2 0 2 0
31 de Agosto

Chega a ser revoltante que eu não conhecesse esse texto! Nele, Isaac Asimov, em 1980, faz uma dura crítica à George Orwell e a seu clássico 1984. Mas o texto vai bem além disso, com reflexões interessantíssimas sobre o contexto político internacional da época, e onde Orwell passou perto da realidade futura, e onde errou.

“1984”, 31 anos depois - Isaac Asimov

29 de Agosto


27 de Agosto

Lucas Rubio
26 de Agosto

Uma última vingança - O Massacre do Ukishima Maru completa 75 anos

O Ukishima Maru era um grande navio japonês de passageiros que havia sido convertido para navio de guerra pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial.

Há 75 anos, em 24 de agosto de 1945, após terem perdido a guerra e se rendido às tropas Aliadas, incluindo a Coreia, os japoneses decidiram se vingar do povo coreano pelo menos mais uma vez.

Após ter explorado a Coreia por 35 anos, roubando de sua terra preciosos recursos naturais e escravizando os homens e mulheres do país, os japoneses tinham uma grande quantidade de coreanos em seu território, trabalhadores escravos que atuavam nas indústrias do Japão.

As autoridades japonesas então reuniram milhares de coreanos e suas famílias, incluindo crianças, e prometeu que levaria todos de volta para a Coreia, uma vez que a guerra tinha acabado. Eles então lotaram o gigantesco navio Ukishima Maru com coreanos, enchendo as cabines, pátios e corredores do navio.

Minutos após zarpar para a Coreia, ainda bem próximo do porto da cidade japonesa de Aomori, o navio irrompeu numa gigantesca explosão e começou a afundar muito rapidamente, ardendo em chamas. Milhares de pessoas se jogaram na água e muitas outras sequer tiveram a chance de escapar dos interiores do navio. Apenas um punhado de poucas dezenas de pessoas sobreviveu.

Os japoneses alegaram oficialmente que o navio bateu em uma mina colocada naqueles mares pelos Estados Unidos, porém essa versão não é aceita na Coreia. Os dois Estados coreanos, tanto do Norte quando do Sul, sustentam a versão de que os japoneses deliberadamente afundaram o navio. Não só teriam afundado como também executaram os sobreviventes que nadavam para longe do navio, atirando nos coreanos usando pequenas barcaças em alta velocidade.

O episódio teria sido uma vingança dos japoneses por terem perdido a guerra e a posse sobre a Coreia - importante reserva econômica e humana do Império fascista Japonês -, além de uma demonstração de puro racismo e ódio anti-coreano.

O governo japonês jamais pediu desculpas pelo ocorrido e no início dos anos 2000, um tribunal japonês condenou o governo de Tóquio a pagar indenizações aos sobreviventes pela razão de não terem dado a segurança necessária na travessia naval. O governo do Japão contornou todas as decisões judiciais e também nunca pagou indenizações.

Lembramos com respeito todas as vítimas inocentes do imperialismo japonês no bárbaro massacre genocida do Ukishima Maru.

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Lucas Rubio

CEPS-BR



26 de Agosto

Não há qualquer esperança para o Socialismo no ocidente. Exceto um nicho ou outro, a Vitória do Capitalismo é total!

25 de Agosto


Há 109 anos nascia Võ Nguyên Giáp, general vietnamita, fundador e comandante supremo do Exército do Povo do Vietnã e o maior estrategista militar do século XX.

Lutando em condições de larga desvantagem e utilizando táticas de guerrilha com massivo apoio popular, aos 43 anos protagonizou a derrota da França, expulsando-a do Vietnã do Norte, e em seguida aos 64, liderando seu povo concluiu a derrota dos EUA expulsando-os do Vietnã do Sul, unificando o país sob um governo socialista.

Após expulsar todos os invasores estrangeiros, permaneceu como Ministro da Defesa até os 80 anos, quando se aposentou.

Morreu com 102 anos, deixando 5 filhos.


24 de Agosto - 21:56

Disponível na NETFLIX com o mau título de "A CAVERNA", o ótimo filme TIME TRAP, que comentei em 19 de Setembro de 2018.

Excelente oportunidade de ver um filme não muito fácil de achar (exceto em torrents), e uma das melhores experiências filmográficas que já tive, ao lado do mais recente FREAKS, comentado em 27 de Junho.

24 de Agosto - 14:17

Não há qualquer bom motivo para a existência humana que não seja a elevação, o aperfeiçoamento, a busca de um estado melhor, nem que seja para permanecer nele, embora possa também ser uma progressão indefinida a estados mais e mais superiores.

O que é exatamente esse melhor admite algumas discussões, mas envolve sempre alguma dose de disciplina, esforço e sacrifício, o que não significa necessariamente dor e sofrimento.

As religiões costumam ter um papel central em inspirar nas pessoas essa busca pelo melhor, embora também possam ser facilmente usadas para outros propósitos, inclusive os contrários. E mantendo-se essa busca pelo melhor, não só não é problema que religiões sejam postas de lado, como é até preferível.

O problema é que, lastimavelmente, um número imenso de pessoas sofre de uma autêntica perversão desse senso religioso, a horrenda máxima de Karamazov de que sem "Deus Tudo É Permitido", que denota que esse tipo de vivência religiosa não busca qualquer aperfeiçoamento, pelo contrário, busca benefícios pessoais por meio da submissão ao poder. A mesma mentalidade que pratica toda sorte de baixeza para "agradar ao rei".

Similarmente, a ausência de religiosidade frequentemente não faz com que se busque o aperfeiçoamento por si só, gerando a disposição contrária da degeneração. Isso porque, tenho certeza, ao rejeitar Deus, não se rejeita o Diabo junto!

O ideal é justo o oposto. O problema não é crer no Divino Benigno, o problema é crer no Maligno. Quando se abandona a religião... "por deus", que se abandone apenas a parte ruim, a que por medo do demônio e do inferno, inspira os mais mesquinhos sentimentos e atos. Na pior das hipóteses, que se abandone tudo, pois é melhor o vício assumidamente humano do que o falsamento justificado como divino.

Mas que não se abandone o que há de bom, a ideia do aperfeiçoamento, da aproximação de uma versão melhor de si. E apesar das nuances e distinções do que seria esse melhor, por favor, que não se finja de que não há algo de evidente e universal nele.

A secularização da sociedade tem despertado algumas reações genuínas de aperfeiçoamento, mas infelizmente tem também gerado uma onda de dedicação à mera satisfação dos mais primitivos impulsos, evidente desumanização, visto ser exatamente isso que os animais fazem.

Que a perda da fé remova apenas um obstáculo, ou uma muleta, mas jamais o caminho em si para o engrandecimento.

23 de Agosto

Essa pérola, disponível na Amazon Prime, é um filme único! Ambientado nos anos 50, mostra muito bem a perplexidade de pessoas da época perante fenômenos para o qual sequer o termo UFO estava popularizado, quanto menos a mitologia ufológica atual, hoje repleta de certezas.

Embora de começo um tanto lento, desde o início captura atenção com movimentos de câmera contínuos e sublimes, imersivos, absolutamente impossíveis de serem feitos pelo cinema mais antigo que tanto retratou o mesma período. Isso contrasta com a excelente produção, figurino e caracterização da época, que dão aquele gostinho de estar vendo um filme antigo, datado, como se fosse produzido nos anos 60 ou 70, porém, com uma qualidade audiovisual somente possível no século XXI.

O resultado é espantosamente imersivo. Algumas cenas poderiam valer um filme por si só, como a da telefonista no plantão noturno atendendo várias ligações querendo falar com a polícia e relatando fenômenos estranhos. É apenas a atriz em interagindo com telefonemas, criando um clima arrebatador! Ou o da estação de rádio, onde o locutor começa a receber também ligações relatando casos ainda mais intrigantes.

Depois passa para sequências mais dinâmicas, evoluindo lentamente para o desfecho.

Não espere "ação" nem cenas de ETs e discos voadores, é uma obra mais sutil que consegue, apenas com o texto, ser muito mais impressionante que pirotecnias audiovisuais.

THE VAST OF THE NIGHT (2019) é um filme obrigatório para qualquer entusiasta de Ficção Científica, Ufologia ou mesmo interessado pela simples época, e as questões, mitos e lendas que a caracterizaram.

22 de Agosto - 18:21

Zimbalako de papai.

Colecionador de Sacis
22 de Agosto

(COMPRE O LIVRO EM https://amzn.to/34pU7VN )

Folclore nunca é sobre o indivíduo, é sobre o grupo. Por isso escolhi homenagear, na capa do meu livro, aqueles que caminham comigo nessa jornada para desbravar nossa cultura popular.

O "Colecionador de Sacis e outros contos folclóricos" sai em ebook dia 24/08! Serão 7 histórias de ficção folclórica, da FC à Fantasia, do Suspense ao Drama. O que as une é o desejo de conhecer nosso Brasil fantástico.

O que achou da capa? A arte é do querido Vitor Wiedergrun.


22 de Agosto - 00:23

Pra animar quem quer sair esta noite, eis os números comparativos entre a mortes por milhão de habitantes por SARS-Cov2 entre os "campeões" em números absolutos. Sinta a redução constante da distância entre as mortes proporcionais, tanto dividindo-os de forma simples, quanto calculando a diferença em forma percentual.

DataEUA /Brasil÷
19/04118 / 01110,790%
10/05242 / 05004,879%
23/05298 / 10302,965%
02/06326 / 14702,254%
21/06369 / 23901,535%
20/07434 / 37701,113%
16/08523 / 50701,003%
18/08528 / 51701,002%
19/08532 / 52301,001,69%
21/08541 / 53301,001,47%

Ou, apenas olhe o gráfico que eu mesmo fiz.

Boa noite.


21 de Agosto - 19:26

Sabe por que homens não se
interessam por futebol feminino?
Porque futebol serve justo para
fazê-los parar de pensar em mulher!

21 de Agosto - 16:47

Aqui, de graça, pra você que quer trabalhar, também de graça, em prol do imperialismo norte americano contra a Rússia. Manual completo promovido pela RAND Corporation (e não é a empresa do Punho de Ferro não), um think thank sustentado pelo Departamento de Estado, forças armadas e megacorps dos EUA (como se fossem coisas diferentes) com o objetivo de promover inteligência contra quaisquer obstáculos à supremacia do Globalismo, leia-se Capitalismo Liberal.

Overextending and Unbalancing Russia
Assessing the Impact of Cost-Imposing Options

Deixa claríssimo o que significa "ucranizar", pra quem não entende a Sara Winter, e elucida bem o que ocorre nesse exato momento em Belarus. Pessoal do PSTU deve ser leitor assíduo de conteúdos como esse. Ou são apenas idiotas mesmo.

Os caras tem planos até pra Transnístria! Já ouviu falar na Transnístria!? Eu já, mas faz pouco tempo, e até hoje me assusto com o fato de existirem países praticamente "secretos" por aí que nem o Itamaraty conhece.

Agradecimentos ao camarada Uriel Araujo que me chamou atenção para esse tema.

20 de Agosto - 19:03

Lucas Rubio
19 de Agosto

60 anos do progresso soviético rumo à conquista do espaço

Há exatamente 60 anos, em 19 de agosto de 1960, a União Soviética lançou com êxito a nave espacial Sputnik-5, que levava consigo a famosa dupla de cachorrinhas Belka e Strelka.

Belka e Strelka são consideradas um marco científico sem precedentes porque foram os primeiros seres vivos a conseguir ir e voltar do espaço sãs e salvas. A URSS já tinha lançado pouco tempo antes a famosa cadela Laika, porém esta morreu na reentrada da cápsula na atmosfera terrestre.

A missão de Belka e Strelka, porém, alcançou sucesso ao prover os soviéticos de tecnologia em engenharia para levar e trazer com completa segurança seres vivos ao Cosmos. Menos de um ano depois do feito, seria a vez do primeiro humano também sair da Terra, o conhecido Yuri Gagarin.

A bordo, as cadelas cosmonautas estavam acompanhadas de outros companheiros, como moscas e ratos de laboratório. Exames médicos posteriores foram feitos para analisar as condições biológicas dos animais e se a cápsula soviética havia sido capaz de mantê-los seguros contra a radiação espacial e outros fatores que poderiam causar doenças.

Belka e Strelka ficaram por volta de 25 horas na órbita da Terra, tempo no qual elas realizaram a incrível façanha de dar 17 voltas ao entorno do nosso planeta.

Quando chegaram de volta ao solo, as cadelas cosmonautas ficaram extremamente famosas no mundo e tiveram vidas felizes, dando várias crias nos anos posteriores. Um dos filhotes chegou a ser presenteado à filha do presidente dos EUA John F. Kennedy.

A União Soviética praticamente monopolizou as conquistas espaciais desse tipo durante os anos da Guerra Fria.

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Lucas Rubio


20 de Agosto - 15:37

Essa precisa ser postada NA ÍNTEGRA.


MARXISTA NEGRO TEM PALESTRA CANCELADA
AO COLOCAR CLASSE ACIMA DE RAÇA E
ENFURECER SOCIALISTAS AMERICANOS

O Globo, 18 de Agosto de 2020

NOVA YORK – Adolph Reed é filho do Sul segregado. Nascido em Nova Orleans, ele organizou negros pobres e soldados contra a guerra nos anos 1960 e se tornou um intelectual socialista em universidades de prestígio. Ao longo do tempo, ele se convenceu de que a esquerda está muito focada em raça e pouco em classe. Vitórias duradouras foram alcançadas, ele acredita, quando trabalhadores de todas as raças lutaram ombro a ombro por seus direitos.

Em maio, Reed, de 73 anos, professor emérito da Universidade da Pensilvânia, foi convidado para falar aos Democratas Socialistas da América (DSA), em Nova York. O homem que fez campanha para Bernie Sanders e acusou Barack Obama de promover uma “política neoliberal vazia e repressiva” discursaria à maior seção dos DSA, que formou a deputada Alexandria Ocasio-Cortez e uma nova geração de ativistas de esquerda.

Ele planejava argumentar que o foco da esquerda no impacto desproporcional do coronavírus na população negra minava a organização de uma frente multirracial, o que ele via como chave para a luta por saúde e a justiça econômica.

Como puderam convidar, perguntaram os membros do DSA, um palestrante que minimizava o racismo em tempos de peste e protestos? Deixá-lo falar, afirmava os afrossocialistas, seria “reacionário e reducionista”. “Não podemos ter medo de discutir o racismo só porque o tema pode ser manipulado pelos racistas”, afirmaram. “Isso é covardia e fortalece o capitalismo racial.”

Em meio a boatos de que os opositores interromperiam sua palestra via Zoom, Reed e os líderes do DAS concordaram em cancelar a palestra. A organização socialista mais poderosa do país rejeitou um marxista negro por suas opiniões sobre raça.

– Adolph é o maior teórico democrático de sua geração – disse Cornel West, professor de filosofia de Harvard (e socialista). – Ele assumiu posições impopulares sobre política identitária, mas tem uma trajetória de meio século. Se desistirmos da discussão, o movimento vai ficar mais estreito.

A decisão de silenciar Reed veio num momento que os americanos debatem o racismo na política, no sistema de saúde, na mídia e nas empresas. Esquerdistas que, como Reed, argumentam que há muito foco em raça e pouco em classe numa sociedade profundamente desigual são frequentemente postos de lado. O debate é particularmente caloroso porque os ativistas enxergam, agora, uma oportunidade única de avançar em pautas como violência policial, encarceramento em massa e desigualdade, e em que o socialismo – um movimento predominantemente branco – atrai jovens de diversas origens.

Intelectuais de esquerda argumentam que as desigualdades de renda e de acesso à saúde e também a brutalidade policial são frutos do racismo, a principal ferida americana. Depois de séculos de escravidão e segregação, os negros deveriam lidera a luta antirracista. Colocar essa luta de lado em nome da solidariedade de classe é absurdo, dizem eles.

– Adolph Reed e sua turma acreditam que se falarmos muito sobre raça, vamos alienar muita gente e não conseguiremos construir um movimento – disse Keeanga-Yamahtta Taylor, professora de estudos afroamericanos na Universidade Princeton e socialista que já palestrou aos DSA e está familiarizada com esses debates. – Não queremos isso, queremos que os brancos entendam como seu racismo prejudicou a vida dos negros.

Reed e outros intelectuais e ativistas proeminentes, muitos deles negros, têm outra visão. Eles veem a ênfase em políticas raciais como um beco sem saída. Entre eles estão West; a historiadora Barbara Fields, da Universidade Columbia; Toure Reed, filho de Adolph, da Universidade Estadual de Illinois; e Bhaskar Sunkara, fundador da revista socialista “Jacobin”.

Eles aceitam a realidade brutal do racismo americano. No entanto, argumentam que os problemas que atormentam os Estados Unidos hoje – desigualdade, violência policial e encarceramento em massa – afetam negros e pardos, mas também os pobres e a classe trabalhadora brancos.

RISCO DE 'DIVIDIR COALIZÃO'

Os movimentos progressistas mais poderosos, dizem eles, estão enraizados na luta por políticas universais, como as leis que fortaleceram os sindicatos e os programas de incentivo ao emprego do New Deal, e as lutas atuais por educação superior gratuita, valorização do salário mínimo, reforma da polícia e acesso à saúde. Programas como esses ajudariam mais os negros, os latinos e os indígenas, que, em média, têm renda familiar menor e mais problemas de saúde do que os brancos, argumentam Reed e seus aliados. Insistir na questão racial pode dividir uma coalizão potencialmente forte e beneficiar os conservadores.

– Uma obsessão com desigualdade racial colonizou o pensamento da esquerda – disse Reed. – Há uma insistência de que raça e racismo são os determinantes fundamentais da existência dos negros.

Essas batalhas não são novas: no final do século XIX, socialistas enfrentaram seu próprio racismo e debateram a construção de uma organização multirracial. Eugene Debs, que concorreu à presidência cinco vezes, insistiu na defesa da igualdade racial. Questões similares incomodaram o movimento pelos direitos civis nos anos 1960.

A disseminação do vírus mortal e o assassinato de George Floyd por um policial, em Minneapolis, reacenderam o debate, que ganhou um tom geracional à medida que o socialismo atrai jovens dispostos a reformular organizações como os Democratas Socialistas da América, que existe desde os anos 1920. (Uma pesquisa da Gallup indicou que o socialismo é tão popular quanto o capitalismo entre pessoas de 18 a 39 anos.)

O DSA tem mais de 70 mil membros no país e 5,8 mil em Nova York – a média de idade está em torno de 30 e poucos anos. A organização ajudou a eleger candidatos como Ocasio-Cortez e Jamaal Bowman, que venceu um conhecido candidato democrata nas primárias de junho.

Em anos recentes, o DSA já havia recebido Reed como palestrante. No entanto, membros mais jovens, irritados com o isolamento provocado pela Covid-19 e engajados nos protestos contra a violência policial e contra Donald Trump, irritaram-se ao saber que ele havia sido novamente convidado.

Keeanga-Yamahtta Taylor, de Princeton, disse que Reed deveria saber que sua palestra sobre Covid-19 e os perigos da obsessão com desigualdade racial soaria como uma “provocação”.

Nada disso surpreendeu Reed, que, ironicamente, descreveu o ocorrido como uma “tempestade em uma xícara de café”. Alguns esquerdistas, disse ele, têm uma “recusa militante a pensar analiticamente”. Reed gosta de duelos intelectuais e, especialmente, de criticar progressistas que ele enxerga como muito amigáveis aos interesses do mercado. Ele escreveu que Bill Clinton e seus seguidores estavam dispostos a “sacrificar os pobres fingindo compaixão” e descreveu o ex-vice-presidente Joe Biden como um homem cujas “misericórdias estavam reservadas aos banqueiros”. Ele acha engraçado ser atacado pela questão racial.

– Eu nunca falo a partir de minha biografia, como se isso fosse um gesto de autenticidade – disse. – Quando meus oponentes dizem que eu não acredito que o racismo seja real, eu penso “OK, isso está estranho”.

Reed e seus camaradas acreditam que a esquerda muitas vezes prefere se envolver em batalhas raciais simbólicas, de estátuas à linguagem, em vez de ficar de olho em mudanças econômicas fundamentais. Melhor seria, eles argumentam, falar do que une brancos e negros. Enquanto há uma vasta disparidade entre americanos brancos e negros no geral, os trabalhadores pobres brancos são muito parecidos com trabalhadores pobres negros no que se refere à renda. Segundo Reed e seus aliados, os políticos do Partido Democrata usam a raça para se esquivar de questões econômicas, como distribuição de renda, o que incomodaria seus doadores ricos.

– Os progressistas usam a política identitária e a raça para conter os apelos por políticas redistributivas – disse Toure Reed, cujo livro “Toward Freedom: The Case Against Race Reductionism” (“Rumo à liberdade: o argumento contra o reducionismo racial”) trata desses assuntos.

Filho de intelectuais itinerantes e radicais, Reed passou sua infância em Nova Orleans e desenvolveu um “ódio especial” pela segregação que havia no Sul. Ainda que ele tenha sentido algum prazer quando Nova Orleans removeu homenagens a personagens históricos racistas, ele prefere um outro tipo de simbolismo. Ele se lembra de, ainda menino, viajar por pequenas cidades do nordeste americano e ver lápides, cobertas de musgo, de soldados brancos que morreram lutando pelos Estados do Norte contra o Sul escravocrata na Guerra Civil.

– Ler aquelas lápides me dava uma sensação calorosa. “Então fulano morreu para que outros homens pudessem ser livres” – disse. – Há algo de muito comovente nisso.


Para não assinantes: outline.com/UjH2Dm

18 de Agosto - 17:33

Se essa pesquisa do Data Folha apontando tamanha recuperação da popularidade do Presidente for confiável, apesar da obscuridade do método, não me seria tão surpreendente PORQUE EU AVISEI!

No vídeo Antifascistas x Anticomunistas, de 2 de Maio eu disse que as manifestações que estavam se desenhando iriam, na melhor das hipóteses, ser inócuas, e na pior iriam aumentar o apoio a Bolsonaro, empurrando indecisos em sua direçao. Em 6 de Maio, no vídeo Manifestações anti-fascistas são uma Armadilha! (que também compartilhei no WhatsApp), reiterei essa visão de que uma vez que se abraçou o Black Lives Matter e o antifascismo, em manifestações que desmoralizavam o isolamento social por parte dos anti governistas sem sequer pedir especificamente o impeachement, perdia-se qualquer chance real de enfraquecer o governo e tornaria o impeachement mais difícil.

E numa sequência de vídeos de 22 e 23 de Maio aqui mesmo (originalmente no Facebook), eu disse com todas as letras que a divulgação do vídeo da reunião ministerial era um ganho claro para o bolsonarismo, recuperando com bônus o que tinha perdido com as crises anteriores, em especial a saída do psicopata de Curitiba de seu ministério.

Nem neste, nem em qualquer outro momento posterior, a oposição, em especial a esquerdista, conseguiu levantar qualquer narrativa capaz de confrontar a "mitologia" esquizofrênica bolsonarista. A parte mais lúcida, a exemplo de Ciro Gomes, continua na base de análise técnicas intelectualmente fulminantes, mas inapreensíveis para a imensa maioria da população. A parte mais liberal cultural, como PSOL e metade do PT, continua achando que falar em "machismo" e "fascismo" faria qualquer outra coisa além de fortalecer ainda mais o bolsonarismo, e até a parte mais tradicional, como Ruy Costa Pimenta, está nesse exato momento defendendo a liberação irrestrita do aborto numa Live do Brasil 247.

Por falar nisso, a jogada bolsonarista no asqueroso caso do estupro e gravidez da menina de 10 anos foi simplesmente magistral. Não pelo fato em si, mas por chamar atenção para um tema que, se vier a tona e for focado, aniquila qualquer chance do PT ou Ciro Gomes voltarem ao poder, a não ser, talvez, que Lula entre na disputa.

NENHUM CANDIDATO QUE NÃO SE POSICIONAR ABERTAMENTE CONTRA O ABORTO TEM CHANCE DE VENCER! Bolsonaro fará isso porque aprendeu a arte da hipocrisia (ele e Mourão já se declararam favoráveis à liberação do aborto em mais de uma ocasião). E nas eleições anteriores, nenhum dos candidatos derrotados pelo PT tinha posição abertamente contrária a descriminalização do aborto.

O que ocorreu este fim de semana não foi uma simples demonstração de estupidez fundamentalista religiosa em si, mas funciona como uma armadilha genial que apesar do absurdo da situação, chama atenção para esse tema que andava meio esquecido. A maioria esmagadora da população brasileira, com certeza, apoia a decisão da família da menina de interromper a gravidez resultante de estupro, EU TAMBÉM, PELO AMOR DA DEUSA, mas essa mesma maioria sabe que o assunto não se resume a isso, sabe que o objetivo da neoesquerda é a liberação total, irrestrita e absoluta, principalmente quando percebe o fato, que está sendo ocultado para a quase totalidade da militância esquerdista, que a gravidez em questão já havia passado do prazo para interrupção legal, e por isso mesmo exigiu autorização judicial especial e envolvia riscos que a maioria dos profissionais de saúde não está disposto a assumir.

Enquanto as pessoas normais, mesmo as mais burras, são capazes de diferenciar esse hediondo caso específico dos casos gerais, a militância abortista não é! Até porque para ela, é tudo a mesma coisa mesmo! Abortista não vê diferença entre esse caso e o de uma patricinha mimada que engravidou de propósito de um cara que pensou que era rico, e depois de descobrir que não era, quer abortar às custas do erário público. Pra elas, a culpa é do "machismo" e do "patriarcado" do mesmo jeito!

Se Sara Winter calculou isso tudo, então é mais genial do que eu pensava, e mesmo que não, vai consolidar ainda mais o apoio ao seu corrupto de estimação e genocida favorito, cada vez mais garantindo que a descida de nosso país rumo ao fim é inevitável.

18 de Agosto - 2:25

Só o facínora do Guedes mesmo pra propor uma canalhice dessas! É uma obrigação moral assinar essa petição!

CONTRA A TAXAÇÃO DE 12% SOBRE LIVROS!

17 de Agosto

Até agora, dentre centenas que vi, a única postagem digna de compartilhamento sobre o assunto. De resto, uma disputa acirrada de quem falsifica mais os fatos e amplifica mais a estupidez.

Marcela Jardine
17 de Agosto

Sobre o caso da menina de 10 anos vítima de estupro.

Primeiramente ninguém deveria estar opinando se ela devia ou não ter abortado. Ela não não era uma jovem irresponsável que transou sem camisinha e agora queria se livrar do "fardo". Era uma criança de apenas 10 anos que estava sendo abusada há muito tempo, era uma criança que expressava o desejo de interromper a gravidez e só de tocar no assunto chorava muito.

Não houve pressão para o aborto, uma vez que o caso veio à tona só agora. A menina não abortou antes porque ficou sabendo da gravidez somente no dia 7 de agosto, quando foi para o hospital se queixando de dores abdominais. Nesse mesmo dia, ela contou que vinha sendo abusada desde os 6 anos pelo próprio tio.

No hospital, disseram que não poderiam realizar o aborto pois a gravidez estava muito avançada, tornando assim a prática “não amparada” de acordo com a legislação. E foi aí que entraram com o pedido para que ela pudesse fazer o aborto, E na decisão, o juiz escreveu o seguinte: “a vontade da criança é soberana ainda que se trate de incapaz, tendo a mesma declarado que não deseja dar seguimento à gravidez fruto de ato de extrema violência que sofreu".

A situação é totalmente lamentável. Não temos nenhum motivo sequer pra comemorar. Independente de ser um bebê fruto de um estupro, ainda é um bebê, não se comemora a morte de um inocente em nenhuma hipótese. Mas a decisão era e sempre foi da menina, que foi vítima o tempo todo. E agora, é vitima de grupos políticos que estão usando e abusando de um trauma pra ganhar palanque eleitoral.

Essa criança teve sua infância roubada, seus sonhos destruídos e seu corpo dilacerado. E ela sequer sabia que estava grávida. Conseguem imaginar isso? Uma criança de apenas 10 anos que não sabia o que estava acontecendo com seu próprio corpo? Conseguem imaginar como está a cabecinha dela? Toda traumatizada e ainda tendo grupos quebrando a porta do hospital onde ela está internada?

Ninguém se importou com essa criança, todos só queriam levantar suas respectivas bandeiras. E francamente? Vocês deveriam ter vergonha disso.

Quanto à Sara Winter, uma mau caráter sem escrúpulos como sempre foi, espero que a vida retorne tudo o que ela fez, inclusive o aborto por abrir as pernas sem pensar que agora ela tanto condena, pois expôs a menina (nome e hospital). Já não chegava o trauma todo.

Ninguém, repito: NINGUÉM tem o direito de escolher o que a menina deveria ter feito ou não. Vocês não estão na pele dela, não tiveram a vida destruída como ela, não são a família dela e muito menos a equipe médica.

Não fiz NENHUMA pergunta nesse post, e se você não consegue ler coisas com as quais não concorda e ficar de khu fechado, como eu fiz lendo absurdos desde ontem, então vá soltar sua nobre opinião na pqp longe daqui.

Aqui é monarquia e a rainha sou eu. Meu mural, minha opinião. Tem unfollow, unfriend, block... Se vc não consegue discordar sem dar pitaco, exclui mesmo.


16 de Agosto

E lá vamos nós para a SÉTIMA edição da lista de países ordenada em mortes por COVID-19 por milhão de habitantes. Na última, de 20/07, estávamos em 10°, e eu disse ["é improbabilíssimo que desçamos dessa posição, mas bem menos improvável que subamos."]

Pois bem, eis a lista hoje, acrescentando entre parêntese a variação de posições dentro da lista:

01-Bélgica 857 (0)
02-Peru 796 (+7)
03-Espanha 612 (0)
04-Reino Unido 609 (-2)
05-Itália 586 (-1)
06-Suécia 572 (-1)
07-Chile 546 (0)
08-EUA 523 (0)
09-BRASIL 507 (+1)
10-França 466 (-4)

Lembrando, como sempre, que me baseio no Worldometers e excluo os países com menos de um milhão de habitantes, e portanto, San Marino (1°) e Andorra (4°), ficam de fora por terem, juntos, menos gente que Açailândia - MA, Umuarama - PA ou Corumbá - MS. Não é gozação não! Essas são as cidades brasileiras de 285° a 287° no ranking por população, todas com mais do que os 111.221 habitantes dos micro países supracitados somados, dos quais um é dentro da Itália e outro entre a França e a Espanha.

Invés de focar no simbólico 100 mil mortos, preferi ficar no limiar de 500 mortes por milhão. E se antes, todas as minhas previsões foram excessivamente comedidas para minimizar o risco de erro, e de fato não errei nenhuma, agora vou ousar mais. SIM, IREMOS CONTINUAR SUBINDO! Pois os países europeus estão em franca retração. Creio que, daqui a um mês, somente a Bélgica ainda estará acima de nós, país que, devo acrescentar, super notificou os números colocando na estatística mortes que não foram efetivamente testadas, ao passo que no Brasil é o contrário, milhares de mortes, mesmo que tenham apresentado todos os sintomas e até mesmo tenha sido declarado no atestado do óbito o COVID-19 como causa mortis, por terem ocorrido no contexto de um ambiente com contaminação comprovada, ficaram de fora da estatística pela falta de um teste PCR definitivo.

Chama atenção o caso espantoso do Peru, que chegou a estar abaixo de nós em várias edições da lista, só havendo nos passado na quinta edição, de 21/06, por uma posição, mantendo-a na edição seguinte, e agora promete chegar ao 1° lugar.

Arrisco dizer que em Setembro, o Top 5 terá, ao lado deste e da Bélgica, Brasil e EUA, só tendo dúvidas quanto ao Chile. Mas não me compromete com essas previsões, só, GARANTO, que iremos subir mais, PELO MENOS, uma duas posições, e isso sendo otimista, pois cada vez chegamos mais perto dos EUA.

Links para as edições anteriores: 20/07, 21/06, 02/06, 23/05, 10/05 e 19/04.

15 de Agosto

Creio num tipo de "calvinismo estético". Não parece haver realmente um Livre Arbítrio de querer ser artista, não importa quantas obras se acumule tentando obter o talento.

A Arte, cuja graça é limitada, elege uns poucos de forma incondicional e irresistível, para que o artista, querendo ou não, persevere nela remediando um mundo maculado pela depravação sensível.

14 de Agosto - 17:40


O sucesso de Lukashenko na Bielorrússia contra o neoliberalismo

Esse interessantíssimo artigo demonstra de forma claríssima o que de fato ocorre na Bielorússia (Belarus), que, sem surpresa, é mais um exemplo claro de como o desenvolvimento econômico, humano, de qualidade de vida e redução da desigualdade só são plenos quando se exorciza o capital financeiro parasita. Sob os 26 anos de governo de Alexander Lukashenko, o país se tornou um sucesso absolutamente invejável, o que explica tamanho apoio popular e confirma o óbvio: quando um governante tem excelentes resultados, a população irá querer mantê-lo do poder indefinidamente, e se tornando mais poderoso, ele pode desafiar mais e mais o poderio econômico internacional.

O resultado não poderia ser outro. Com quase 10 milhões de pessoas vivendo livres da exploração financeira dos parasitas rentistas, e servindo antes a si mesmos do que à multiplicação infinita de fortunas de bilionários, a grande mídia insistentemente chamará de ditador um político que venceu seis eleições com larga maioria de votos, insistirá em pressões econômicas e diplomática para submetê-lo aos mesmos ditames dos plutocratas da União Européia, e tentarão de todas as formas financiar agitadores profissionais para simular manifestações populares tentando criar factóides a serem explorados por falsos defensores de direitos humanos.

Lukashenko por ter lá seus problemas, mas dos ex integrantes da URSS, é o país com melhor situação sócio econômica justamente por ter rejeitado o receituário neoliberal provendo para sua população que para os vampiros do capital financeiro.

O ódio dos tiranos "liberais" que governam o falso "mundo livre" e dos acéfalos que mesmo sabendo que a grande mídia é mentirosa, ainda assim acreditam nela, é a única reação possível.

14 de Agosto - 07:54

O fato, é que foi a presidente mais honesta que a Nova República já teve. Mas isso nunca foi uma boa qualificação para ficar no poder.

Gracita Wanderley
6 de Agosto


Pouca gente sabe, mas Putin ofereceu ajuda à Dilma para impedir o golpe de 2016. Em seu livro, Paulo Henrique Amorim revela que testemunhas no Kremlin ouviram o líder russo perguntar se Dilma "realmente acreditava em democracia", e que ela poderia contar com ele para "o que fosse preciso".

A ajuda russa que Dilma não aceitou, a Venezuela o fez. E Maduro continua lá: firme e forte.

Mas não foi só isso. Dilma também poderia ter feito o que Temer fez: comprar o Congresso inteiro para não cair. Mas não. Já o Temer, terminou o mandato com um índice de popularidade quase abaixo de zero... mas terminou.

Havia muita coisa que Dilma poderia ter feito, rezando na cartilha de Maquiavel, para se manter no poder... mas não fez. E foi por culpa desse insistente, quase irritante apego dela à sua integridade e escrúpulos, apego dela à democracia.

E ainda me perguntam por que admiro tanto essa mulher.

Via _Ton Paul _Christiane Franco


13 de Agosto

Um caso de Calúnia e Difamação,
e DUAS INACREDITÁVEIS OMISSÕES!

(Como órgãos de imprensa internacional
conseguem ser incrivelmente incompetentes!)

Monika Glennon (acima), uma corretora de imóveis polaco-americana que mora no Alabama, foi vítima de um dos mais covardes casos de calúnia e difamação já perpetrados, por uma judia-americana chamada Mollie Rosenblum (abaixo), que postou num site especializado em denunciar escândalos sexuais, uma mentira escabrosa de que Monika levava clientes homens e fazia sexo com eles ao mostrar os imóveis.

Mollie foi judicialmente condenada pelo crime, assim como Hannah Lupian, uma terceira mulher totalmente não relacionada a elas que achou legal viralizar a mentira em outras plataformas sob um pseudônimo masculino.

O caso é descrito em detalhes na reportagem da BBC intitulada A postagem que quase arruinou a vida de uma mulher — e o que ela revela dos perigos da internet, de 17/01/20, também disponível em "vídeo" (áudio) no YouTube.

Mollie só foi descoberta e exposta depois de muito tempo de investigação, quando, forçada a admitir ser autora da fraude, ainda assim se defendeu dizendo que se fosse pressionada, iria a público justificar o crime sórdido. O alegado motivo? A vítima seria, na cabeça dela, uma neo nazista. E por que pensou isso? Porque Monika havia pedido cautela ante o linchamento virtual de uma incauta adolescente que havia postado uma sorridente selfie feita em Auschwitz.

Segundo Monika, a jovem havia cometido apenas um lamentável erro, não merecendo tamanha retaliação.

Após ter vivido anos de severos prejuízos financeiros, pessoais e morais devido a canalhice de Mollie, Monika tomou coragem para encontrá-la pessoalmente, e a convenceu de que não era o que a detratora pensava. Aliás, como polaca, também era, tal qual Mollie, descendente de vítimas dos nazistas. Aparentemente, após 4 horas de conversa, Mollie acabou pedindo desculpas e se comprometendo apagar o que postou em seu twitter @mollieirene, e comentar nos reposts admitindo o erro. O que, convenhamos, é tão pouco quanto o fato de ter sido condenada a pagar, junto com Hannah, quase U$ 300 mil de indenização e custas judiciais, mas não poder fazê-lo por falta de recursos, e tudo ficar por isso mesmo, não sendo sequer presa por este crime.

E apesar dos detalhes da reportagem em questão, fica evidente a primeira omissão. Ainda que fosse, de fato, abertamente uma neo nazista, a mentira continuaria sendo crime! E continuaria INJUSTIFICÁVEL. Mas aparentemente, ninguém atentou para isso. Ora, como Mollie mesmo disse, ela achou que a mentira era aceitável por ter pensado o que pensou erroneamente, e estava disposta a ir a público e insistir nisso. Curiosamente, não estaria denunciando a pseudo "neonazista disfarçada", como ela mesmo disse, por qualquer dos crimes previstos em várias legislações mundiais de apologia ao nazismo, ou mesmo pelos ditos "discursos de ódio" e nem mesmo pelo que a vítima teria dito. Não! Ela inventou algo absolutamente não relacionado ao tema, que poderia ser dito de, e ofender a, qualquer outra pessoa independente de qualquer orientação ideológica ou política, ou em alguns casos até mesmo nem sequer ofender, como possivelmente seria o caso da própria Mollie, cuja a mesma estória poderia até ser motivo de orgulho.

O que há por trás disso, como vivo insistindo, é o infame maniqueísmo, que à esquerda, que é o caso de Mollie, se manifesta na forma do "antifascismo/nazismo", e à direita no "anticomunismo", embora possa assumir outros naipes. Como a ideologia objeto do ódio é considerada o mal absoluto, absolutamente qualquer coisa é justificável de ser feita contra ela. Inclusive, o mal absoluto!

E claro que deve haver uma boa pitada da má e velha inveja que uma mulher de "pouca beleza" (pra ser generoso), e por sinal, feminista, tem em relação a uma de beleza evidente. O que no caso torna até mesmo o "conto pornográfico" inventado mais interessante, visto que veio acompanhado com as fotos da vítima, tiradas de seu próprio site imobiliário.

Mas a segunda omissão, ainda mais impressionante, e a cereja do bolo, vem agora.

A reportagem da BBC é deste ano, mas apesar de falar abertamente sobre Mollie, não parece sequer saber que trata-se da mesma Mollie Irene Rosenblum que em 2018 já havia sido presa por violência doméstica em 2° grau, por perfurar a perna do namorado com uma ponta de metal, por posse de maconha e metanfetaminas, e "parafernálias para drogas", conforme reportagem do Quad Cities Daily de 03/10/18. A não ser que estejamos falando de uma sósia, que tem o mesmo nome, mora na mesma cidade, usa o mesmo twitter, no qual também posta comentário "antinazistas" (abaixo). Athens é uma cidade do Alabama vizinha a Hunstville, onde mora Monika.

E estou eu aqui, de graça, fazendo o trabalho de jornalistas pagos que não conseguem juntar duas informações públicas evidentes e facilmente acessíveis na internet! Depois ainda reclamam que a imprensa tradicional está perdendo espaço pra internet!

Chama-se "barriga" quando um órgão de imprensa comete uma gafe, tomando como verdadeira uma informação falsa e de fácil desmascaramento. O troféu do gênero, no Brasil, é o antológico caso "Boimate", da Veja.

Qual deveria ser o nome de quando uma portal de notícias publica uma reportagem de ampla circulação com uma "omissão" dessa magnitude?!

Adendo: Esse artigo, do The News Courier, lista mais crimes da elementa e conecta os casos, apontando que Mollie escapa da prisão por alegados problemas mentais associados ao uso de drogas, com ela mesma admite.Woman accused of assaulting boyfriend with metal file

11 de Agosto

É preciso deixar claro e cristalino que nossa "distinção" senso comum entre Democracias e Ditaduras É UMA FRAUDE! Não segue qualquer critério técnico, e sim, o da simpatia ideológica. E com o alinhamento globalista liberal da grande mídia, qualquer governo que não seja servo dos EUA será considerado ditadura não importa que seja democraticamente eleito pela maioria absoluta e esmagadora da população, e que não haja qualquer irregularidade na tripartição dos poderes. (Como eu disse em 13 de Abril)

Aleksandr Lukashenko, da Bielorrúsia, que pode até se dar ao luxo de esnobar a pandemia por ter uma incidência relativamente pequena de mortes por COVID-19 em seu país, está conquistando a reeleição, mais uma vez, sob vantagem colossal de cerca de 80% de apoio. A grande mídia já tem sua queridinha, a opositora Svetlana Tikhanovskaya (menos de 10% de intenções de voto) que nem preciso verificar para saber de antemão ser no mínimo propensa ao alinhamento ao atlantismo. Acaba de "fugir" do país dizendo-se vítima de perseguição, e nem duvido que seja, mas sei muito bem como funciona a cabeça de "perseguidos" ideológicos do naipe de Yoani Sanchez, Juan Guaidó, e agora até patifes de baixa categoria como Abraham Weintraub e Allan dos Santos, que trabalham pela destruição de seu país por meio de todo tipo de fraude.

Enquanto isso, não se questiona o fato de George War Bush ter ganho o pleito nos EUA de forma suspeitíssima, pra ser generoso, ou sequer o modelo bizarro que permitiu a Trump ser eleito apesar de contar com o voto da minoria do eleitorado. (Não que sua adversária não fosse bem pior.) Muitíssimo menos quando as evidências de golpe sórdido anti popular, como o ocorrido na Bolívia, são tão sórdidos, que os bilionários que o financiaram até preferem admiti-lo abertamente.

Com tudo isso, o uso popular do termo 'ditadura' deixou de ser um substantivo, assim como 'fascismo', 'comunismo e 'machismo', para se tornar mais um rótulo depreciativo sem qualquer significado objetivo, atendendo aos humores irracionais de quem o usa.

10 de Agosto

Minha versão em timbres de "jazz" da ótima música da Fase 2 do jogo SOL FEACE, de 1990, para Mega Drive e Sega CD.


8 de Agosto

Se selecionássemos 100 pessoas em todo o mundo rigorosamente proporcionais ao total, teríamos:
18 chineses
18 indianos
4 estadunidenses
4 indonenses
3 paquistaneses
3 brasileiros

E só aí já seria 50% do total. E mais:
3 nigerianos
2 bangladenses
2 russos
2 mexicanos
2 japoneses
1 etíope
1 filipino
1 egípcio
1 vietnamita
1 congolês
1 turco
1 Iraniano
1 alemão
1 tailandês

E teríamos 70%. Daí pra frente fica cada vez mais necessário arredondar, de modo que seria possível variar um pouco os resultados, mas aproximadamente, privilegiando a melhor representação de países, os demais 30% seriam:
1 inglês
1 francês
1 italiano
1 tanzaniano
1 sul africano
1 miamarense
1 keniano
1 sul coreano
1 colombiano
1 espanhol
1 ugandense
1 argentino
1 algeriano
1 sudanês
1 ucraniano
1 iraquiano
1 afeganistanês
1 polonês
1 canadense
1 marroquino
1 árabe saudita
1 usbequistanense
1 peruano
1 angolês
1 malasiano
1 moçambicano
1 ganense
1 yemenense
1 nepalense

Lembrando que só chineses e indianos são 36% da população mundial, e que somando Brasil, EUA, Indonésia e Paquistão temos mais 10%.

Lembrando que não haveria ninguém de países de menos de 27 milhões de habitantes. Nenhum escandinavo, por exemplo. Por isso talvez fosse mais interessante fazer um recorte continental ignorando a maior parte das fronteiras nacionais próximas, o que talvez diminuísse a sobre representação da África. Ainda assim, teríamos, no máximo, 1 escandinavo.

6 de Agosto

Xeque Mate em dois lances: primeiro as pretas respondem que sim, há essas diferenças válidas de perspectiva, mas que o que importa é a vivência de opressão dos desfavorecidos, e só isso interessa para solucionar certos problemas de um modo que só eles poderiam fazer. E em seguida, as brancas respondem que é justo por ver coisas que as pretas não vêem que sabe que esses problemas não podem ser solucionados dessa forma, assim como de fato, nunca o são, e por isso mesmo os brancos estão em vantagem há milênios e continuarão estando.

A única forma de sair dessa é jogar fora essas premissas de que somente determinados grupos tem lugar de fala, porque se nem sequer num debate eles conseguem ganhar, que dirá na muitíssimo mais complexa realidade.

E assim temos uma elite branca bilionária especialista em engenharia social produzindo clipes da Beyonce cheios de esteriótipos imbecilizantes para um bando de panacas acreditarem que se trata da fala de uma mulher negra.

E até mesmo esse conceito de lugar de fala e todas essa paranoias boçais que instrumentalizam o movimento negro e o Feminismo são criações de manipuladores brancos que veem que se tais movimentos fossem iniciativas realmente autônomas, como o foram os Panteras Negras ou o Movimento Temperança, seriam sim perigosos, por isso mesmo os sequestram e os controlam sob seus próprios termos.

Uriel Araujo
6 de Agosto

Um branco, por ser branco, não consegue perceber algumas coisas que um negro, com sua experiência de ser negro, consegue. Da mesma forma, o mesmo vale para um homem em relação a uma mulher.

Isso significa que, analogamente, também existem coisas que um branco consegue ver e um negro, não? Ou ainda que existem coisas que um homem consegue perceber, mas uma mulher, não?

Trata-se, afinal, de diferenças de perspectiva?... Ou ser branco e homem é apenas uma espécie de deficiência epistêmica?


5 de Agosto - 18:25

E sem contar que os serviço da CEB é incomensuravelmente melhor que o da ENEL, que quase arruinou a indústria goiana com tanta falta de energia que está ameaçada de reestatização.

Emanuel Costa
5 de Agosto

O PREÇO DA PRIVATIZAÇÃO!!!! Galera tenho duas contas de luz em meu nome uma no DF da CEB e outra no Goiás ENEL , olha o absurdo que chega o mesmo serviço com preços bem diferentes, em ambas gastei 110 kWh, onde o SITEMA é privado do Goiás diferença é 80 porcento maior que a conta do DF um absurdo isso !! 105 REAIS SISTEMA PRIVADO ENEL e 65 REAIS PUBLICO CEB




5 de Agosto - 13:04

PREVISÃO: Se a China ou a Rússia forem os primeiros a apresentar uma vacina eficiente contra a COVID-19 e liderarem a imunização mundial, os EUA dirão que isso é "prova" de que a China desenvolveu o vírus, e aumentarão ainda mais as acusações e tensões, especialmente contra o 5G. A corja bolsonarista, claro, está prontinha para obedecer seus cafetões boreais.

4 de Agosto

Em 2007 a Bolívia fez aquilo que o Brasil fez em 1953, e que todo país que se preze em condição similar vem fazendo desde 1951. Nacionalizou suas reservas de petróleo e assim a cadeia produtiva, o que atingiu duas refinarias da Petrobrás. E como aconteceu em TODOS os casos, sem exceção, o Brasil foi indenizado, no caso com U$ 112 milhões além de algumas vantagens em relações comerciais que perduram até hoje.

Mês passado, o Governo Bolsonaro venDEU três plataformas de petróleo por UM CENTÉSIMO desse valor. Isso mesmo, por 100 VEZES MENOS, Bolsonaro entregou não uma nem duas, mas três plataformas de extração, por R$ 7 milhões. Sendo que plataformas valem muitíssimo mais que refinarias, que podem até não valer nada. (Ao menos é o que dizem sobre Pasadena.)

Para se ter uma ideia, em 2019, logo antes de serem desativadas pelo "programa nacional de sucateamento e pilhagem do patrimônio público", essas plataformas produziam cerca de 25 mil barris de petróleo por dia! Sabe o quando isso dá? MAIS DE R$ 5 MILHÕES! POR DIA! E não adianta dizer que estavam tecnicamente inviabilizadas. Plataformas de petróleo tem vida útil indefinida a depender de reformas, e no caso eram flutuantes ou semi flutuantes, podendo ser movidas para poços diferentes. E mesmo que não, no processo de desmonte de plataformas, um negócio bilionário, a venda das peças costuma dar muitíssimo mais do que esse valor pífio arrecadado. (Essa reportagem de 2018 dá uma boa ideia das questões envolvidas: Lixo ao mar: o vale-tudo do bilionário mercado de desmonte de plataformas de extração de petróleo)

Só para desmontá-las completamente saí muitíssimo mais caro, razão pelo qual o feliz beneficiário da pechincha não irá fazê-lo arcando com mil e uma regulações ambientais (que ainda existem apesar dos esforços de Ricardo "SALES" ('sale' em inglês) em destruí-las, sendo muitíssimo mais lucrativo revendê-las.

Agora, o ponto de sempre. Até hoje a corja fala que Lula deu de graça as refinarias da Petrobrás para a Bolívia, mas obviamente nada irá objetar a essa "caridade" feita para um comprador desconhecido, do público, porque deve ser bem conhecido da quadrilha que ocupa o Planalto.

Depois ainda acham ruim quando sou benevolente dizendo que "Bolsonarismo é Doença Mental", para não ter que dizer que é canalhice pérfida e abjeta.

1 de Agosto - 21:34

Quem presta atenção no que posto deve saber que evito falar em temas que estejam muito na moda. Mas sobre um dos casos do momento, digo:

THAMMY MIRANDA é, no mínimo, simpática a Bolsonaro. Já se filiou e quase ganhou eleição pelo PP, partido onde ele estava quando começou a ficar conhecido. Num programa do Fábio Porchat, preferiu ficar neutra ao se dizer mais alinhada a ele ou a Jean Wyllys (tudo bem que eu faria o mesmo), deixou claro que não queria participar do EleNão e recomendou outros a fazer o mesmo. APOIOU A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E APOIA SÉRGIO MORO e a Lava Jato!

NATURA é uma multinacional que vale uns 6 ou 7 bilhões de dólares e faz, há meio século, aquilo que o UBER passou a fazer há uma década: lucrar sobre um batalhão de "colaboradoras" que atuam de forma autônoma sem nenhum tipo de vínculo trabalhista. Nem faço julgamento de valor aqui, mas as pessoas a quem estou direcionando essa crítica fazem.

E bastou uma única celebração da transsexualidade feita pela junção dessas duas figuras, com a NATURA tendo uma alta de mais de 6% no Ibovespa, para uma legião de esquerdistas esquecer tudo isso, e tudo o mais que importa, e ter rompantes de alegria e entusiasmo. Boticário já faz o mesmo, e na época ainda recebeu o apoio oficial assinado de 379 megacorporações internacionais.

O que apenas nos lembra por que, num conflito visto pela amplitude histórica ocidental, o Capitalismo é o vencedor absoluto e definitivo sobre qualquer esperança socialista, que dirá comunista, que a esquerda ainda nutra. Cuba continuará uma ilha isolada, enquanto a derrota dos que fingem que a apoiam é absoluta! Pois basta as Mega corporações bilionárias acenarem com algum agrado gay, trans, feminista etc, para que a totalidade das pautas econômicas e sócio estruturais sejam esquecidas e todxs dancem alegremente na ciranda progressista que essas mesma megacorps criaram.

A "procedência" da comparação entra a Natura e o Uber (...) nada tem a ver com a natureza do produto ou serviço prestado por tais empresas, e sim com a relação de trabalho. Em ambos os casos, temos pessoas que efetivamente trabalham para a empresa, sendo remunerados, e que são afinal imprescindíveis para a existência e sucesso da mesma, e no entanto, não possuem vínculo empregatício algum e por conseguinte não tem direito a qualquer tipo de seguridade mesmo que se dediquem incansavelmente a elas. (...) existem ações trabalhistas similares contra ambas as corporações.

Repito que pessoalmente eu não estou fazendo um julgamento de valor direto quanto a essa relação trabalhista em si, que em nada me preocuparia num contexto sócio econômico melhor, mas faço um julgamento contextual que as aproxima ainda mais, que é o fato de que tal relação só é atraente num contexto de precarização do trabalho, e por isso mesmo interessa à ambas essas transnacionais a reforma trabalhista, a da previdência e tributária nos termos liberais que visam evidentemente piorar ainda mais as condições sócio econômicas para a imensa maioria trabalhadora para que estes grande capitalistas possam lucrar ainda mais.

Não nego a diferença entre elas e no geral também acho, hoje, a Natura menos exploratória que o Uber. Mas quando começou aqui no Brasil, num contexto econômico ainda razoável, o Uber até pagava bem, mas a deterioração econômica cada vez mais agravada piorou enormemente as condições dos motoristas de aplicativos, e também de consultores cosméticos.

1 de Agosto - 20:38


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