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28 de Agosto

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26 de Agosto

Destaco: "Enquanto eles ateam fogo em esculturas de cimento, o congresso, aliado do governo em todas as medidas neoliberais, continua avançando sobre os últimos resquícios de tecido social, direitos trabalhistas e transferindo o patrimônio público para o rentismo de setores privados."

Andre Nunes
25 de Agosto

Grupelhos que recebem merenda de forças ocultas e foranêas continuam promovendo o vandalismo sem nenhum apoio das massas.

Dessa vez a "vítima" foi uma estátua de Pedro Álvares Cabral, no Rio de Janeiro. Em breve vão querer queimar vivos os filhos e netos de portugueses, resultado da guerra racial importada, mas cuidado, ao contrário de estátuas, pessoas reagem.

Querem a qualquer custo apagar nossa memória, identidade nacional e até mesmo nosso idioma (último recurso de unidade).

Na cabeça dos que aplaudem essas atitudes desesperadas (ou remuneradas) incendiar estátua de um navegador português é sinônimo de revolução.

Enquanto eles ateam fogo em esculturas de cimento, o congresso, aliado do governo em todas as medidas neoliberais, continua avançando sobre os últimos resquícios de tecido social, direitos trabalhistas e transferindo o patrimônio público para o rentismo de setores privados.

Mais perdidos que cego em tiroteio, batendo a cabeça contra parede (ou estátuas), seguimos sem um partido de vanguarda e desorientados frente o avanço dos verdadeiros inimigos.

O que nos conhecíamos como "esquerda" morreu. Só uma frente de liberação nacional para reerguer o Brasil!

André Nunes

Canal do YouTube: Portal do André Nunes

Twitter: @andrenunesfnt


25 de Agosto

Bom Dia... DF.




24 de Agosto - 19:34


24 de Agosto - 11:50

André Luiz dos Reis
12 de Julho

Dia de comemorar o sacrifício de honra e amor à Pátria do grande herói e imortal Getúlio Vargas, que com seu fatídico ato em 24 agosto de 1954, impediu o golpe e o regime civil-militar -- que construiria nova oportunidade contra o trabalhismo dez anos depois.

Não caiam na esparrela dos imbecis que o chamam de anti-democrata. Nunca houve governante mais democrata em nosso país. A verdadeira democracia não se constrói imitando modelos abstratos que se iniciam na concessão de direitos políticos muitas vezes inócuos e liberdades individuais que mais das vezes só existem no papel.

No nosso país, ou estabelecemos uma democracia SOCIAL ou não temos nada, só firula que esconde uma ditadura da opinião da classe média sustentando uma plutocracia escravocrata.

Vargas foi o verdadeiro construtor da República. Suas políticas redesenharam as instituições, industrializaram o Brasil e, mais importante ainda, aumentaram a participação popular de um maneira nunca antes feita e não mais repetida.

Além de incluir o povo no sistema político, em um processo que as elites uspianas gostam de rotular de ''populismo'' por seu apego a fetiches institucionais copiados de fora, Getúlio propôs pela primeira vez a construção da identidade brasileira em torno do ethos e das práticas populares.

Vargas é um desafio para seus adversários e também para os que decidiram segui-lo na luta pela soberania do povo. Seus adversários nunca foram páreos para seu gênio político, e seu suicídio é demonstração disso. Seus seguidores nunca conseguimos ser dignos de sua herança.

Tudo o que temos feito desde então, todos nós que, de uma ou outra maneira, ensejamos a boa luta, é tentar salvar algo do legado que eles nos deixou. Mas ainda faremos jus à sua memória. Que ela seja eterna.

Na foto, Getúlio assina a fundação do Petrobrás, possível por causa da campanha ''O Petróleo é Nosso''. A campanha derrotou os liberais, que durante muito tempo defenderam a inexistência de petróleo no Brasil.




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23 de Agosto

Lucas Rubio
19 de Agosto
UM AFEGÃO NO COSMOS

Quando o Afeganistão era um país socialista, chamado República Democrática do Afeganistão, o governo deste lugar fechou um acordo de cooperação com a União Soviética que envolvia o envio de cidadãos afegãos ao espaço pelo programa espacial soviético.

Dessa maneira, há 33 anos, em 29 de agosto de 1988, Abdul Ahad Mohmand se tornou o primeiro e único cidadão do Afeganistão a ir ao Cosmos.

Formado na Universidade Politécnica de Cabul com apenas 18 anos, ele integrou a Força Aérea Afegã e foi um dos selecionados para ir ao espaço em nome de seu país. Ele foi transferido para a Cidade das Estrelas, na periferia de Moscou, onde, junto de outros afegãos, foi treinado para fazer a viagem espacial.


O símbolo da missão conjunta URSS - Afeganistão.

A viagem aconteceu em 1988 e Abdul Ahad Mohmand subiu ao Cosmos junto dos cosmonautas Vladimir Lyakhov e Valeri Polyakov. Mohmand ficou 9 dias no espaço e, durante sua estadia na Estação Espacial Mir, ele conduziu vários experimentos científicos, fotografou o Afeganistão do espaço e fez uma ligação telefônica com o Presidente do Afeganistão Democrático.

Quando voltou para terra firme, ele foi condecorado como Herói da União Soviética e Herói do Afeganistão, as duas mais altas honrarias da URSS e do Afeganistão.

Apenas 3 anos depois, o país pelo qual ele voou e marcou a História foi tomado pelas forças radicais dos mujahideens, apoiados pelos EUA e a experiência socialista teve um fim abrupto. O cosmonauta Abdul Ahad Mohmand, herói de duas nações, então fugiu para a Alemanha, onde vive até hoje, aos 62 anos de idade.


Herói do Afeganistão.

22 de Agosto

Lucas Rubio
14 de Agosto

Castle Bravo: o desastre nuclear que os EUA tentam esconder

Quando se fala em desastre nuclear, logo nos lembramos do acidente na usina de Chernobyl, na antiga União Soviética. O imaginário coletivo se acostumou a associar a URSS e o socialismo com ideias como "desastre nuclear", "irresponsabilidade", "desprezo pela vida" e "censura midiática sobre o acidente". Mas a História é testemunha de que episódios talvez ainda mais sombrios aconteceram em outros lugares e, curiosamente, não receberam a mesma carga de crítica, atenção e reprovação por parte do público.


A gigantesca explosão de Castle Bravo, 1954.

O desastre nuclear de Castle Bravo é um exemplo disso. Castle Bravo foi um evento causado intencionalmente pelos Estados Unidos da América em terras alheias que acarretou dificuldades e tragédias inaceitáveis e que permanecem praticamente desconhecidas até hoje, mais de 67 anos depois. Mas, o que foi o desastre de Castle Bravo?

Após a Segunda Guerra Mundial, os EUA despontaram como única superpotência nuclear do planeta após a detonação de três bombas atômicas ("Trinity", "Little Boy" e "Fat Man"). Essa posição, entretanto, se manteve por pouco tempo - 4 anos depois, em 1949, a União Soviética se tornou uma potência nuclear ao testar com sucesso o seu próprio dispositivo atômico. Estava lançada a pedra do perigoso jogo da corrida armamentista da Guerra Fria.

Na ânsia de superar a URSS não só em quantidade, mas também em qualidade, design e poder de seus armamentos nucleares, os EUA começaram uma verdadeira corrida doentia rumo às bombas atômicas "super". Essa ideia de prover os EUA de armas "super" tem um pivô que merece ser mencionado: Edward Teller, imigrante húngaro que trabalhava como cientista para o projeto de bombas nucleares dos EUA. Teller, por impulso pessoal e uma dose de megalomania, criou o desenho da primeira arma termonuclear da História, ou a "bomba de hidrogênio". O Desenho Teller-Ullam permanece até hoje como um projeto destrutivo sem igual de arma atômica.

Para testar esses novos engenhos, os EUA montaram uma gigantesca estrutura longe dos olhos do grande público. Os locais "perfeitos" escolhidos para isso foram pequenas ilhas e atóis na Oceania, locais tomados de assalto pelos EUA durante a guerra. Nesses atóis, berços de vida marinha única e lar de populações indígenas sem igual no mundo, os EUA chegaram como forças ferozes de ocupação, deportando os habitantes locais para lugares distantes que não faziam parte de sua História, além de promoverem a reconfiguração física e ambiental das ilhas para adaptá-las para testes nucleares.

Finalmente, em 1952, os estadunidenses alcançaram sucesso no teste de uma arma termonuclear de fusão, com um poder de destruição muito maior que as armas atômicas comuns. Mas, para um país ávido por destruição e poder, isso não era suficiente. Os cientistas foram colocados para trabalhar em novos explosivos ainda mais fortes. Desse esforço, nasceu, em 1954, o dispositivo Bravo, alimentado com combustível termonuclear sólido. A vantagem de Bravo consistia em poder maior e tamanho menor, ideal para a construção de armas aerotransportadas, que poderiam ser jogadas sobre a União Soviética. Mas, antes de se projetar a versão final, era necessário testar a bomba.


O dispositivo Bravo, detonado em 1º de março de 1954 e que saiu de controle.

O teste foi marcado para o dia 1º de março de 1954, na Ilha Namu do Atol de Bikini, nas Ilhas Marshall, numa operação chamada "Operação Castle". No atol, os EUA construíram uma gigantesca estrutura para testar Bravo e captar dados da explosão para futuros estudos e adaptações. Foi planejada uma explosão controlada de 6 megatons, o que é algo extremamente alto em níveis de destruição (6 milhões de toneladas de TNT comum, para comparação).

Às 6h45min da manhã, a ignição foi dada. A detonação, entretanto, foi um desastre.

A explosão saiu totalmente do controle dos cientistas e tomou proporções não planejadas de destruição. Castle Bravo detonou 2,5 vezes mais do que deveria, totalizando uma detonação apocalíptica de 15 megatons. O desastre se seguiu nos minutos, dias e anos seguintes não apenas com o poder destrutivo muito maior que o esperado, mas com as consequências do evento.


A bola de fogo de Castle Bravo chegou a impressionantes 14 km de altura.

O chamado índice de precipitação, que mede o nível de partículas radiativas que são liberadas em uma explosão, foi terrivelmente mal calculado e a detonação ocorreu de maneira bastante suja. Quantidades sobrenaturais de cinzas nucleares contendo radiação extremamente perigosa para formas de vida foram lançadas na hora na atmosfera do planeta. Correntes de ar espalharam as nuvens carregadas dessas cinzas para muitos milhares de quilômetros além do local previsto, causando uma contaminação numa área de 18.000 km² locais; para se ter uma ideia, vestígios de Castle Bravo foram detectados na Índia, China, Japão, Estados Unidos e até mesmo na Europa, poucos dias depois. O cogumelo da explosão chegou a 14 km de altitude e a bola de fogo engoliu instantaneamente mais de 7 km do local de testes.

Pessoas em ilhas a mais de 400 km de distância de Bikini relataram terem visto e sentido a detonação. Nos atóis de Rongelap e Rongerik, muitas chegaram a se queimar na hora ou a desenvolver doenças posteriores. As autoridades dos EUA demorariam dois dias para decidir evacuar os indígenas atingidos diretamente pelo acidente, visando "cortar custos" com a logística da operação. Barcos pesqueiros locais, incluindo o barco japonês de madeira Daigo Fukuryu Maru (Dragão da Sorte), que estavam a mais de 100 quilômetros da explosão, também foram atingidos, gerando queimaduras terríveis nos marujos e contaminação por radiação. Um tripulante japonês morreu seis meses depois como vítima direta do acidente, outro teve um filho que nasceu morto e deformado e muitos outros morreram vítimas de câncer anos depois. Até mesmo o pessoal envolvido na organização do teste nuclear foi atingido e chegou a sofrer graves consequências. O navio USS Patapsco, por exemplo, foi alcançado pela nuvem radiativa e sua tripulação foi severamente contaminada.


Um marujo japonês vítima da explosão.

Quanto aos habitantes evacuados tardiamente das ilhas atingidas, eles ficaram anos sem poder retornar para suas terras. As poucas dezenas de pessoas que conseguiram voltar encontraram dificuldades em se manter, uma vez que o consumo de alimentos gerados nas ilhas foi proibido por conta da radiação. Espécies de peixes e outros animais, bases da dieta local, desapareceram da região e as populações ficaram desemparadas; a indústria pesqueira, que sustentava o modo de vida daquelas pessoas, foi arrasada. Muitas delas desenvolveram cânceres, tumores e leucemia, com alguns grupos étnicos chegando à beira da extinção nos anos seguintes. Ainda hoje, os habitantes das Ilhas Marshall têm índices de mortalidade por câncer cervical 60 vezes maiores do que a população nos EUA. Índices parecidos valem para outros tipos de doença e infertilidade.


Peixes mortos pela explosão nuclear são vistoriados com contadores Geiger.

Castle Bravo, que era um teste secreto de uma arma termonuclear, se transformou rapidamente num acidente nuclear e um incidente político e diplomático internacional. A reação instantânea do governo dos EUA foi esconder o máximo possível de detalhes do acidente, revelando apenas informações genéricas para a imprensa. Notícias muito negativas sobre o acidente foram rapidamente abafadas e trocadas por notas de rodapé nos jornais ou manchetes positivas que glorificavam como Castle Bravo havia sido a maior e mais poderosa detonação nuclear realizada pelos EUA, o que, de fato, não deixava de ser verdade. Na época, a reação de ativistas em todo o mundo acabou por criar redes de monitoramento dos níveis de radiação na atmosfera e movimentos em prol do cancelamento dos testes nucleares. Apenas em 1963 seria assinado um acordo proibindo os testes nucleares de superfície ou abaixo da água e apenas nos anos 1990 as imagens completas do acidente foram desclassificadas dos arquivos militares estadunidenses.


Uma imensa cratera de 2 km de extensão é o túmulo de Castle Bravo, mesmo após 67 anos.

A detonação desastrosa de Castle Bravo abriu uma cratera de 2 km de diâmetro e 80 metros de profundidade em Bikini, que ficou inabitável. A abertura pode ser vista até hoje, quase que como um monumento ao desejo descontrolado de destruição e morte de alguns seres humanos. Até o momento, mais de 67 anos depois, ainda não é possível retomar a habitação dos locais atingidos e, talvez, isso nunca aconteça. Ainda em 2021, é possível detectar quantidades anormais de partículas de Estrôncio-90 e Césio-137 (o mesmo do acidente de Goiânia em 1987) no local de Castle Bravo, tornando inviável a presença humana contínua. Segundo o The British Medical Journal, Castle Bravo foi a detonação nuclear mais suja de toda a História, alcançando o máximo de precipitação radiativa já experimentado pela Humanidade.


Populações indígenas das ilhas vizinhas foram severamente vitimadas pela explosão descontrolada.

Em sua paranoia anticomunista, os EUA empurraram o mundo para detonações nucleares como essa, catastróficas, que trouxeram muitos malefícios para a Humanidade e o ecossistema global.

Edward Teller, o projetista da bomba, morreu em 2003, aos 95 anos, defendendo sua criação como uma necessária “barreira de contenção ao comunismo”. Castle Bravo foi a maior detonação nuclear dos EUA e também o pior acidente nuclear daquele país. Mesmo após o desastre, os EUA continuaram a conduzir experimentos nucleares nas redondezas. Até hoje, os EUA sozinhos já realizaram 1.054 testes nucleares. Eles nunca pagaram indenizações compatíveis com os danos às vítimas de Castle Bravo.

O assunto segue sendo um tabu na opinião pública dos EUA até hoje.


Lucas Rubio




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17 de Agosto - 16:50

Da série: "Notícias que envelheceram como os melhores vinhos!"


17 de Agosto - 16:43

Da infinita lista de coisas BOAS DEMAIS PARA SEREM REAIS!Anatel estuda uso de prefixo exclusivo para ligações de telemarketing



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14 de Agosto




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5 de Agosto

Pra Ex-querda Liberal Sexo não é binário, mas Raça é!


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