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26 de Janeiro, 22:19

Primeiramente publicado no A Voice for Men - BRASIL, um texto de minha autoria que foi nomeado como: O que homens têm a ver com aborto


26 de Janeiro, 21:12

Nova Resistência
26 de Janeiro

Todos se lembram de quando o governo brasileiro moveu mundos e fundos para tentar salvar um brasileiro condenado por tráfico de drogas na Indonésia. Mesmo o tráfico de drogas sendo um tipo de crime com consequências negativas que podem afetar incontáveis pessoas, sendo praticado fundamentalmente por parasitas sociais, o nosso governo empreendeu um esforço imenso para tentar interferir neste caso.

Não só o governo, mas toda a mídia televisiva, impressa e virtual empenhou esforços nessa empreitada. Várias ONGs se mobilizaram para tentar forçar uma "solidariedade" totalmente descabida e desnecessária com um ninguém cujo crime servia para causar entorpecimento, mortes de inocentes e degradação social.

Considerando o precedente, por que o silêncio em relação a Rafael Lusvarghi, então?

Trata-se aqui de uma figura diametralmente oposta a do traficante brasileiro. Lusvarghi, por abnegação e espírito de solidariedade foi ao leste da Ucrânia para proteger a população civil contra massacres, expropriações e perdas de prerrogativas existenciais básicas, principalmente as relativas à identidade local.

Ele pegou em armas em prol do desejo de lutar contra as forças globalistas que querem implementar uma Nova Ordem Mundial e que estavam por trás da claque que chegou ao poder em Kiev após o Maidan.

Não existe espaço para discursos autistas aí. Não existe espaço para discursos ignóbeis sobre ele ter ou não ter a ver com aquele conflito. O conflito pode ser local, mas as causas, as consequências e as implicações são globais, tal como na Síria.

Decepcionado com um processo de trégua injusto que mantinha as mãos dos soldados amarradas enquanto o povo seguia sofrendo com constantes ataques de artilharia inimiga, ele decidiu voltar para casa para seguir tocando sua vida. Passou a procurar emprego e foi atraído novamente à Ucrânia por uma falsa oferta.

Por que retornar àquele país? Porque os direitos dele estavam salvaguardados pelos acordos de paz que hipoteticamente dariam fim aos conflitos no país. Mas o governo ucraniano, fraco e desprovido de soberania, não cumpre os termos do acordo.

Assim, Rafael Lusvarghi foi preso, torturado e ameaçado de morte. Mesmo assim, ele não dobrou. Não cedeu informações sobre antigos companheiros e superiores. Por não ceder, foi condenado a 13 anos de prisão, quase o máximo que poderia pegar. Ele, agora, aguarda uma possível troca de prisioneiros.

Por que o governo brasileiro mantém silêncio?

Porque vivemos, em nossa era, uma enorme inversão de valores na qual se eleva tudo que é medíocre, vil, ignóbil e disforme e se rebaixa. ignora ou mesmo zomba de todo e qualquer exemplo de heroísmo autêntico, de virtudes clássicas, de valores tradicionais.

Além disso, porque o nosso governo é fraco e manejado por gente que é, fisiologicamente, incapaz de confrontar outros países em prol dos interesses de sua população.

E assim continuarão as coisas, enquanto formos governados por uma elite apátrida e parasitária cujo único propósito é entregar de bandeja todas as nossas riquezas e oferecer o sangue de nosso povo em sacrifício aos nômades parasitas da usurocracia internacional.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


26 de Janeiro, 19:57

Para os alucinados que acham que Bolsonaro tem algo a ver com Trump.

Ação Avante
26 de Janeiro

Há uma grande diferença entre um líder nacionalista e um entreguista qualquer. Um líder nacionalista preserva o patrimônio de seu país e o projeta como potência; um entreguista deseja abrir mão de bases importantes (como a de Alcântara), entrega alegremente os recursos estratégicos do seu próprio país (como no caso do pré-Sal e dos nossos minérios), nega o papel importante do Estado nessa estratégia (com lógica simplista de privatizações e abertura ilimitada ao capital externo) e não valoriza a indústria nacional (permitindo o domínio de concorrentes externos).

Jair Bolsonaro faz parte do segundo grupo.

Agora que desenhamos, é fácil saber que Bolsonaro não pode ser comparado a figuras como Trump e Putin: os dois últimos são líderes, Bolsonaro é um capacho.


26 de Janeiro, 19:02

Parece que Trump vai experimentar o efeito PIG tal como Lula. Trump Strategist Stephen Bannon Says Media Should ‘Keep Its Mouth Shut’ - MICHAEL M. GRYNBAUM, The New York Times

25 de Janeiro

Rafael De Queiroz
25 de Janeiro

O que adianta ser conservador se você é contra os direitos trabalhistas que são a base material para a manutenção de uma família? Falar que é a favor da família e contra o aborto é fácil. O difícil é militar para assegurar às famílias os meios materiais de sua subsistência, cuja falta muitas vezes leva a mulher a se prostituir, ou sair de casa para trabalhar deixando os filhos a mercê da tv; que muitas vezes leva o homem ao alcoolismo por não conseguir cumprir seus deveres, como uma fuga dos problemas; que leva casais a ter poucos filhos em razão da miséria, doença, falta duma casa, etc.

O conservadorismo na nossa neodireita, frequentes vezes, não passa de patetada de classe média alta que ignora a realidade da vida.


24 de Janeiro

GLOBALIZAÇÃO, GLOBALISMO e GLOBISMO


23 de Janeiro

Como não amar?

EUA deixarão o tratado comercial do Pacífico assim que Trump assumir o Governo

Mal assume e já vai golpear uma das piores ameaças geopolíticas da atualidade.

22 de Janeiro

O governo Trump pode até vir a ser um desastre, mas só por isso aqui, sua vitória foi a melhor coisa que ocorreu no cenário político em 2016.

Direita Sergipana
21 de Janeiro

Donald TRUMP derrotou não apenas Hillary Clinton, mas os globalistas, o establishment político, o politicamente correto e toda a mídia que manipulou e mentiu durante a campanha - incluindo a imprensa Brasileira.

Trump não era levado a sério, era ridicularizado, o que ele falava era distorcido e era feito de palhaço. Hoje, ele mostrou que palhaços são os que lhe detrataram e fizeram de tudo para que ele não ganhasse.

Fizemos esse select com as melhores "previsões", erros e micos da imprensa brasileira em relação a eleição americana. Quebraram a cara!


19 de Janeiro, 20:55

Ok. Até eu tenho que rever alguns conceitos.

19 de Janeiro, 18:34

Por mais de um século a NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY foi uma instituição científica sem fins lucrativos que promoveu expedições pelo mundo e publicou a famosa revista que trazia fatos e fotos das mais variadas regiões do globo.

Em 2015 foi comprada pela FOX se tornando AGORA VOLTADA PARA O LUCRO a serviço de uma família bilionária, o clã de Rupert Murdoch, que demitiu 10% do quadro de funcionários como um de seus primeiros atos.

Um ano depois está pregando IDEOLOGIA DE GÊNERO.

E ainda tem gente que duvida que Liberalismo Econômico e Cultural sejam duas pernas da mesma criatura.


19 de Janeiro, 17:48

Esta entrevista com Julian Assange é um Prato Cheio!

Fala de Hillary, Trump, Pré-Sal, espionagem pela NSA, ExxonMobil e Chevron, Jornadas de Julho, Impeachment, Michel Temer e mais!

Com a bênção de trazer tanto os vídeos quanto a transcrição em texto completa, tudo em português!

Infelizmente o título é confuso, pois pode sugerir que a Lava-Jato também é citada na entrevista, o que não é o caso. Mesmo assim trata-se de material imperdível.

18 de Janeiro

Meryl Streep te emocionou? Você foi enganado pela melhor atriz do mundo - Artistas são pagos para mentir melhor que ninguém. E ninguém é melhor nisso que a senhora Mary Louise Da interminável série: A Elite em Peso, não importa se econômica, midiática ou jornalística, odeia Trump! "É de cortar o coração. Imagine dúzias de atores milionários europeus sendo arrancados de suas mansões em Beverly Hills e fazendo fila para serem deportados de volta a seus países miseráveis, como a Inglaterra ou França."

17 de Janeiro


16 de Janeiro

Jean Augusto Carvalho
16 de Janeiro

Dugin, desde o início, denunciou o envolvimento do governo dos Estados Unidos no terrorismo global e no Estado Islâmico, especialmente na Síria. Alex Jones, nos EUA, também denunciava as verdadeiras intenções na derrubada de Bashar.

Olavo passou quase três anos dizendo que o terrorismo ali era produto da Síria, da Rússia e do Irã; acusou Alex Jones e o InfoWars de serem "pagos pela Rússia" para espalhar difamações contra os EUA.

Quando essa retórica absurda não teve mais a mínima sustentação, o que Olavo fez? Assumiu os erros publicamente e admitiu que seus "adversários" estavam certos? Pediu desculpas a Dugin ou Alex Jones? Claro que não: o "guru" agiu como se tivesse sempre confiado no InfoWars (e nunca na mídia convencional) e declarou que Dugin é quem mudou de ideia, passando a concordar com ele.

Arrogância é uma veste que, se despida, deixa certos "filósofos" completamente nus.


15 de Janeiro

Ação Avante
13 de Janeiro

Muitos críticos do tradicionalismo apontam uma aparente "contradição" entre a defesa das tradições e a tecnologia, ou entre a crítica à modernidade e as comodidades tecnológicas típicas dela. Essa é uma crítica tão superficial quanto fácil de se rebater.

Tecnologia é o processo de reordenamento da matéria. Assim, tudo o que o homem produz pode ser considerado como tecnologia. Isso vai desde o machado e a lança mais primitivos até o mais moderno dos computadores e estações espaciais. A percepção da tecnologia como apenas o que há de mais moderno em termos de aparelhagem é sociologicamente incorreta. Os incas, por exemplo, podem ser considerados como uma civilização "ultrapassada", mas sua tecnologia agrícola é avançada mesmo para a atualidade. Tecnologia é uma ação humana, e, como o homem, pode ser positiva ou negativa, dependendo dos propósitos para os quais é utilizada.

Podemos dizer que o homem aprimora a tecnologia para se defender dos perigos da Natureza e para realizar tarefas com o mínimo de esforço possível. Entretanto, apesar de termos mais proteção contra as intempéries do que nossos antepassados, somos submetidos a riscos ainda maiores do que eles eram: explosões de armas nucleares, radiação, mais formas de intoxicação, poluição (em terra, ar e na água), etc; esses são riscos contra os quais não temos praticamente chance alguma.

Quanto mais se desenvolvem os aparatos tecnológicos, mais recursos temos e, ao mesmo tempo, surgem outros problemas - mas a produção tecnológica é inerente ao homem. Logo, ela não é um fim em si mesma e nem é totalmente positiva. O processo de destruição das culturas tradicionais não reside nas tecnologias em si, mas sim no modo como lidamos com elas. O que ameaça a preservação de tribos na Amazônia não é a presença de antenas de TV ou computadores, por exemplo, mas sim a destruição do próprio ambiente amazônico e a coerção para que esses povos abandonem seus estilos de vida, agregando-se ao ambiente urbano.

O tradicionalismo não nega a tecnologia. Ao contrário, nega a visão moderna/pós-moderna da tecnologia como um bem em si, um medidor da "evolução" humana e da imposição da "aldeia global" a todo o mundo, marginalizando e até perseguindo aqueles que não aceitam esse processo da forma como ele se dá; o tradicionalismo critica a visão tecnicista de que o antigo é essencialmente ruim e o novo essencialmente bom.

Tecnologia, dentro do tradicionalismo, é um meio e não um fim; é apenas um dos aspectos humanos que, por ser material, é precedido e produzido por aspectos imateriais maiores e mais importantes do que ele. Ela é subordinada ao homem, e não o contrário. A ideia de que é possível unir avanço tecnológico à preservação tradicional está contida no Arqueofuturismo.

Tradicionalismo não é saudosismo, não é desejo de voltar ao passado nem romantizá-lo: é a defesa de princípios positivos herdados de nossos ancestrais, de identitarismos que definem as várias culturas humanas e o uso desses pontos como uma base, um referencial para nos dirigir ao futuro.

Você pode e deve manter suas tradições e sua integridade cultural, e não há qualquer obrigação em se isolar ou fazer um retorno à Idade do Bronze. Compreender que as técnicas humanas materiais e seus frutos estão subordinados à cosmovisão cultural e que essa hierarquia não deve ser revertida é o ponto principal do tradicionalismo.


12 de Janeiro, 21:05

Nova Resistência
12 de Janeiro

No dia 20 de janeiro acaba o segundo mandato do presidente dos EUA Barack Obama. Já vai tarde e ninguém sentirá falta dele. Ninguém normal, pelo menos. Só para iniciarmos a conversa, pouco antes de sair da presidência, Barack Obama terá sido o presidente sob cujo mandato os EUA passaram mais tempo extraoficialmente em guerra, ou seja, bombardeando países estrangeiros, mesmo sem autorização formal do Congresso.

O Nobel da Paz terá sido o presidente mais beligerante da história dos EUA, uma na qual não faltam falcões ávidos por sangue. Se não terá sido o que mais mortes causou, direta e indiretamente, não terá sido por falta de tentativa.

* São 7 países bombardeados: Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão, Somália, Líbia e Iêmen.

* 26.171 bombas lançadas por seu governo contra esses países só no ano de 2016.

* 503 ataques com drones com o objetivo de assassinar cidadãos estrangeiros e até cidadãos americanos (10 vezes mais do que no governo Bush).

* Uma contagem de corpos de mais de 500 mil pessoas, porque temos que incluir aí os conflitos fomentados por seu governo, como a guerra civil síria e a guerra civil ucraniana.

* 134 países com presença de forças especiais americanas, mais que o dobro do governo anterior.

E estes são só alguns dados sobre política externa. O governo Obama, o governo de um suposto pacifista, deu todos os indícios de estar procurando uma guerra com o Irã e com a Rússia, o que teria consequências cataclísmicas para o mundo.

Ele ainda expandiu a atuação da agência de inteligência NSA e há poucos dias a autorizou a compartilhar informações com agências de inteligência de vários países. Na política interna é a mesma coisa. O desemprego disparou. A desigualdade social disparou. O 1% aumentou de forma quase sem precedentes o seu acúmulo de capital. A taxa oficial de pobreza aumentou. O % de pessoas abaixo dessa linha de pobreza aumentou. O % de pessoas dependentes de programas do governo aumentou. A criminalidade violenta aumentou em frequência.

Sob seu governo as pautas progressistas do individualismo burguês chegaram ao seu ápice, com estudantes se recusando a ler pensadores brancos, censura semi-oficial contra tudo considerado "politicamente incorreto", e tudo mais que vem chegando hoje ao Brasil (eterno copiador de tudo que não presta). Poderíamos seguir enumerando as razões pelas quais Obama, futuramente, será considerado o pior presidente que os EUA já tiveram. Um presidente com um discurso de paz, que matou centenas de milhares. Um presidente com um discurso de união, que causou um racha definitivo na sociedade americana. Um presidente que cisma em forçar uma imagem de sensatez, mas que quase levou o mundo a uma nova guerra mundial.

Um presidente, aliás, que espionou o Brasil, que lançou mão de ONGs e ativistas pagos para tentar enfraquecer vários governos na América Latina.

Enfim, o mundo se livrou dessa praga. Ele prometeu que derrubaria o presidente Assad e é agora apenas mais um que saiu de seu cargo antes de Assad.

A saída de Obama sem a ascensão de Clinton representa um recuo para os neoconservadores. Esse recuo criará brechas e vácuos de poder. Mesmo para o atual governo brasileiro, já se prevê péssimas notícias, como o aumento na taxa de juros lá nos EUA. Temer já sua frio. Caberá a nós e a outras forças anti-atlantistas ao redor do mundo se aproveitar dessas brechas para fortalecer a resistência contra-hegemônica.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!


12 de Janeiro, 21:02

Guilherme Basso dos Reis
12 de Janeiro

"IMPOSTO É ROUBO" / "NÃO IMPOSTO É ASSASSINATO"

A frase preferida dos liberalóides de toda estirpe (ultra-liberais econômicos, libertários de direita, anarco-capitalistas) com a qual pensam criticar, enxovalhar e destruir o "estatismo" (definição vaga, na qual englobam qualquer socialismo e qualquer nacionalismo, exceto o das grandes potências - grandes amantes do protecionismo e intervencionismo e nas quais estes são permitidos e até louvados, normalmente pelos mesmos liberalóides que os condenam no resto do mundo).

Mas, quando vamos pesquisar um pouco - por mais pouco que seja - tal questão de um ponto de vista empírico, o que temos?

Que a questão da carga tributária em um país (relação carga tributária X PIB) diz muito pouco - praticamente nada - sobre um país, seu desenvolvimento econômico e social. E isto segundo o ranking da própria Heritage Foundation (aquela que elabora aquele ranking tosco de "liberdade econômica").

Há países desenvolvidos (em todas medidas) em praticamente todos extratos de tributação. Exceto em dois pólos. Primeiro, no pólo da taxação confiscatória e excessiva (acima de 50%), na qual, inclusive, só existe um país. E segundo, ai sim com vários países, no pólo da aplicação prática da premissa "imposto é roubo", ou seja, no ANCAPISTÃO, com proporção tributação X PIB abaixo de 10%. Exceto países que possuem rendas industriais enormes (em especial petrolíferas, e normalmente petrolíferas - além de outras empresas - estatais ou mistas), a sub-taxação da sociedade, faz com que reine a completa desorganização social, um completo esgarçamento do tecido social. Não há nenhum país minimamente desenvolvido e organizado com tributação abaixo de 12% do PIB (exceto, como dito, os que possuem rendas petrolíferas enormes, como Qatar, EAU e a Líbia pré-guerra, com suas - também como dito - petrolíferas estatais). O primeiro país minimamente desenvolvido e organizado na tabela é Taiwan, com carga tributária de 12,4%. Ou seja, se "imposto é roubo", imposto abaixo de 12% é assassinato. Entre o roubo e o assassinato podemos escolher.

Além disto, percebemos uma coisa muito engraçada (e constrangedora) para a lógica liberalóide.

* As socialistas Belarus (Bielorrússia), Vietnã, China e a "estatista" Líbia (onde durante o governo de Gadaffi o Estadão fornecia - dava - gratuitamente, praticamente tudo para as pessoas) possuem cargas tributárias menores do que as "liberais" Polônia, Estônia, Suíça, EUA e Coréia do Sul. Polônia 33,8% - Estônia (um amor recente dos liberalóides) 32,3% - Suiça 29,4% - EUA 26,9% - Coréia do Sul 26,8%. Belarus 24,2% - China 17% - Vietnã 13,8% - Líbia 2,7%.

É óbvio que uma taxação confiscatória, excessiva é prejudicial e mesmo injusta (por princípio, não deveria se admitir uma tributação maior que 49%, exceto para casos particulares bem delimitados de alguns produtos de luxo, mas que não atingissem a renda direta do cidadão). É óbvio que ter um estado ineficiente (como no caso brasileiro) que não devolve de forma minimamente decente ao conjunto da sociedade (e em especial as camadas populares super-tributadas em nosso caso) os recursos arrecadados através de impostos é negativo e deve ser objeto de crítica e de combate. Mas, ao que tudo indica, ter uma carga tributária excessivamente baixa é muito pior, muito mais negativo. Se a questão fosse a escolha entre a utopia "estatista" e a utopia do "ancapistão", estaríamos novamente sob aquele dilema: ou escolhemos ser roubados, ou escolhemos ser assassinados. Quem estiver disposto a ceder sua vida que se apresente, posto que eu (mesmo que pague alguns impostos) quero preservar a minha, de meus próximos e de meus compatriotas.

Mas a questão é que a questão não está nesta questão. Isto é apenas utopia e diversionismo liberalóide. Como diz o próprio Olavo de Carvalho sobre este pessoal "pensar a partir de princípios abstratos, sem relação com a realidade local, nacional, e internacional, global, leva você a babaquices, e a ser um bobo infantil no debate, que não entende nada de nada" (Olavo comentando o debate entre Ciro Gomes e Rodrigo Constantino em 2008, as palavras são minhas, mas o teor é o mesmo).


10 de Janeiro, 20:52

Versão extendida da música O Presente.

10 de Janeiro, 01:46

Meninos sendo meninos.


9 de Janeiro

O Brasileiro é essencialmente de DIREITA dos VALORES (Direita Cultural) e de ESQUERDA do TRABALHO (Esquerda Econômica). Aliás como a maioria dos, se não todos, povos.

Fabiano Lana
9 de Janeiro

Gosto de ver pesquisas sobre mentalidade dos brasileiros. O negócio é o seguinte, segundo um levantamento que tenho do instituto GPP:

81% são contra a legalização da maconha

77% conta a legalização do aborto

90% querem a diminuição da maioridade penal

79,7% querem ensino religioso na escola pública

52% querem mais intervenção do Estado na economia.

Enfim, quando leio jornais, em quase toda discussão econômica, sobre sociedade, sobre valores que tenho é preciso um policiamento no sentido de que posso viver em uma bolha. O brasileiro, em geral, é intervencionista na economia e de direita nos valores.

E é por isso que há tantos populistas celebrando as matanças nos presídios. Sabem que há público que irá aplaudir.


8 de Janeiro

Mal consigo conter a minha alegria vendo uma coisa dessas!

Comunista Opressor
5 de Janeiro

Ainda sobre o Trump. A Presidência dele promete!

"A Toyota Motor informou que vai construir uma nova fábrica em Baja, no México, para fabricar carros Corolla para os EUA. SEM CHANCE! Construa a planta (industrial) nos EUA ou pague um grande imposto na fronteira" - postou Trump num Twite que derrubou as ações da Toyota.

Porque, claro, imposto e intervencionismo estatal é coisa de comunista!

6 de Janeiro

A PRIVATARIA CARCERÁRIA

Engraçado que a Globo dizia que a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Roraima, onde acabou de ocorrer o massacre com 33 mortos, era um "Presídio Ostentação", onde os presos tinham direito a Piscina, TV, Freezer e outros luxos.

Agora estão dizendo que as condições do local eram subhumanas, e não apenas frisa a superlotação e as "condições péssimas" como faz questão de dizer que "O presídio é administrado pelo próprio estado..."

Mas, curiosamente, não fez questão alguma de dizer que o presídio em Manaus onde ocorreu o morticínio com 56 vítimas há menos de uma semana atrás é privatizado! Em reportagem posterior, curiosamente, do mesmo dia.

A não ser quando o próprio Presidente da República tenta usar a privatização para isentar o Estado da responsabilidade, aí não teve jeito e tiveram que reproduzir na íntegra a fala do temerário.

Em compensação, uma turma de egressos da Veja se apressou a, no dia seguinte ao massacre de Manaus, tecer loas à privatização do presídio.

Mas melhor ainda fez a Folha de São Paulo, numa reportagem surpreendentemente boa sobre a questão, revelando o incômodo fato de que a privatização ENCARECE o sistema carcerário. Os presos estatizados custam em média R$ 3.300, e os privatizados R$ 5.000.

Vale lembrar que nos EUA, que detém a maior população carcerária do mundo, o índice de aprisionamentos disparou com a privatização dos sistema carcerário.

Privatização que garante lucros magníficos para o empresariado que ganha por prisioneiro e por isso mesmo mete na cadeia até garoto que faz comentários sarcásticos no Facebook.

E com a lista infindável de crimes imaginários que a Esquerda Cultural e a Direita Moralista querem enfiar goela abaixo da sociedade, aliada a privatização do sistema, não haverá outro destino para nosso país que não disputar o primeiro lugar no ranking carcerário mundial. Enquanto os mesmos direitistas defensores do "bandido bom é bandido morto" aplaudem o encarceramento privado em massa sem saber que eles próprios poderão ir qualquer dia em cana por algum crime recém inventado.

5 de Janeiro, 20:35

JUROS É ROUBO!

Ação Avante
5 de Janeiro de 2017

"Receber juros por um empréstimo monetário é injusto em si mesmo, porque implica a venda do que não existe, com o que manifestamente se produz uma desigualdade que é contrária à justiça". (S. Tomás de Aquino, Summa Theologica, II-IIae, q.78, a.1)

"Usura slayeth the child in the womb
It stayeth the young man's courting
It hath brought palsey to bed, lyeth
in between the young bride and her bridegroom"

(Ezra Pound, Canto XLV, With Usura)

Como já, há muito, estabelecido por Aristóteles, o dinheiro foi criado para facilitar trocas entre os homens. Como mero mensurador simbólico é, fundamentalmente, a isso que ele pode servir e não a qualquer outra coisa. Definitivamente, algo que o dinheiro é incapaz de fazer é "gerar mais dinheiro". Simplesmente não é de sua natureza.

Isso significa que a usura que, resumidamente, consistiria em fazer dinheiro gerar dinheiro ex nihilo através do artifício matemático dos juros não passa de ilusionismo contabilístico que está em contradição com a função social essencial do dinheiro, com a natureza mesma do dinheiro e é fonte de inúmeros males políticos, sociais, econômicos e culturais. Não por outra razão a maioria esmagadora das culturas e civilizações tradicionais a baniram, proibiram e puniram sua prática.

Como dinheiro não gera dinheiro, cobrar dinheiro por seu empréstimo é tomar riqueza indevidamente de terceiros. Portanto, isso sim (e não os impostos) é roubo. Este tipo de parasitismo de exigir dinheiro pelo empréstimo de dinheiro, porém, aos poucos foi sendo tolerado pela relativização vergonhosa das doutrinas de várias religiões e tradições, o que, com o acúmulo de capital porporcionado a partir daí, pôs enorme poder nas mãos de uns poucos parasitas.

Esses parasitas e ladrões, com o poder econômico adquirido, começaram a influenciar e, eventualmente, a controlar os destinos políticos das nações. Se tornaram os verdadeiros governantes dos povos, com inúmeros reis, presidentes e ditadores como seus meros testas-de-ferro. E essa é a situação ainda hoje, com um minúsculo número de fundos de investimento controlando ações das megacorporações mais poderosas do planeta.

Mas a influência nefasta da usura se imiscui nos menores detalhes da vida quotidiana. A usura expropria pequenos trabalhadores rurais que não conseguem pagar empréstimos. A usura adiou progressivamente a idade matrimonial nas sociedades modernas por tornar impossível constituir família cedo. A usura leva trabalhadores ao suicídio.

Enquanto isso, gordos parasitas esfregam as mãos e sorriem tranquilos, sabendo que o ódio popular é sempre primeiramente dirigido aos políticos, esses meros representantes do poder (e não seus donos) e não contra eles.

Mas nós sabemos quem eles são e temos a solução definitiva para o problema da usura.

LIBERDADE! JUSTIÇA! REVOLUÇÃO!

Ok. Vamos lá. Em primeiro lugar, há uma sutil diferença entre Usura e Juros, mas por enquanto ela pode ser ignorada. Quando coloquei 'juros' no meu comentário, foi de propósito mesmo.

Agora vejamos POR QUE a Usura é universalmente repudiada por praticamente todas as tradições filosóficas e religiosas, INCLUINDO A CRISTÃ, e somente tendo nascido dentro de uma civilização totalmente corrompida pela sua sacralização sistemática possibilita que isso não seja de imediato evidente.

Vamos recuar no tempo e pensar antes dos bancos, antes da grande economia, antes de um sistema que nos obriga a tomar empréstimos e utilizar crédito o tempo todo.

1 - Quando uma pessoa pede dinheiro emprestado, normalmente ela está precisando daquela quantia;
2 - Quem empresta tal quantia, evidentemente não está precisando dela no momento, e tem a opção de não emprestar;
3 - O empréstimo implica sim num risco, e o credor tem todo o direito ético de tomar providências para minimizar esse risco caso se disponha a promover essa ajuda;
4 - SÓ QUE a cobrança de juros (que são o instrumento da Usura) NÃO ELIMINA O RISCO!

Entenda. Se o devedor não devolver o dinheiro, TAMBÉM NÃO PAGARÁ OS JUROS! Por isso, o Juros não é, SOB HIPÓTESE ALGUMA, um mecanismo de proteção contra o risco! Se o contratador do empréstimo devolver o dinheiro que o credor podia dispensar naquele momento sem qualquer taxa de juros, não haverá prejuízo algum. Da mesma forma como seria lícito punir esse contratador pela não devolução, se isso for justo, mesmo que o empréstimo tenha sido feito sem cobrança de juros alguma. Ocasião que o empréstimo terá se revelado, na verdade, um roubo disfarçado. (Quem aqui já não passou por algo similar?)

Portanto, alegar que a cobrança de juros se justifica devido ao risco é puro NON SENSE! Visto sua completa incapacidade de forçar o devedor a efetivamente devolver o dinheiro, e na realidade até dificultar essa devolução. O que obriga a tal devolução são outras forças, muitas vezes estatais.

Agora, note que a pessoa que emprestou o dinheiro podia não tê-lo emprestado, e não precisava dele naquele momento. Mas a pessoa que precisava não tinha outra opção. Sendo assim, a Usura, como bem explicam os clássicos, é na realidade uma espécie de extorsão. Se aproveitar da situação de carência de alguém para lhe extorquir dinheiro! E essa extorsão é o juros em si.

Por fim, isso não pode ser diretamente aplicado atualmente ao sistema econômico porque ele já está viciado e corrompido pela usura sistemática, e portanto, a maioria das instituições financeiras não teria como fazer empréstimos sem cobrar juros, até por este ser sua razão de existência. Ou seja, no nosso pano de fundo sócio cultural, a perfídia da usura no caso particular ficou obscurecida pela necessidade que o sistema impõe de reagir a uma constante reposição de valores arbitrariamente, a espiral de endividamento infinito que só aumenta não importa o quanto se pague todas as dívidas em dia.

Portanto sanar esse problema exigiria um processo muito complexo e lento de desmantelamento das bases dos sistema capitalista, que foi parcialmente feito em alguns países com grande sucesso, em geral por meio de empréstimos estatais a juros mínimos ou inexistentes tendo como contrapartida prestação de serviços produtivos, mas sempre em prazos temporários, ou então sujeitos a brutal retaliação econômica e ou militar, como foi o caso da Líbia, Síria, Cuba ou Coréia do Norte, países que conseguiram, ao menos por um momento, se safar da espiral de endividamento obrigatório global, e por isso mesmo sofrem severa retaliação e difamação.

Mesmo assim, note que a maioria das pessoas comuns, ao emprestar dinheiro para conhecidos, não cobra juros! São os profissionais da usura que o fazem, profissão esta que não deveria sequer existir.

Também não significa necessariamente que os bancos são por essência maléficos. Se sua função fosse apenas guardar o dinheiro e cobrar uma taxa por isso, tudo bem. Mas ninguém pode se dar ao luxo de ignorar que esta não é natureza dos bancos que possuímos.

* * *

Agora, quanto a afirmação "o dinheiro tem valor no tempo" e etc, note que ela só faz sentido DENTRO de nosso sistema de endividamento perpétuo! E só vale para quem tem muito dinheiro! Nesse sentido, DINHEIRO É TEMPO! Pura e simplesmente.

Mas remova esse pano de fundo e a afirmação também vira non sense. O dinheiro existe, entre outras coisas, para exatamente driblar o processo natural de desvalorização dos produtos. Não é a toa que sua primordial e mais sofisticada referência sempre foi o Ouro, que é para efeitos práticos incorruptível por qualquer período de tempo humanamente relevante.

Liberais gostam de afirmar isso como se fosse uma espécie de lei natural, mas somente um sistema econômico pode, socialmente, implementar essa desvalorização monetária justamente devido a ser viciado num sistema usurário.

* * *

Há que se acrescentar, ademais, que o processo usurário se retroalimenta. Um vez iniciada a cobrança de juros, ela onera toda a cadeia econômica subsequente sendo repassada por todo o sistema. O comerciante que precisa quitar um empréstimo com juros tende a aumentar o preço de seus produtos para conseguir esse excedente. O que por consequência obriga outros comerciantes e consumidores a tomar mais dinheiro emprestado.

A concorrência entre os credores, bem a organização de um Banco Central para regular algumas atividades, em geral atenuam isso, caso contrário o que haveria seria uma concorrência fratricida que tenderia a praticamente zerar as taxas de juros, ou, o que é quase infinitamente m

* * *

...há similaridade entre o empréstimo de dinheiro e de bens, e não é por outro motivo que além de existir uma histórica condenação da usura, além de regulações quanto ao empréstimo de dinheiro, também há restrições quanto ao aluguel de bens. Note que há muitas legislações regulando locações e aluguéis, havendo casos onde certos tipos são de fato restritos ou largamente proibidos.

No entanto, há alguns elementos que tornam a comparação problemática, a começar pelo mero fato de haver diferença implícita entre 'DINHEIRO' e 'CAPITAL' e lembre-se que não se pode perder de vista que o contexto altera significativamente as questões éticas envolvidas, visto que todo o raciocínio que desenvolvi foi focado numa situação de necessidade e urgência de quem solicita o empréstimo, necessariamente, de dinheiro (explicando o fundamento da condenação da usura), o que nem sempre é o caso.

Há evidente diferença entre precisar urgentemente de dinheiro, que será usado para satisfação imediata de necessidades, sendo obrigado a aceitar imposições desagradáveis, e ter uma necessidade moderada ou branda que permite pensar, negociar ou pesquisar outras opções. E há uma diferença muitíssimo maior no caso de empréstimos de capital, que não são para necessidades diretas, e sim para fins de obtenção de dinheiro ou investimentos.

(...) é bem diferente a situação de alguém que se aproveita de uma oportunidade para extorquir dinheiro de alguém desesperado por um bem, daquele que monta um negócio que quase sempre atende pessoas que não estão em situação de urgência.

Por isso que não acho que o exemplo do aluguel de caminhonete é o melhor, pois dificilmente isso acontece numa situação de necessidade, visto que se alguém precisa dela para trabalhar e obter dinheiro, ela será então uma forma de capital, porque exercerá uma atividade produtiva. Em geral quando alguém tem uma dificuldade financeira séria ela procura dinheiro de forma direta, e não um meio de ganhar dinheiro. E se a urgência de um bem específico for realmente extrema, seguramente exigir um locação também será claramente anti ético, como no caso de alguém precisar desesperadamente e um carro para levar alguém extremamente doente ao hospital ou resgatar vítimas de acidentes. Em geral até o roubo temporário de um veículo em situações dessas é perdoado tanto pelos costumes quanto pelas leis.

Mais diferente ainda é a locação de bens claramente não urgentes, como livros, filmes, equipamentos de festa etc.

Talvez a situação que melhor permita uma comparação com a questão da usura é a do aluguel de moradias de baixa renda, pois neste caso frequentemente há necessidades urgentes envolvidas. Não a toa é a mais delicada e frequentemente regulada das forma de locação, havendo até mesmo previsões legais que obrigam a prática de leasing ou até mesmo apropriação do imóvel.

Enfim, há muitos níveis e situações misturadas dentro dessa analogia entre o empréstimo de dinheiro a juros e a locação de bens. Em alguns casos as locações poderão sim ser consideradas tão anti éticas quanto a usura, em outros casos até mesmo o empréstimo de dinheiro a juros não é necessariamente usurário. Note que uma das primeiras coisas que fiz na minha primeira resposta foi apontar que 'usura' e 'juros' não são a mesma coisa, embora naquele caso a diferença fosse sutil.

Sem contar o fato de que já temos uma civilização completamente construída dentro da mentalidade econômica usurária, tornando ainda mais difícil distinguir uma série de casos.

5 de Janeiro, 16:51

Ação Avante
5 de Janeiro de 2017

No sistema capitalista atual, ter filhos é visto como um "atraso" (e os próprios filhos são tratados como um gasto): ter um filho é como colocar um peso sobre um mundo já "hiper-populoso" - afinal, já somos mais de sete bilhões. O importante é ter sucesso financeiro e trilhar um caminho de carreirismo, e filhos são, de um modo ou outro, um desvio de objetivos e um contratempo nesse percurso. Mesmo entre as mulheres, e principalmente por conta do feminismo pós-moderno, a maternidade é vista como algo secundário ou totalmente indesejável: por que razão uma mulher deveria se submeter à "humilhação" de ter filhos e trocar fraldas se pode se desgastar numa firma seis dias por semana, 12 horas por dia, e canalizar seus instintos maternos reprimidos em dúzias de cães e gatos aos 40 anos?

No contexto geral, ter filhos é algo ruim e que deve ser evitado, seja por meio de métodos contraceptivos ou aborto. Enquanto que o prazer sexual continua sendo perseguido, sua consequência e seu propósito naturais são negligenciados e até mesmo marginalizados. Não falamos, aqui, essencialmente contra o planejamento familiar, mas sim da própria repulsa pela procriação, que é o motor principal da continuidade de qualquer cultura. Sem procriação, não há continuidade cultural-identitária: nesse sentido, o "outro" sou eu.

Nas sociedades tradicionais em praticamente todas as culturas de todos os continentes, filhos não são "gastos", mas sim "investimentos": quanto mais filhos uma família possuía, mais forte e destacada ela era. Uma mãe com muitos filhos era uma mulher socialmente destacada, vigorosa, "porta de novas gerações". O homem pai de muitos filhos era um homem forte, viril e potente, o "portador de muitas almas". E quanto mais filhos, mais caçadores, guerreiros, coletores; mais "manpower", mais força para resistir à Natureza e aos inimigos.

A mãe de muitos filhos, na sociedade moderna, é a "mulher promíscua irresponsável"; o homem de muitos filhos é o "canalha". Embora esse estereótipos sejam aplicáveis à grande parte daqueles que têm filhos hoje, fazer crianças é algo essencialmente ligado à pobreza, baixa intelectualidade e desleixo. O oposto, que é o estilo de vida individualista, narcisista e improdutivo, não só é contemplado, mas colocado como "cura" para a "mentalidade retrógrada" da procriação.

A questão não reside em fazer filhos por fazê-los, tanto que todas as sociedades tradicionais dispunham (e dispõe) de uma cosmovisão inteira para criar os novos seres, tornando-os homens e mulheres preparados para a vida adulta - e, nesse sentido, a insubordinação familiar e o despreparo do jovem é um produto essencialmente burguês, moderno.

Sem filhos não há novas gerações, e sem novas gerações não há sobrevivência cultural. Essa é uma verdade que os povos com relações mais orgânicas e saudáveis continuam preservando, ainda livres do niilismo e da imbecilidade "intelectual" do "homem civilizado", que, com suas múltiplas teorias, nega o natural e naturaliza o artificial, tornando-se incapaz de tratar as coisas mais simples como elas são.

O texto não faz uma mera "defesa" da procriação, mas a contextualiza de forma diferente do que tem sido feito em larga escala no último meio século. A questão não é, portanto, simplesmente afirmar a procriação por afirmar, mas resgatar sua dignidade mínima, além de explicá-la nos contextos menos desenvolvidos.

Temos sim um problema populacional, e ele precisa ser enfrentado. Sempre afirmei isso claramente. Mas esse enfrentamento tem sido feito de péssima forma, inclusive pela desvalorização e difamação sistemática não só da família, mas da própria vida humana em si em todos os níveis, inclusive a nível filosófico sofisticado, como o Anti Natalismo, o Nihilismo ou a Ética Negativa.

E esse enfoque distorcido da questão populacional esconde uma mesquinharia terrível, pois os grandes arquitetos dessa campanha anti reprodutiva tem como principal objetivo não o bem estar humano geral, mas a manutenção e concentração de seus privilégios, que se vêem diretamente ameaçados pelo crescimento populacional.

Por exemplo. É evidente que quanto maior o desenvolvimento sócio econômico, menores são as taxas reprodutivas. Portanto a melhor forma de conter o crescimento demográfico desordenado é melhorar a distribuição de renda, gerar empregos, dinamizar a economia, promover inclusão sócio econômica etc. Só que os mesmos que promovem a agenda anti reprodutiva (leia-se Abortismo, Feminismo, Homossexualismo, Anti-Natalismo etc) são justo os maiores concentradores de riqueza do mundo!

Estima-se que o total de riqueza real no mundo deve estar por volta de, no mínimo, U$ 250 Trilhões. (Ignore os farsantes que incluem Créditos Derivativos que fazem esse número aumentar uma 20 vezes com base numa riqueza puramente teórica.) E esse número não inclui passivos! Se fosse totalmente dividido pela população mundial, daria mais de U$ 30 mil por habitante. Quantia mais do que suficiente para sustentar uma pessoa confortavelmente por mais de um ano, no que poderia se qualificar e se tornar produtiva aumentando ainda mais a riqueza geral.

Claro que não é possível fazer essa divisão e nesse nível nem seria desejável, visto que boa parte desse dinheiro tem que ser concentrado para produção de obras infra estruturais e sociais, mas já dá uma boa ideia do quanto a pobreza e miséria mundial poderiam ser reduzidas apenas desconcentrando renda.

Assim, querer combater a a superpopulação ao mesmo tempo que se concentra riqueza fabulosamente é um supra sumo da hipocrisia, visto que se alguém reconhece que as más condições de vida são causa fulcral da reprodução insustentável, não poderia jamais apoiar práticas que promovem ainda mais miséria, como a que postei ABAIXO . Guerra que foi feita em nome de interesses econômicos da mesmíssima elite que promove a cruzada anti reprodutiva.

Ademais, o problema populacional não é, ainda, puramente o número bruto de indivíduos, mas sobretudo a má distribuição e os maus hábitos de consumo. Uma distribuição melhor de riqueza exigiria, também, uma reeducação para diminuir o consumismo predatório tão desnecessário quando incapaz de produzir autêntico bem estar. Consumismo este, porém, que é do interesse da mesmíssima elite financeira.

4 de Janeiro, 14:28

Da série: "Você não faz ideia do quanto a mídia mentiu pra você!"


Clique para ampliar.

4 de Janeiro, 12:42

Prevendo o futuro.

Gabriel Tênisson
2 de Janeiro de 2017


Reunião de cúpula da Marvel, ano 2057.

Do lado de fora do prédio, demonstrando ódio fofo, uma multidão de militantes protesta contra a falta de diversidade nas HQs da Casa de ideias.

Stan Lee, com a consciência armazenada num computador, reassume o cargo de editor chefe após a máquina ser iniciada.

Stan Lee: Mas o que está acontecendo? Eu criei personagens cegos, nerds, negros, usei analogias para lutar contra o preconceito racial nos anos 60. Sempre apoiei a diversidade numa época em que ninguém ganhava likes por isso. Por que têm cartazes lá fora me chamando de fascista?

Desenhista: os tempos mudaram, mestre Lee. Precisamos de mais pluraridade, mesmo que elimine toda a nossa cronologia. Pretendo reformular os Vingadores ainda hoje com o Brian Michael Bendis Neto.

Stan Lee: mas nós tínhamos um Homem Aranha gay, negro e latino. O Estrela Polar casou com seu namorado numa edição histórica. Na morte de Hércules, inclusive, deixamos claro que ele era bissexual e teve um caso com estrela Polar. Xavier é cadeirante. Pantera Negra e Ororo governam a nação mais avançada do planeta. O que fizemos de errado, qual motivo para tanta fúria?

Desenhista: Ah, senhor. As posições acrobáticas são irrealistas demais e acabaram ofendendo os leitores com problema de lordose que não se sentiam representados.

Stan Lee: Meu Deus, não quero nem imaginar o que fizeram com o Justiceiro!

Desenhista: Hoje Frank Castle é um pacifista que combate o crime organizado reabilitando mafiosos com aulas de artesanato e capoeira. Pensamos em colocá-lo como um hacker, mas lembramos que a Oráculo da DC foi censurada. Conhecimentos de informática e hacking podem ser interpretados como apologia ao roubo de nudes no computador alheio. Hoje, Barbara Gordon é uma personagem que escreve textões no Facebook, pedindo mais amor e mais empatia pelas pessoas insanas do Asilo Arkham.

Stan Lee: mas pq essa geração é tão sensível?

Desenhista: Em 2005, Houve um vazamento numa fábrica de alimentos infantis, senhor. Lençóis freáticos e rios que abasteciam as metrópoles foram contaminados com altos índices de papinha de bebê. Isso gerou a síndrome do mimimi, uma doença que faz o paciente acreditar que a órbita terrestre gira em torno do seu umbigo.

Stan Lee: parece ser grave... o que podemos fazer para aliviar essa doença?

Desenhista: Recriar todo o universo Marvel numa saga. Depois faremos o reboot e daremos um nome novo, o selo MMM

Stan Lee: MMM?

Desenhista: Melhore, Marvel, melhore.

Stan Lee: O que houve com o Hulk, Homem Aranha, Capitão América?

Desenhista: morreram nas Guerras Héteras. A nova equipe de Vingadores é composta por Transhulk, Capitão Cuba, Feminista de ferro, Aranha Vegana e Wolverinx. Ah, também vamos substituir o Thor por Alá.

Stan Lee: Mas a gente não pode desenhá-lo!

Desenhista: pode sim. A proibição é contra desenhar Maomé.

Stan Lee: Coloque o Dr. Estranho na equipe.

Desenhista: Olha, usar o adjetivo " estranho" para designar uma pessoa é extremamente ofensivo nessa época. Podemos rebatizá-lo de Dr. Diferentão.

Stan Lee: E quanto aos x-men e o Quarteto Fantástico? O que fizeram com eles?

Desenhista: Para não ofender pessoas de outros gêneros, os x-men passaram a se chamar X-mxn.

Stan Lee: como diabos se pronuncia isso?

Desenhista: usando o dialeto do Mussum.

Stan Lee: E o quarteto?

Desenhista: O quarteto se tornou uma família adepta do poliamor, formada por Sue, Reed Richards e Namor, que adotaram um garoto que sofre de combustão espontânea. Ah, também adotaram uma Pedra.

Stan Lee: uma pedra?

Desenhista: a pele rochosa do Coisa causou mal estar em pessoas que sofrem de dermatite crônica. Hoje ele é apenas uma pedra com um sorriso desenhado.

Stan Lee: tipo a bola Wilson do Tom Hanks?

Desenhista: exatamente

Qual será o Plot da nova primeira edição de Vingadores?

Desenhista: Galactus, o desconstrutor de Mundos, invade a Terra e mata todo mundo que assiste a FOX News. Os vingadores tentam intervir, mas acabam sendo desconstruídos também.

Editor: podemos colocá-los para lutar contra o Dr. Destino na segunda edição.

Desenhista: Olha, DR. Destino governa a Latvéria, uma nação oprimida pelo Ocidente. Pelo Novo Comic Code of defecation rules, os Vingadores não podem revidar. A violência do Dr. Destino é reação do oprimido, portanto, justificável.

Editor: E quanto ao Thanos?

Desenhista: Thanos está disposto a destruir o universo para agradar a Morte. É assédio sexual; as jóias do infinito não podem ficar na mão de um machista.

Stan Lee: Mandarim?

Desenhista: Mandarim é asiático. Vilões que se encaixam em minorias estão permanentemente proibidos. Se o senhor quiser, transformo o Mandarim num branco católico conservador.

Stan Lee: ainda existe liberdade criativa?

Desenhista: claro, senhor. Ela só precisa passar pela Comissão Federal de Empatia. Depois é enviada ao Supremo Conselho dos Cidadãos Ofendidos. Se for aprovado, aí podemos publicar.

Stan Lee: Pelo menos a instituição vingadores ainda existe, né?

Desenhista coçando a cabeça: olha, pra ser honesto, a palavra " Vingadores" é muito pesada, sugere vingança, como se o grupo apoiasse " Bandido Bom é bandido morto". Nós não queremos ser confundidos com a Image, que publicava o fascista e censurado The Authority.

Stan Lee: e qual será o novo nome?

Desenhista: os problematizadores.
4 de Janeiro, 12:33

OBS: Repostagem de 2010, que nunca havia sido publicada aqui, originalmente em inglês.

I'm always concern about womans rule on government. The most developed coutries, the Scandinavians, gets quotas about 40% on parlamients. Far above other coutries, specially the arabics. However, guess what the country with highest percent of woman deputies? Guess just the continent! Wrong! It's RWANDA! On central Africa, vithm 55% of woman's on Chamber of Deputies. Women Run the Show In a Recovering Rwanda

Tradução: Sempre me preocupei a respeito do papel das mulheres no governo. As nações mais desenvolvidas, os Escandinavos, tem cotas próximas de 40% nos parlamentos. Muto além de outros países, especialmente os árabes. No entanto, advinhe qual é o país com o maior percentual de mulheres deputadas? Advinhe apenas o continente? Errado! É RUANDA! Na África Central, com 55% de mulheres na Câmara dos Deuptados. Mulheres comandam o Show na Recuperação da Ruanda

3 de Janeiro

Um tema de alto simbolismo recorrente na ficção e nos mitos é que a perda de entes queridos causa grandes modificações nas pessoas, sendo que o rapaz que perde uma figura paterna (podendo ser também um tio ou irmão mais velho) e termina por se tornar um herói é algo trivial, mas nem tanto o homem que perde esposa e filhos (ou irmãos mais novos) e se torna um vilão ou um anti herói.

Mas para este também a lista é vasta, de Conde Drácula à Darth Vader, passando por clássicos do cinema como Dr. Phibes ou do universo de super heróis como Mr Freeze, ou mesmo por "heróis" questionáveis como Nicholas Marshal (Dark Justice) ou o próprio Frank Castle (The Punisher), e até releituras de super vilões clássicos, como o Coringa em "A Piada Mortal" ou Hannibal Rising, o trauma da perda da mulher amada e ou dos filhos, ou irmã mais nova, é o que desperta o demônio interior que teria ficado adormecido para sempre no homem comum. (Trato desses temas mais detalhamente em Heróis da Areia)

Portanto, simbolicamente, retirar do homem seu papel de provedor e protetor, em especial de forma brutal, é a melhor forma de transformá-lo num monstro.

Mas da mesma forma como dificilmente heróis surgem no mundo real pela morte trágica dos pais, e sim isso apenas simboliza a superação do complexo freudiano e evolução de menino para homem, também dificilmente vilões são criados pela mera morte trágica da família, e sim por sua destruição simbólica. Dessa forma, o processo de dissolução familiar promovido pela cultura contemporânea dos "casamentos temporários" e pelas varas de divórcio tem sido hábil em fazer aflorar horrores onde outrora pais de família promovem atrocidades chocantes.

Tradicionalmente os símbolos, valores e sensibilidades que edificam o 'bom homem', aquele que assume a responsabilidade de sua conduta sexual saindo do estágio de 'aventureiro' para o de 'homem de família', pavimentam uma via de acesso a um papel socialmente útil, moldando todo um sentido existencial que se realiza acima de tudo na paternidade responsável.

Quando isso é subitamente removido, em especial quando não há um motivo claro que o justifique, a destruição desse sentido frequentemente é insuportável para a psiques mais fracas, com resultados trágicos, visto que todo o fundamento sobre qual esse papel social é construído desaba, abrindo as portas do caos mental de onde pode sair qualquer coisa.

Portanto, há nítida correlação entre os índices de divórcio e sobretudo de alienação parental, e a ocorrência de tragédias que tem sido recorrentes há alguns anos, sempre servindo de propaganda contra os males do Patriarcado quando é justamente da destruição deste que eles advêm.

A maioria das pessoas não tem individualidade suficientemente forte para se manter íntegra (em todos os sentidos possíveis) à revelia da coletividade. É justamente por isso que a humanidade é fortemente gregária e pouquíssimas pessoas se isolam efetivamente. Somos portanto dependentes de sólidas instituições sociais que dão sentido e propósito às vidas de quase todos.

Há mais de meio século uma das mais fundamentais dessas instituições tem sido sistematicamente vilipendiada e atacada por todas as forças do poder financeiro, midiático, intelectual e político estabelecidos, e o horror que a destruição dos papéis tradicionais tem fomentado vai muito além de meras tragédias isoladas, que ainda são usadas para legitimar ainda mais os processos de Alienação Ideológica que os causaram.

Ao indivíduo psicologicamente fragilizado, incapaz de fazer frente à todo o aparato estatal e político cooptado para propósitos de manipuladores sem qualquer compromisso com o bem estar social que colocam sociopatas em discreta posição de poder, só resta se render ou em casos mais isolados explodir, ao pior estilo "Um Dia de Fúria"!

[OBS: 'Um Dia de Fúria' (Falling Down, EUA 1993) é um filme estrelado por Michael Douglas onde um cidadão atormentado pelo desemprego e pela alienação parental perde o controle e sai protagonizando uma série de atos extremos pelas ruas da cidade. Embora esteja longe de promover ações hediondas, estando até mais para heroicas ainda que com grande dose de aleatoriedade, o filme traz uma excelente imagem do drama do homem conservador contemporâneo pressionado pelas mais diversas e brutais forças psicossociais, traído pela corrupção dos ideais em que acredita, e usado e descartado pelo mesmo sistema que almeja proteger. Pode ser ver um bocado do filme no youtube, embora inteiro só em péssima qualidade.]

2 de Janeiro

E os liberalóides fogem desse assunto porque seu objetivo é servir aos mesmos beneficiários do sistema usurário, pondo a culpa toda no Estado e protegendo a verdadeira elite exploradora. AÇÃO AVANTE - Usura é roubo: os juros são o verdadeiro problema.

1 de Janeiro

Feliz 2017, ainda que estejamos no ano 5777 (para os judeus), 2073 (para os hindus) e 1438 (para os islâmicos).


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