 Bilhões do Banco do Brasil por menos de 4 milhões para o banco BTG Pactual (do Paulo Guedes);
2. Venda subfaturada de ações da BR Distribuidora (ações ordinárias, que permitem controle direto da empresa, pelo preço minorado de ações preferenciais);
3. Entrega de oleoduto da Petrobrás pelo preço equivalente ao de um aluguel de 3 anos, imediatamente coberto por empréstimos em qualquer banco;
4. Junto com Paulo Guedes e 3 generais, Bolsonaro promoveu uma manipulação acionária da Petrobrás fornecendo informação privilegiada para um aliado adquirir ações da empresa no momento exato em que estivessem em baixa devido a demissão do diretor da empresa, permitindo ao especulador lucrar instantaneamente R$ 18 milhões;
5. Aquisição da mansãozinha do Flávio, que todo mundo conhece.
E acrescento, POR MINHA CONTA, aquela doação de três plataformas petrolíferas para um "comprador desconhecido" que descrevi aqui: 4 de Agosto de 2021.
Continuar a defender esse Sociopata Assassino Genocida Miliciano e Corrupto não é mais ser apenas otário, É SER CÚMPLICE DE SEUS CRIMES!
LOVE THY KEEPERS, 2019, mais conhecido pelo insosso título de LIFE LIKE, e no Brasil pelo ainda pior DESEJOS OCULTOS (e parece haver outros títulos tão ruins quanto mundo afora), é um filme que desejei ver desde o momento em que tomei conhecimento. E não apenas pela temática, mas por também ser um admirador do ator STEVEN STRAIT (astro principal da série The Expanse), em especial graças a possuir uma das mais belas vozes que já ouvi.
Disponível na Amazon Prime, a premissa inicial do filme não parece ser muito original: um casal rico, mas problemático, decide comprar um androide fisicamente indistinguível de um homem real, para realizar os serviços caseiros, e isso termina perturbando ainda mais a relação entre o marido e a esposa.
A trama, porém, não se desenvolve do modo como a maioria imediatamente pensa, havendo desde o começo uma ruptura de expectativas que antes pareciam ir na óbvia direção de uma romance entre a mulher e o androide, mas acabam indo em direções divergentes, temperadas por debates a respeito de inteligência artificial, problema conjugais, até um clímax final com uma reviravolta, devo dizer, que eu realmente não esperei em momento algum, e seguramente inédita em minha não pequena experiência com temáticas similares na ficção científica.
O grande problema é ser impossível detalhar mais essa trama sem arruinar as surpresas que o roteiro guardam, por isso prefiro me concentrar em outros aspectos. A começar, pelo problema do título. "Love They Keepers" funciona com perfeição, se adequando tanto a premissa quanto a todos os elementos desenvolvidos, e até mesmo com a "Pepsi Twist" final. Por outro lado, o insosso "Life Like" (que distorce até a aparência do androide no cartaz) não apenas nada diz sobre a trama, como acaba terminando efetivamente errada em vários aspectos. E o brasileiro "Desejos Ocultos" é uma banalidade genérica que poderia ser aplicada a uma infinidade de estórias absolutamente divergentes, embora termine permitindo, também, uma interpretação final que até faria bastante sentido não fosse o fato de eu ter certeza de que os autores desse título jamais seriam capazes de imagina-la.
Steven Strait, no papel do androide Henry, por mais que suas falas sejam muito bem colocadas, ainda assim fala menos do que eu gostaria, mesmo que eu admita que o ator não parece ter hoje o mesmo vozeirão inesquecível que tinha nos tempos de THE COVENANT (2006), ou mesmo do infantil SKI HIGH de um ano antes. (Já comentei muito brevemente um outro filme dele, mas focando justo no problema do título, em 6 de Abril de 2019)
O filme peca em alguns aspectos, principalmente nas parcas cenas de trabalho de James, o marido, que não conseguem passar de forma alguma a ideia de que esteja liderando uma empresa milionária da qual pouquíssimo se fala, até por ser praticamente irrelevante. Fico imaginando se o filme não ficaria melhor eliminando-as por completo, pois sua única função, além de explicar sua riqueza que nem é tão evidente quanto se sugere, é justificar suas prolongadas ausências, deixando sua esposa, Sophie, na constante companhia única do androide.
Também incomoda o fato de em momento algum ser reconhecido que a mais problemática ali é justo Sophie, que chegou ao ponto de, sem consultar o marido, demitir todos os funcionários da grande propriedade onde vivem, e depois ficar reclamando de solidão e de não dar conta do serviço de manutenção! O que, aliás, é a justificativa da aquisição do androide. Mas é curioso o modo como a própria direção do filme parece querer jogar toda a culpa dos problemas nas costas do marido que passa o dia inteiro no trabalho e lidando com um complicado negócio que ameaça falir sua empresa, ao passo que Sophie fica em casa o tempo todo sem nada fazer e ainda demandando constante atenção ao ponto de querer tirá-lo do meio de negociações complicadas por puro capricho. E ainda assim, nem James, nem Henry, o androide, ou mesmo Julian, o criador e responsável pelo funcionamento de Henry, e nem ninguém mais parecem ver em Sophie qualquer conduta a ser ao menos apontada, tratando-a apenas como uma princesa mimada que tem direito absoluto a tudo sem nada dar em troca.
No entanto, é dos problemas desses personagens que a trama vai se construindo, e apesar de tudo, o resultado vai ser tornando espontâneo e harmônico com a atmosfera psicológica estabelecida. Julian, o criador de Henry, desde o momento levanta desconfianças, sugerindo parecer ter um plano oculto, mas ao final o que se revela é totalmente diferente do que se esperava.
E é nesse final que está o grande momento do filme. Embora brusco, merecendo maior detalhamento, deixando muitas questões, tudo se transforma nos últimos momentos, até mesmo a interpretação do casal protagonista, até então apenas mediana, que se torna intensa e comovente. A revelação subverte não só tudo o que foi desenvolvido, mas até mesmo o gênero em si, visto nunca ter sido apresentada em qualquer outra de FC ao menos de maior expressão. Sério. É algo que, ao menos a mim, É TOTALMENTE INÉDITO!
Por fim, a música magnífica da compositora Katy Jarzebowski merece metade do crédito pela construção do intenso, trágico, mas belíssimo evento final, com uma trilha sonora que parece, sozinha, contar uma estória, e por sorte livremente disponível do site da musicista. (HENRY´S GOODBYE, link nos comentários.)
Nesse momento tudo se transforma, mesmo a súbita mudança de perspectiva dos personagens principais, praticamente uma inversão psíquica, soa convincente tamanha a dramaticidade que o diretor, o estreante Josh Janowicz, consegue emplacar.
Até a breve cena posterior, uma espécie de "final feliz" entre o ápice e os créditos, chega a terminar prejudicando a continuidade dramática e musical que ficaria melhor se a cena anterior fosse contínua aos créditos. O Happy Ending ficaria melhor numa cena pós-créditos.
Enfim, LOVE THY KEEPERS / LIFE LIKE merece ser visto com atenção. EVITE SPOILERS! Por sorte, o trailer não prejudica. E se possui defeitos perfeitamente perdoáveis para um diretor novato, possui qualidades que o fazem merecer um destaque maior do que o resultado modesto que obteve.